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O homem que se esqueceu de DeusA Sentinela — 1971 | 1.° de abril
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Talvez você tenha um amigo ou uma amiga que tem um carrinho, uma boneca ou outros brinquedos bonitos. Seria direito pensar que você deveria ter os brinquedos deles? Jesus disse que devemos cuidar-nos para não cobiçarmos ou desejarmos aquilo que os outros têm.
Quem cobiça deseja ter muito aquilo que pertence a outro. Quer ter estas coisas de todo o coração. Pensa muito nelas. Talvez até mesmo pense em como pode tirar estas coisas do outro. Mas, lembrasse ele de Deus! O que você acha? Na realidade, ele se esqueceu de Deus, porque Deus não quer que cobicemos. Ele diz que devemos amar o nosso próximo, não tirar-lhe as coisas.
Talvez fosse bom ter certo brinquedo. Mas, é mesmo tão importante? O que acontece com ele depois de algum tempo? Fica velho. Talvez se quebre e nós nem o queremos mais.
Portanto, o que é melhor? É melhor ser “rico para com Deus”? Ou é melhor ter muitas coisas que se podem comprar com dinheiro? Vai morrer se não tiver certo brinquedo? Não; o brinquedo não pode fazer você viver nem mesmo por um só dia. Mas, se você confiar em Deus, ele lhe poderá dar vida eterna. Por isso é importante que não se esqueça de Deus, assim como o rico fez.
Jesus Cristo nunca se esqueceu de seu Pai no céu. Sempre punha em primeiro lugar fazer a vontade de Deus. Não procurava ganhar muito dinheiro. Nem mesmo possuía muitas coisas materiais.
Mas Jesus era feliz. Era “rico para com Deus”. Por isso, Jeová cuidava de Jesus. Deus lhe deu a recompensa de viver para sempre. Quer ser assim como Jesus?
Jeová Deus o amará se for assim, e o mesmo se dará comigo. Portanto, seja como Jesus, e nunca se torne igual àquele homem rico que se esqueceu de Deus.
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A igreja holandesa diverge de RomaA Sentinela — 1971 | 1.° de abril
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A igreja holandesa diverge de Roma
“EU LHE digo, senhor, que por vinte e cinco anos tenho tido contato diário com o povo. Todos nós achamos que fomos defraudados pela igreja. Todas estas mudanças nos tiraram o entusiasmo. Não é que todos nós tenhamos abandonado a igreja, mas perdemos o zelo. E nossos filhos vão mais longe. Nem mesmo a freqüentam.”
Isto é o que um comerciante de meia-idade, numa cidade católica do interior, na Holanda, disse a um ministro viajante. Mas, trata-se de um caso isolado? Não, os sentimentos dele são partilhados por inúmeros outros, tanto entre os clérigos como entre os leigos.
Isto se mostra no forte declínio da freqüência à igreja — 420.000 freqüentadores de igreja menos no fim de 1969 do que havia em 1966 — e se evidencia na diminuição das fileiras dos Clérigos. É comum o sentimento de grande desassossego entre os católicos holandeses em todo o país. Isto se deve às mudanças na sua igreja e na piora das suas relações com Roma.
Os acontecimentos recentes com relação ao celibato clerical levaram a tensão ao ponto crítico nas relações entre a igreja holandesa e Roma. A situação se tornou tensa durante a quinta sessão do concílio pastoral realizado de 4 a 7
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