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  • O que podemos fazer com nossos filhos?
    Despertai! — 1974 | 8 de outubro
    • casa, diz que não deseja ouvir falar nos pequenos problemas porque passou um dia difícil no escritório, liga a televisão e então vai dormir. Está viajando, também!

      “Vejo homens de êxito dirigirem firmas com centenas de homens; sabem como lidar com toda situação, como disciplinar e recompensar no mundo dos negócios. Mas, o maior negócio que dirigem é sua família, e falham nisso.”

      A razão de isso acontecer é que negligenciaram o conselho de Deus. Sua Palavra afirma: “Estas palavras que hoje te ordeno . . . tens de inculcá-las a teu filho, e tens de falar delas sentado na tua casa e andando pela estrada, e ao deitar-te e ao levantar-te.” (Deu. 6:6, 7) O pai tem de gastar tempo com seu filho para fazer isto. Também, o pai tem de primeiro aprender “estas palavras” de instrução do próprio Deus, de modo que possa ensiná-las a seus filhos.

      Realmente, aplicar o conselho da Palavra de Deus é a chave para a vida familiar bem sucedida. Mas, como pode a pessoa aprender o que a Bíblia diz sobre edificar uma vida familiar feliz?

      As autoridades mundanas, inclusive os líderes religiosos da cristandade, certamente não têm as respostas. Eles abandonaram claramente o conselho de Deus e influenciaram a maioria da humanidade a fazer a mesma coisa. Seus ensinos contribuíram para o terrível colapso na família hoje em dia. Mas, há ajuda disponível para aqueles que a desejam.

      As testemunhas de Jeová estão devotadas a ajudar pessoas a aprender os ensinos da Palavra de Deus. Fornecem esta instrução gratuitamente aos que a desejam. Um ministro habilitado das testemunhas de Jeová ficará contente de considerar com o leitor outros pormenores quanto ao que a Bíblia diz sobre o assunto de edificar uma vida familiar feliz. Para conseguir isso, simplesmente escreva aos editores desta revista, ou entre em contato com as testemunhas de Jeová da sua localidade.

  • Acontecimentos dramáticos na Igreja Católica
    Despertai! — 1974 | 8 de outubro
    • Acontecimentos dramáticos na Igreja Católica

      MUITOS católicos estadunidenses ficaram surpresos, em novembro de 1973, quando ouviram falar da mais recente enquete sobre a freqüência à igreja. Embora as enquetes variem, esta indicava que o número dos que virtualmente deixaram de freqüentar a igreja quase que dobrara no ano passado! Mui alarmante era o relatório de que, pela primeira vez, coube às pessoas mais idosas a maior parte desta queda geral. Quase um terço dos com mais de 50 anos deixaram de assistir regularmente à Missa em 1973! Os pesquisadores católicos acharam que este fato “não era só um pouco assustador”. Afirma o National Catholic Reporter:

      “O declínio precipitoso da freqüência à igreja, que ocorre já por vários anos, alcançou proporções quase catastróficas. Pois, pela primeira vez, o declínio na freqüência à igreja ocorre entre os membros mais idosos da população. . . . As mudanças do ano passado talvez constituam o colapso mais dramático da devoção religiosa na inteira história do cristianismo.” [O grifo é nosso.] — 18 de novembro de 1973.

      Por que esta nova fase da crise de freqüência é motivo de tanta preocupação para a Igreja? Bem, lá em 1972, o professor de teologia do Vaticano, Battista Mondin, quando se referia ao atribulado período desde o Concílio Vaticano II, disse que havia “ainda uma maioria silenciosa que permanece fiel”. Referia-se aos membros mais idosos, mais estáveis. Ademais, predisse que esta “maioria silenciosa garantirá a sobrevivência e a salvação da Igreja Católica nos Estados Unidos”.

      Mas, ora essa! Dois anos depois, o que faz a “maioria silenciosa”? Salva a Igreja?

      “Maioria Silenciosa” Torna-se Rápido a “Minoria Desvanecente”

      A evidência recente mostra que a maioria dos católicos dos EUA não mais apóia as práticas religiosas exigidas pela lei da Igreja. Por exemplo, em meados de 1973, mais da metade não compareciam regularmente à Missa. Os números mostravam que 12% compareciam apenas uma vez por mês, 26% apenas uma vez por ano, e 14% quase nunca assistiam à Missa. Todavia, a lei da Igreja exige a assistência semanal.

      O que dizer dos outros assuntos em que a maioria dos católicos não estão em sintonia com a doutrina da Igreja? Numerosos estudos mostram que, em 1973, a maioria dos católicos (1) praticavam a regulação da natalidade; (2) aprovavam o aborto em várias circunstâncias; (3) aprovavam o sexo pré-marital, quer em algumas quer em todas as circunstâncias; (4) divorciavam-se na mesma proporção, quase, que os demais estadunidenses; (5) não faziam regularmente a confissão.

      A Igreja repetidas vezes reafirmou suas leis sobre tais assuntos. Todavia, a maioria dos membros dela realmente crêem e agem contrário às leis dela. Por isso, que esperança de “salvação” tem realmente a Igreja da parte desta chamada “maioria silenciosa”? Se existe qualquer esperança para a Igreja, pareceria repousar apenas nas mãos duma “minoria desvanecente”.

      Por certo, os católicos preocupados desejam saber o que há por trás deste recuo abruptamente acelerado da Igreja. Por que se dá, em especial, entre os mais velhos? A evidência indica pelo menos duas causas: (1) perda de confiança na liderança e (2) perda do aspecto “místico na adoração.

      Crise de Liderança

      A enquete católica sobre freqüência à igreja revela que, entre os católicos estadunidenses, há “forte relação entre a falta ‘de confiança na liderança e não ir à igreja”. Em especial durante o ano passado, a liderança eclesiástica viu-se assolada pela dissensão. Não mais provêm de fora da Igreja os mais fortes ataques, mas, ao invés, dos clérigos dentro dela. Este conflito agora atingiu os corações dos leigos que sempre puseram sua confiança na autoridade eclesiástica. Como podem continuar a aceitar essa autoridade quando os que a administram discordam tão abertamente?

      O professor de história eclesiástica, Monsenhor John T. Ellis, afirma que a comunidade católica estadunidense “jamais conheceu algo parecido a seu atual desalento e confusão”. Mas, o Papa Paulo VI mostra que este problema não se limita aos EUA. Falando ao Colégio de Cardeais, em junho passado, deplorou a “confusão e indisciplina doutrinais” na Igreja, e admitiu que o sacerdócio do mundo estava “atravessando um período” de “desorientação”.

      Melhorou a situação ao passar o ano de 1973? Não. Antes, a contenda entrou em escalada. Houve confrontos embaraçosos com o renomado teólogo suíço, Hans Küng, tensões abertamente expressas com os 260 bispos estadunidenses, numerosos incidentes com sacerdotes

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