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Agrada sua religião realmente a Deus?A Sentinela — 1985 | 15 de julho
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que esses mesmos adoradores realmente glorificam a Deus e honram o nome dele neste século 20?
É fato bem comprovado que as Testemunhas de Jeová mantêm a neutralidade para com as guerras das nações. Por este motivo, têm sofrido em campos de concentração e prisões. Em vez de transigirem com seus princípios baseados na Bíblia, preferiram a vereda do martírio trilhada pelos primitivos cristãos. Esta posição tem sido motivada pelo seu amor a Deus e aos seus semelhantes. Tal amor é uma característica da verdadeira adoração que agrada a Deus.
Muitos têm notado o excelente registro das Testemunhas de Jeová neste respeito. Por exemplo, alguns anos atrás, certo editor dum jornal sul-americano comentou que as Testemunhas “recusam-se, por motivos de consciência, a servir nas forças armadas”. Ele prosseguiu: ‘Mesmo quando crianças, as Testemunhas de Jeová estão apercebidas de que, ao atingirem a idade de dezoito anos, terão de servir na prisão durante um período prolongado devido à sua neutralidade. Aceitam a punição como parte de sua fé religiosa. São gentis e pacíficas.’
Que dizer de outro requisito da religião que agrada a Deus? Deveras, quem é que honra o nome divino, Jeová? É intrinsecamente evidente que apenas as Testemunhas de Jeová fazem isso em todo o mundo, tanto pela pregação como pela conduta. — Romanos 10:13-15.
Por que não se familiariza melhor com as Testemunhas de Jeová? A tabela acompanhante alista algumas das crenças delas, junto com os motivos bíblicos para estas. Submeta a forma de adoração das Testemunhas ao seguinte teste simples: Enquadra-se nos padrões divinos da verdade conforme registrados na Bíblia? Produz o fruto pacífico do amor que precisa fazer parte da adoração verdadeira? Honra o nome de Deus? Se concluir que ela faz tudo isso, terá descoberto a religião que realmente agrada a Deus.
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Deve-se ajustar a Bíblia à poligamia?A Sentinela — 1985 | 15 de julho
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Deve-se ajustar a Bíblia à poligamia?
EM Bijeen (Juntos), uma revista católico-romana da Holanda, o colunista Sjef Donders comentou o conflito existente em alguns países africanos entre a ordem bíblica sobre a monogamia e o costume aceito da poligamia. Esse conflito é resolvido, disse ele, por “simplesmente declarar inválida a doutrina da igreja [sobre a monogamia]”.
Demonstrando os conceitos ambíguos da igreja, Donders citou o sacerdote estadunidense Eugene Hillman, membro dos Padres do Espírito Santo, ordem católica que tem liderado a obra missionária na África. Hillman escreveu o seguinte num livro que trata da poligamia: “Se, devido a um ou a outro desastre natural, ou a uma calamidade provocada pelo homem, algum dia repentinamente quase não houvesse mais homens, mas quase só mulheres, então certamente haveria razões fundamentadas na Bíblia para se permitir que esses homens tivessem relações sexuais com diversas mulheres.”
Haveria mesmo? Independente dos conceitos liberais desse sacerdote, a poligamia não deve ser desculpada para nenhum cristão, não importa a nacionalidade ou a situação. A monogamia foi o arranjo de Deus para a humanidade no Éden, e Jesus Cristo indicou que este devia ser restabelecido na congregação cristã. (Mateus 19:4-6) Sob inspiração o apóstolo Paulo escreveu: “O superintendente . . . deve ser irrepreensível, marido de uma só esposa.” (1 Timóteo 3:2) E, com respeito a todos os cristãos, ele aconselhou: “Por causa da prevalência da fornicação, tenha cada homem a sua própria esposa e tenha cada mulher o seu próprio marido.” (1 Coríntios 7:2) Isto não deixa margem para a poligamia entre os verdadeiros cristãos.
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