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  • g74 8/7 pp. 29-31
  • Observando o Mundo

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  • Observando o Mundo
  • Despertai! — 1974
  • Subtítulos
  • Efeitos da Crise Energética . . .
  • . . . Sobre os Automóveis
  • . . . Sobre Outras Indústrias
  • . . . Sobre a Bolsa de Valores
  • . . . Sobre a Agricultura
  • . . . Sobre a Honestidade
  • “Igrejas em Dificuldades”
  • Um Batista e a Bíblia
  • Menos Gente na Missa
  • Católicos e a Macumba
  • Persiste a Poluição
  • Mais Câncer
  • Estupros nas Faculdades
  • Continua a Epidemia de Gonorréia
  • Jovens da China Vão Para o Interior
  • Tornados em 1973
  • “Crucificado de Novo”
Despertai! — 1974
g74 8/7 pp. 29-31

Observando o Mundo

Efeitos da Crise Energética . . .

◆ Quase todo país sente os reflexos de uma forma ou de outra dos recentes cortes árabes de petróleo. Até mesmo na Índia, os preços da venda avulsa da gasolina aumentaram em quase 50 por cento, para cerca de Cr$ 2,40 o litro. Há também a escassez de gás natural. Em especial as nações industrializadas, os EUA, a Europa ocidental e o Japão, sentem o arrocho energético. Considere alguns dos efeitos.

. . . Sobre os Automóveis

◆ Certos países da Europa proibiram o trânsito de carros aos domingos para conservar combustível. As restrições de gasolina também surgiram nos EUA, e a maioria dos limites de velocidade passaram então para 55 milhas por hora. A escassez de petróleo e seu crescente preço aumentaram as vendas dos carros pequenos nos meses recentes. Os carros pequenos fazem mais quilometragem por litro de gasolina do que os grandes. Muitas pessoas trocam carros grandes, mesmo perdendo dinheiro, por carros menores. No ínterim, decrescem as novas vendas de carros grandes. Num período de trinta dias que terminou em novembro de 1973, suas vendas diminuíram 27% em comparação com o mesmo período de 1972. Afirma um grande analista de vendas de carros: “Ninguém jamais imaginava que as coisas iriam assim tão longe e tão depressa.”

. . . Sobre Outras Indústrias

◆ As filas de desempregados da industria dos EUA são mais extensas devido à escassez de petróleo. Menos vôos feitos pelas linhas aéreas, por exemplo, significam que menos pilotos e pessoal de terra são necessários. Menos trabalhadores especializados são necessários para a construção de aviões. Também, produtos tais como fibras sintéticas (usadas em roupas), bem como plásticos, acham-se com suprimentos limitados devido à escassez de gás natural, que e essencial para sua fabricação. Na indústria da fabricação de tijolos, o combustível representa 10 por cento dos custos de produção; agora, devido ao aumento do combustível, é responsável por 50 por cento dos custos. E, afirma Business Week, “à medida que a escassez do petróleo e do gás se agrava ainda mais, uma hoste de produtos desaparecerão do mercado, muitos deles sendo itens baratos, de poucos lucros”.

. . . Sobre a Bolsa de Valores

◆ Nas primeiras seis semanas depois do irrompimento da guerra no Oriente Médio, no início de outubro de 1973, a média dos títulos industriais da “Dow-Jones” baixou mais de 125 pontos. Num só dia, segunda-feira, 19 de novembro de 1973, a queda de 28,67 pontos foi a mais aguda em onze anos, e a quinta maior queda da história. As médias dos títulos na Europa declinaram até 20 por cento em outubro e novembro de 1973. Qual a causa? Um editorial do Times de Nova Iorque reflete o conceito de muitos: “As vendas a preço baixo em ‘Wall Street’ claramente refletem os temores do que a crise energética . . . fará às condições econômicas nos EUA e no exterior.”

. . . Sobre a Agricultura

◆ Os métodos modernos de lavoura exigem enormes quantidades de petróleo. Com efeito, a revista Science afirma que a lavoura, como indústria, é o maior consumidor de petróleo nos EUA. A escassez atinge a maquinaria, tais como tratores e caminhões, e os fertilizantes à base de petróleo. Recentemente se calculou que o equivalente a 80 galões de gasolina (quase 303 litros) são necessários para produzir apenas meio hectare de milho. A chamada revolução verde, que é impingida a muitas partes do mundo “menos desenvolvido”, utiliza técnicas similares, de produção de safras com alto consumo de energia. Compreensivelmente, a revista acrescenta: “Já ocorreram problemas com as safras da revolução verde, em especial problemas relacionados às pragas. Esperam-se problemas mais graves quando houver uma crise energética mundial.”

. . . Sobre a Honestidade

◆ Combustível de “mercado negro”, que já é um problema nos EUA, irá custar ainda mais ao governo, esperava-se, em impostos perdidos durante a escassez de petróleo. Como? Considere um dos modos: O óleo diesel e o combustível para aquecimento doméstico número 2 são quase os mesmos, falando-se em sentido químico. Mas, primariamente devido aos impostos, o combustível para aquecimento pode ser vendido a US$ 0,26 o galão; o óleo diesel, por US$ 0,43. Os choferes de caminhão sonegam impostos por usar óleo de aquecimento doméstico em seus tanques. Fleet Owner, (Dono de Frotas), uma revista do setor de transportes, afirma que só esse truque custa ao governo um bilhão de dólares de impostos sonegados por ano.

“Igrejas em Dificuldades”

◆ Um estudo especial de 14 igrejas da área de Boston, EUA — católicas, episcopais, unitárias, batistas e outras — afirma que sofrem declínio de assistência e crescentes custos. Observa: “A igreja institucional, sem considerar a denominação, confronta uma situação na comunidade urbana que só pode ser descrita como desastrosa.” Pelo menos duas das igrejas, segundo agora se diz, consideram a remoção de suas estruturas para dar lugar a prédios de moradias e escritórios. Uma notícia que se seguiu, no Globe de Boston, afirma que muitos dos locais “clérigos concordam com a premissa do estudo, de que as igrejas dos centros das cidades se acham em dificuldades”.

Um Batista e a Bíblia

◆ Roy Essez é capelão batista da Universidade de Toronto, Canadá, bem como capelão e consultor de outras organizações da área. O que pensa ele sobre a Bíblia? Relata o Star de Toronto: “Não concordo com esse negócio de Adão e Eva. Sinto dificuldades quanto às histórias de Daniel e a cova dos leões e outras do Velho Testamento.” Adiciona: “Há muita superstição ainda misturada no que pretende ser religião. Precisamos separar as duas coisas.” Seus conceitos são exatamente o contrário dos de Jesus Cristo e seus apóstolos, que testificaram que criam nestes relatos. — Mat. 19:4-6; 1 Cor. 15:45; Heb. 11:32, 33.

Menos Gente na Missa

◆ Uma enquete publicada em The National Catholic Reporter mostra que a assistência da Igreja Católica nos EUA sofreu “catastrófica” queda entre Julho de 1972 e julho de 1973. O número de católicos que freqüentam a igreja “semanalmente ou quase semanalmente” caiu de 61 por cento para 48 por cento nesse ano. Entre os com mais de 50 anos, o declínio foi de 76 para 55 por cento; a esta última tendência os pesquisadores chamaram de ‘fenômeno dramático’. O escritor William Reel afirma que tal problema “ameaça derrubar a inteira instituição”.

Católicos e a Macumba

◆ Mais de 90 por cento dos mais de 100 milhões de pessoas do Brasil são católicos. Mas, Raimundo Cintra, sacerdote da Universidade Católica do Rio de Janeiro, afirma que 60 milhões de brasileiros também praticam ativamente a macumba. Acha que a igreja devia estudar a macumba para descobrir por que atrai os brasileiros. Afirma: “Estamos interessados em utilizar os aspectos positivos da macumba de modo que nossa igreja possa cuidar melhor das necessidades do povo.” A freqüência da Igreja Católica no Brasil está diminuindo, como também o número de sacerdotes e seminaristas. Os adeptos da macumba, por outro lado, parecem estar aumentando.

Persiste a Poluição

◆ Cada vez mais poluentes são lançados nos oceanos. Mas, agora, os efeitos persistentes de tal poluição são melhor compreendidos. Há algum tempo, pequena quantidade de petróleo vazou para a Baía Buzzards, Massachusetts, EUA. Cerca de 95% por cento dos peixes, caranguejos, camarões e mariscos morreram em questão de horas. Meses depois, pequenos organismos marinhos ainda sofriam efeitos tóxicos. Em questão de oito meses, a área contaminada aumentara para dez vezes a vazão original. Compostos venenosos ainda estavam presentes em sedimentos um ano depois. Relata Saturday Review World: “Ao todo, a evidência resultou num quadro muito mais incriminador dos problemas do petróleo do que se tinha imaginado.”

Mais Câncer

◆ O número de mortes resultantes de câncer, nos EUA, esta aumentando. Em 1971, houve 161,4 mortes devidas ao câncer dentre cada 100.000 mortes naquele país. Em 1972, o número subira para 166,8 mortes. Este aumento é de cerca de três vezes a média anual desde 1950. As autoridades sobre o câncer afirmam que, em 1974, talvez se descubra que 1,3 milhões de estadunidenses têm câncer.

Estupros nas Faculdades

◆ Ocorrem agora, nos campi das faculdades estadunidenses, maior número de estupros e de ataques. Tal aumento não é imaginário, segundo H. T. Voye, editor do Campus Law Enforcement Journal (Jornal da Imposição da Lei no Campus): “Não é apenas uma questão de mais mulheres darem queixa disso. Tem acontecido.” Qual é a causa por trás do aumento do estupro? Dormitórios mistos, por um lado, que permitem a quase qualquer um o livre acesso a virtualmente qualquer parte dum campus universitário. Moças que pedem caronas tornam-se também vulneráveis a ataques. As autoridades também relacionam o aumento com o acréscimo geral de crime no campus, indo do roubo de bicicletas às agressões pelas costas.

Continua a Epidemia de Gonorréia

◆ Mundialmente, a gonorréia, segundo se afirma, “quase se tornou incontrolável”. Em recente simpósio médico foi dito que talvez houvesse até dois e meio milhões de casos da doença nos EUA em 1972. Um porta-voz do Centro Para o Controle das Doenças, observa: “Nenhuma doença infecciosa significativa é mais comum do que a gonorréia nos Estados Unidos nesse exato momento.” Ali, como em toda a parte, “infecções extra-genitais de gonorréia” ocorrem com maior freqüência. Trata-se da gonorréia na garganta ou no reto, resultado de práticas pervertidas homossexuais ou outras. Pode-se acabar com a doença? Segundo o Star de Montreal, Canadá, os peritos num simpósio internacional ali realizado “viram pouca esperança de resolver este problema, a não ser pela volta à moral sexual tradicional”.

Jovens da China Vão Para o Interior

◆ Outra onda de “jovens educados” na cidade foi levada de caminhão para as comunas agrícolas chinesas recentemente. Cálculos de quantos formandos, com cerca de 17 anos, já foram enviados desde 1968, variam dos sete milhões das estatísticas “oficiais” para os quinze milhões das “não oficiais”. A idéia é injetar o modo de pensar moderno nas zonas rurais, ao passo que também se ensina aos citadinos a realidade da vida camponesa.

Tornados em 1973

◆ Em fins de novembro de 1973, os EUA já haviam sido atingidos por um número recorde de 930 tornados. Segundo noticiado, mataram 75 pessoas. Fortes ventos dos tornados, que se crê que atinjam uma velocidade de 960 quilômetros por hora em seu vórtex segundo se sabe, fizeram atravessar lascas de madeira pelo aço, ergueram vagões ferroviários no ar e arrasaram prédios de alvenaria.

“Crucificado de Novo”

◆ Num artigo recente, o sacerdote católico A. Greeley afirma: Suponhamos que Jesus viesse na carne hoje, entre estes que afirmam ser seus seguidores. Não gostaria de ser aceito, afirma Greeley, por revolucionários e superpatriotas católicos que portam armas. Nem se consideraria um herói hippie. Ademais, “Jesus ficaria profundamente embaraçado pela tentativa feita pela campanha fundamentalista ‘Chave 73’ de ‘ganhar a América para Cristo’. O que poderiam ganhar, ele não iria querer.” Os musicais e as “missas” modernos escritos para ele o repeliriam. Pergunta Greeley: “Se Jesus voltasse hoje, seria crucificado de novo?” E ele mesmo responde: “Não resta dúvida de que seria.”

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