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  • Babilônia, A Grande — caída e julgada
    A Sentinela — 1989 | 1.° de maio
    • dela.’” (Revelação 17:1, 2) Conforme mostramos claramente nos nossos números de 1.º e 15 de abril de 1989, a cumplicidade da religião com governantes nacionais, “os reis da terra”, em detrimento do povo, ao longo de toda a história, pode ser comparada ao comportamento de uma ativa e egoísta meretriz. Mas, a acusação prossegue.

      “E eu vi que a mulher estava embriagada com o sangue dos santos e com o sangue das testemunhas de Jesus.” “Sim, nela se achou o sangue dos profetas, e dos santos, e de todos os que foram mortos na terra.” (Revelação 17:6; 18:24) É imperativo atribuir culpa de sangue a Babilônia, a Grande, por ter ela martirizado cristãos verdadeiros ao longo dos séculos, incluindo bom número dos que ousaram traduzir a Bíblia para a língua do povo comum e também muitos dos que ousaram possuir e ler a Bíblia. A Grande Babilônia é também culpada de sangue por causa dos verdadeiros cristãos que foram martirizados mais recentemente em prisões e campos de concentração, quer sob o nazismo, o fascismo, quer sob outras ditaduras. Note que a acusação faz referência a “todos os que foram mortos na terra”, o que incluiria as centenas de milhões em todo o mundo que morreram em guerras e conflitos travados em toda a história por pessoas que afirmavam ser religiosas. — Veja Mateus 23:34-36; 2 Timóteo 3:5.

      O julgamento de Deus contra Babilônia, a Grande, aborda ainda um outro aspecto de sua culpa. Diz o julgamento: “Todas as nações foram desencaminhadas pelas tuas práticas espíritas.” (Revelação 18:23) Curiosamente, “práticas espíritas” traduz o grego far·ma·kí·a, que “primariamente significava o uso de medicamentos, drogas, encantamentos; daí, envenenamento; daí, feitiçaria”.d Em sentido espiritual, a religião falsa tem envenenado as nações, desencaminhando-as para a crença

  • A religião e o nazismo
    A Sentinela — 1989 | 1.° de maio
    • A religião e o nazismo

      “Hitler. . . tinha um católico como vice-chanceler e, praticamente desde o primeiro dia do regime, Franz von Papen tornou-se o trombeteiro para atrair as facções católicas a apoiar o novo Reich. Em toda a parte do Reich ouvia-se von Papen exortando os fiéis à obediência cega a Adolf Hitler.”

      “No início de 1933, foi feito o seguinte anúncio oficial pela entidade representativa da ação e do pensamento católico na Alemanha, dirigida na época por [Franz] von Papen: ‘Nós, católicos alemães, apoiaremos, de toda a nossa alma e de plena convicção, Adolf Hitler e seu Governo. Admiramo-nos de seu amor à pátria, de sua energia e de sua sabedoria de estadista. . . . o catolicismo alemão. . . precisa participar ativamente na construção do Terceiro Reich.’”

      Franz von Papen foi instrumento na realização de uma concordata entre o governo nazista, ao qual ele servia na Alemanha, e o Vaticano, em Roma. A concordata foi assinada em 20 de julho de 1933. Um comunicado especial dizia: “O cardeal e secretário de Estado Pacelli [mais tarde Papa Pio XII] outorgou hoje ao vice-chanceler von Papen, a Grã-Cruz da Ordem de Pio. . . O vice-chanceler von Papen presenteou ao cardeal secretário de Estado uma Nossa Senhora de Porcelana Branca de Meissen como dádiva do Governo do Reich. . . . Todas as dádivas traziam a dedicatória: ‘Lembrança da Concordata do Reich 1933.’” — Todas estas citações são do livro Franz von Papen—His Life and Times (Franz von Papen — Sua Vida e Sua Época), de H. W. Blood-Ryan.

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