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  • O Papa Pio XII e os nazistas — novo enfoque
    Despertai! — 1975 | 22 de agosto
    • deixaram de satisfazer as “condições exigidas para a justificação”, de modo que o rebanho se recusasse a lutar pelos seus amos políticos? Se as igrejas encarassem as mesmas circunstâncias hoje como encararam sob os nazistas, crê honestamente que agiriam de modo diferente? Podem os católicos europeus e estadunidenses, para exemplificar, sentir-se seguros de crer que os milhões de católicos poloneses, húngaros e tchecos não atacariam seus irmãos na fé, caso haja um confronto entre o Leste e o Oeste? Ou o conceito mais realista é o expresso na revista católica, St. Anthony Messenger (Mensageiro de S. Antônio), de que os sacerdotes e os ministros “amiúde transmitem a impressão de que abençoarão qualquer guerra ou aventura em que os líderes do estado decidam lançar-se”? — Maio de 1973, p. 21.

      Todavia, Cristo Jesus, cujos discípulos afirmam ser, forneceu a seguinte regra do discipulado cristão: “Nisto precisamente todos reconhecerão que sois meus discípulos: se tiverdes amor uns pelos outros.” Também disse a um discípulo que procurava defendê-lo pela força — certamente uma causa “justa”: “Guarda a tua espada na bainha, pois todos os que pegarem da espada pela espada morrerão.” — João 13:35; Mat. 26:52, tradução do Pontifício Instituto Bíblico de Roma.

      Assim, se lhe pedissem que identificasse aqueles que são verdadeiramente dignos de levar o nome de “cristãos” hoje, usando as diretrizes fornecidas pelo próprio Jesus, poderia honestamente selecionar qualquer das igrejas da cristandade? Quem tem, na realidade, demonstrado o sinal identificador do verdadeiro amor, estabelecido pelo próprio Cristo? Quem é que ‘não ama por palavras nem com a língua, mas por obras e em verdade’? (1 João 3:18, PIB) A evidência histórica fala por si. As pessoas honestas pensarão nisso. Muitos tiram proveito agora da ajuda que as testemunhas de Jeová lhes oferecem livremente para ajudá-los a desenvolver uma consciência cristã treinada pela Bíblia, que não falhe debaixo de prova.

      REFERÊNCIAS

      1. Relatório interno das S.S., Arquivos Nacionais Washington, T-580, fileira 42, arquivo 245.

      2. The Vatican in the Age of the Dictators (O Vaticano na Era dos Ditadores), Anthony Rhodes, 1973, p. 347.

      3. Tisserant para Suhard, 11 de junho de 1940 (guardada no Bundesarchiv em Koblenz, R 43 II/1440a).

      4. Documentation Catholique, Paris, 2 de fev. de 1964.

      5. Publicado em Seelsorge und kirchliche Verwaltung im Krieg, Konrad Hoffmann, editor, 1940, p. 144.

      6. Pio XII aos bispos alemães, cópia nos Arquivos Diocesanos em Regensburg.

      7. Citada em Was sagen die Weltkirchen zu diesem Krieg? Zeugnisse und Urteile, Matthes Ziegler, 1940, págs. 109-112.

      8. Mensagem de 24 de abril de 1940, citada em Der Vatikan und der Krieg, Alberto Giovannetti, 1961, p. 300.

      9. Declaração em 11 de março de 1963, em Berlim, publicada em Summa iniuria oder Durfte der Papst schweigen?, Fritz J. Raddatz, editor 1963 p. 223.

      10. Kirchliches Jahrbuch für die Evangelische Kirche in Deutschland 1933-1944 (Gütersloh, 1948), págs. 478-9.

      11. The Voice of Destruction, Hermann Rauschning, 1940, págs. 50, 53.

      12. Artigo 17 da Concordata Entre a Alemanha e a Santa Sé, 20 de julho de 1933, Documents on German Foreign Policy (Documentos da Política Estrangeira Alemã), Série D, Vol. VIII, págs. 896 e seguintes.

      13. German Catholics and Hitler’s Wars (Católicos Alemães e as Guerras de Hitler), Gordon Zahn, 1962, págs. 54, 55.

      14. Cópia nos arquivos da chancelaria arquidiocesana de Freiburg.

      15. Franz Reinisch: Ein Martyrer unserer Zeit, Heinrich Kreuzberg, 1953, p. 86.

      16. In Solitary Witness (Testemunho Solitário), Gordon Zahn, 1964, p. 75.

      17. Ibidem, p. 86.

      18. Carta de 27 de fevereiro de 1946, paróquia de St. Radegund, Áustria, “arquivo de Jägerstätter”.

      19. Oberhirtliches Verordnungsblatt für die Dioezese Passau, N.º 10, 6 de maio de 1933, págs. 50-51.

      20. In Solitary Witness, Gordon Zahn, 1964, págs. 108-110.

  • Discordância do Vaticano
    Despertai! — 1975 | 22 de agosto
    • Discordância do Vaticano

      ● Quando a Conferência Mundial Sobre a População, da ONU, recentemente adotou seu “Plano de Ação” em Bucareste, Romênia, apenas o delegado do Vaticano deixou de endossá-lo. Mas “vários observadores e delegados . . . disseram que a rejeição do Vaticano ao plano teria pouco efeito”, observa um despacho da “Associated Press”. “O Vaticano se torna cada vez mais irrelevante”, declarou um perito demográfico dos EUA que compareceu ao evento. “Cada vez mais católicos usam [métodos de controle da natalidade] . . . a igreja do Vaticano não fala em nome de muitos católicos.”

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