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  • Uma Bíblia que eles aprovam
    A Sentinela — 1974 | 1.° de outubro
    • motivo para se concluir que esta “nova Bíblia pode acabar com controvérsia entre crenças”, conforme se expressou certo jornal? De modo algum! Não usaram todas as centenas de seitas protestantes diferentes durante séculos a Versão Rei Jaime em inglês? Fez isso com que ficassem unidas? Então, como pode o simples fato de a Bíblia Comum ser aprovada pelos vários ramos da cristandade servir para unificá-los! De fato, o revisor de livros do semanário jesuíta America admitiu que não se deve esperar que a Bíblia Comum resolva as diferenças entre as diversas crenças.

      Que adianta concordar numa Bíblia comum quando ela não é aceita como autoridade na fé e na prática? Muitos clérigos negam hoje os relatos bíblicos sobre a criação, bem como sobre o Dilúvio, e eles questionam os milagres mencionados na Bíblia. Além disso, apegam-se a ensinos não declarados na Bíblia Neste respeito, no semanário católico romano Our Sunday Visitor apareceu num número recente a pergunta dum leitor: “Acho difícil aceitar uma doutrina que não é claramente ensinada na Bíblia. O que pensam sobre isso?” Em resposta, o Mons. John V. Sheridan declarou: “Entendo o que quer dizer. . . . uma porção de nossas doutrinas cristãs bem elementares não são explicitamente expressas ou definidas na Bíblia.”

      É deveras excelente que o interesse na Bíblia continua a resultar em novas traduções. Mas que a Bíblia Comum ‘acabe com toda a controvérsia entre as crenças’ é uma esperança vã. De fato, o interesse na publicação de Bíblias faz lembrar as palavras registradas a respeito do que os antigos líderes religiosos pensavam do profeta Ezequiel: “Tu és para eles . . . como alguém com voz bonita e que toca bem um instrumento de cordas. E certamente ouvirão as tuas palavras, mas não há quem as ponha em prática.” — Eze. 33:32.

  • Preparativos para o ano santo
    A Sentinela — 1974 | 1.° de outubro
    • Preparativos para o ano santo

      ● O ano de mil novecentos e setenta e cinco foi designado “Ano Santo” pelo Papa Paulo VI, e a cidade de Roma já se prepara para os esperados seis milhões e meio de peregrinos.

      Sob o cabeçalho “Chuva de Bilhões no Ano Santo”, o jornal italiano “Corriere della Sera” predisse uma entrada de 600 a 700 bilhões de liras (c. Cr$ 6.000.000.000 a Cr$ 7.000.000.000) provenientes de peregrinos e de italianos nativos visitando Roma. A questão agora em consideração é: Quem compartilhará destes lucros? O jornal relatou que começou a estourar uma pequena “guerra de santuários” — porque muitos santuários querem conceder as indulgências especiais aos peregrinos do Ano Santo. Por fim, a Conferência dos Bispos Italianos consentiu que apenas quatro lugares fora de Roma (Loreto, Pompéia, Assis e Pádua) participassem na concessão destas indulgências.

      Hoteleiros, proprietários de lojas e restaurantes, todos deverão lucrar, contudo, até mesmo entre estes se relata descontentamento. Por quê? “Corriere della Sera” calculou que instituições religiosas, fazendo o papel de hotéis, acomodarão metade dos visitantes e arrecadarão cerca de um décimo de todos os bilhões de liras gastas. Os pequenos lojistas que vendem objetos religiosos — rosários, medalhas, madonas, cristos e santinhos — enfrentam uma competição similar da igreja. Um destacado comerciante suspirou: “Eles nos tiram a comida da boca . . . Não há sacristia, lar eclesiástico ou igreja que não tenha seus quartos para alugar, suas barracas de objetos religiosos e suas lembranças para vender. Podem vender tudo mais barato . . . não têm as nossas despesas: aluguel, impostos, salários e seguro.”

      De modo que o anúncio papal de um “Ano Santo” em 1975 aparentemente envolve mais do que a edificação espiritual dos milhões de peregrinos que Roma espera. Isto nos faz lembrar da situação duma “cidade santa” diferente, há dezenove séculos atrás. Jesus observou que se vendiam pombas e se fazia cambio de dinheiro (por lucro) no templo de Jerusalém. Leia o que ele disse sobre a atuação deles, em Mateus 21:12, 13. A mercadoria talvez seja diferente hoje. Mas a situação é a mesma.

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