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A regência do homem prestes a ser substituída pela regência de DeusA Sentinela — 1969 | 15 de abril
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sem fé, dos dias do profeta Samuel, exigindo ter sobre si um rei humano, visível, terrestre. Alegrar-se-ão com o Rei celestial, invisível, empossado por Jeová Deus no poder régio, e obedecer-lhe-ão amorosa e fielmente. Suas bênçãos sob a regência de Deus, mediante este Rei celestial, Jesus Cristo, serão muito maiores do que as usufruídas pelo povo sob o reinado do sábio Rei Salomão.
45. Além de preservar uma “grande multidão” através do Armagedom, que mais fará a regência de Deus por meio de seu reino messiânico?
45 A regência atual do homem, reforçada por depósitos de bombas nucleares, ameaça aniquilar toda a raça humana. A regência de Deus, por meio de seu reino messiânico, fará mais do que preservar a vida dos que sobreviverão à guerra do Armagedom. Restabelecerá, na terra, a vida de incontáveis milhares de milhões de mortos, que faleceram durante os milhares de anos da regência do homem. Jesus Cristo, quando era homem na terra, prometeu que haveria uma ressurreição dos mortos pelos quais ele depôs a sua vida humana perfeita como sacrifício. (João 5:25, 28, 29; 11:25, 26) Como Rei celestial, ele cuidará de que haja tal ressurreição. A maravilha disso tudo está além de nossa compreensão.
46. Que oportunidade se oferecerá à humanidade no reino messiânico de Deus, e, por isso, com que devemos agora estar contentes?
46 A todos aqueles a quem se concede o favor clemente de viver na terra paradísica, sob a regência de Deus, conforme posta em vigor pelo seu reino messiânico, oferecer-se-á a oportunidade de alcançarem a vida infindável, em perfeição e piedade humana, com perfeita paz e segurança. A regência humana nunca jamais poderia realizar isso. Mas a regência de Deus o realizará. Assim, quão contentes podemos estar de que a regência do homem agora está prestes a ser substituída pela regência de Deus, para todo o sempre!
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Jesuítas, instrutores dignos de confiança?A Sentinela — 1969 | 15 de abril
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Jesuítas, instrutores dignos de confiança?
Nos Estados Unidos, os jesuítas administram numerosas escolas secundárias e faculdades. A sabedoria de os pais enviarem seus filhos a escolas jesuíticas pode ser questionada, em vista da reputação deles. De fato, sua reputação é tal, que jesuítico quer dizer também astucioso e fingido; a disposição de recorrer a qualquer meio para atingir certo fim.
Um caso pertinente são as duas bulas emitidas por Benedito XIV, que regeu há apenas dois séculos atrás. Ele é descrito na Catholic Encyclopedia como “talvez o maior erudito entre os papas”. Sobre Benedito e estas bulas declara a Encyclopaedia Britannica, 9a edição: “Talvez o ato mais importante de seu pontificado fosse a promulgação de suas famosas leis sobre missões, em duas bulas, Ex quo singulari e Omnium solicitudium. Nestas bulas, ele denunciou o costume de ajustar palavras e usos cristãos a idéias e práticas expressamente pagãs, o que havia sido feito extensamente pelos jesuítas nas suas missões indianas e chinesas. A conseqüência destas bulas foi que a igreja perdeu a maioria dos chamados conversos.”
E que não há nenhuma diferença na moralidade dos jesuítas depois de duzentos anos se torna evidente duma notícia publicada na revista Time de 30 de julho de 1956, sobre uma peça teatral escrita, produzida e encenada por freiras, que foi apresentada na universidade de Notre Dame. Incidentalmente, permitiu-se apenas a freiras ver a peça. Nesta peça, um anjo de guarda do céu ofereceu-se para trocar de lugar com uma freira na terra, para mostrar à freira quão simples era realmente a vida duma freira. Mas, “não demorou nada até que o anjo se viu em dificuldades com a madre superiora devido à sua franqueza angélica. Quando a Irmã Angélica lhe manda parar com isso, o anjo se queixa: ‘Quer dizer que não posso falar a verdade num convento?’ Não, disse a irmã: ‘Use de restrição mental . . . um truque inventado pelos jesuítas. Diga tanto da verdade como acha aconselhável, e restrinja mentalmente o resto.’”
Em vista do precedente, pode-se dizer que é sábio mandar os filhos a uma escola jesuítica?
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