De Nossos Leitores
A Igreja Católica e a Guerra
Considerei o artigo “Transformei-me de Piloto Militar em ‘Pomba’” (22 de janeiro de 1985) muitíssimo ofensivo. Fico imaginando se o sr. Hurst discerniu quão ofensivo era seu artigo! Notei que estavam entre aspas as palavras proferidas pelo sacerdote católico-romano ao escritor, em 1945. Foram palavras de um único sacerdote, e acho que muitas pessoas, em qualquer religião, não raro admitem uma diversidade de graus do que é aceitável ou não com respeito à guerra e à paz. Creio que tal trecho é muitíssimo hostil ao sacerdote e a todas as pessoas que compartilham sua fé. Nós, como católicos-romanos, tentamos amar e compreender todas as pessoas, e respeitar seus diferentes conceitos sobre religião, mas devo dizer que não aprecio esta ‘guerra’ declarada contra nossa mui amada fé.
E. H., Inglaterra
O relato não era, definitivamente, um ataque contra a Igreja Católica. O sr. Hurst narrou o problema que tinha, como católico-romano sincero, ao contemplar o lançamento de bombas sobre cidades alemãs habitadas principalmente por pessoas da mesma fé católico-romana. Relatou corretamente sua conversa com o capelão católico. Não só católico matou católico e protestante matou protestante aos milhões na Primeira e na Segunda Guerras Mundiais — com a plena bênção dos clérigos de cada lado — mas, hoje em dia, pode-se ver, em muitas partes das Américas Central e do Sul, sacerdotes católicos e membros da Igreja lutando uns contra os outros em muitas guerrilhas. Todo católico sincero devia perguntar honestamente a si mesmo se tais ações tomadas por parte de católicos praticantes estão em harmonia com as palavras de Jesus, em João 13:35: “Por meio disso saberão todos que sois meus discípulos, se tiverdes amor entre vós.” — RED.
Moral Sexual
Nunca vi um artigo tão distorcido em minha vida. Essa promiscuidade, como os Srs. a chamam, é a afeição que duas pessoas sentem uma pela outra, e não devia ser chamada de conduta transviada. Na Bíblia não se faz menção alguma de uma cerimônia de casamento entre Adão e Eva, mas Adão chamou Eva de esposa, e Eva chamou Adão de marido. No que se refere aos homossexuais, Jeová vê o coração. (1 Samuel 16:7) Nosso Criador provê o sexo como meio de expressar profundo amor, e nem todos são atraídos pela heterossexualidade. Conquanto os homossexuais mantenham mútuo amor e respeito, não podem seguir mesmo assim os princípios bíblicos? Alguns aderem a princípios piedosos do modo que julgam que Deus aprova, e não do modo que o homem aprova, em artigos unilaterais como esse.
D. J., Nova Iorque, EUA
Quando Eva foi apresentada a Adão, ele reconheceu que pertenciam um ao outro por dizer: “Esta, por fim, é osso dos meus ossos e carne da minha carne.” E não poderia haver nada mais unidor do que a própria declaração oficial de Deus: “Por isso é que o homem deixará seu pai e sua mãe, e tem de se apegar à sua esposa, e eles têm de tornar-se uma só carne.” (Gênesis 2:23, 24; Mateus 19:5) O que Deus aprova não é determinado pelos sentimentos de indivíduos, mas pelo que Ele declarou especificamente em sua Palavra. Em Hebreus 13:4 acha-se declarado: “O matrimônio seja honroso entre todos e o leito conjugal imaculado, pois Deus julgará os fornicadores e os adúlteros.” A condenação de Deus às práticas homossexuais acha-se claramente delineada em Levítico 20:13; Romanos 1:27, 32 e; 1 Coríntios 6:9, 10. — RED.