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  • Como as mulheres podem mesmo ser libertas
    A Sentinela — 1975 | 1.° de janeiro
    • Pois, sob o reino de Deus, não só se solucionarão os problemas das mulheres, mas o Criador cuidará de que toda a humanidade seja liberta de toda forma de opressão, inclusive da doença e da morte. Isto é o que ele prometeu na sua Palavra, e há todo motivo para crer que ele cumprirá a sua promessa.

      De modo que ainda luto pela libertação, tanto das mulheres como dos homens, mas de modo diferente. Em vez de passar muitas horas cada semana em “sessões de colóquio” ou lutar legalmente para melhorar os direitos das mulheres, uso meu tempo para mostrar às pessoas sua única esperança real duma vida feliz, por aplicarem na sua vida os bons princípios da Palavra de Deus. Este é o único modo que levará à verdadeira libertação na “nova terra” paradísica, sob o governo justo do Reino de Deus. (2 Ped. 3:13) — Contribuído.

  • Por dentro das notícias
    A Sentinela — 1975 | 1.° de janeiro
    • Por dentro das notícias

      Quiché? Cakchiquel? Kekchí?

      ● Sabe o que significa quiché? Talvez conheça cakchiquel? Ou que dizer de kekchí, tzutuhil, mam, kanhobal ou pokomam? Todas estas são línguas ou dialetos derivados do antigo idioma maia e são falados hoje pelo povo da Guatemala. Uma recente notícia procedente de lá disse que se espera que cerca de 60 por cento das vinte e quatro línguas nativas faladas na Guatemala sejam em breve abrangidas por traduções da Bíblia.

      Muitas pessoas hoje não se apercebem de que a Bíblia — inteira ou em partes — já foi traduzida em 1.526 línguas e dialetos. De fato, o número dos que falam as línguas ainda não servidas por traduções da Bíblia ascende agora apenas a cerca de 3 por cento dos habitantes da terra. Nenhum outro livro na história chegou nem mesmo perto de tal disponibilidade ampla. Mas, por outro lado, nenhum outro livro é a fonte duma mensagem tão vital como a que a Bíblia tem para toda a humanidade.

      Continuar Vivo — a Qualquer Custo?

      ● Em geral se pensa que o canibalismo seja coisa do passado incivilizado. Em outubro de 1972, porém, depois da queda dum avião, alto nos Andes do Chile, alguns dos sobreviventes mantiveram-se vivos durante as próximas dez semanas por comerem partes dos corpos de companheiros falecidos. Agora se publicaram livros com narrativas vívidas sobre sua provação. Embora diversos preferissem morrer do que comer carne humana, dezesseis escolheram isso como modo aceitável de se manter vivos. Segundo que raciocínio?

      Um argumento era que, recusar comer os mortos significaria morte certa e que, visto que ‘o suicídio é proibido pela igreja’, era permissível comer carne humana no seu caso. Outros afirmavam ver um paralelo entre comer a carne de queridos amigos e a ‘santa comunhão’, afirmando que ‘Deus proveu-nos alimento’.

      Os sobreviventes não estavam sozinhos no seu raciocínio. Uma crítica de um destes livros recentes, pelo “National Catholic Reporter” dizia: “Autoridades eclesiásticas, mais tarde defenderam as ações dos sobreviventes à base de que tinham direito de sobreviver e que seu tratamento dos mortos foi respeitoso, considerando-se as circunstâncias.” O crítico prosseguia: “É bom saber, pelo menos, que uma igreja, que no passado tantas vezes justificou as guerras que criavam cadáveres também pode justificar o consumo dos restos dos mortos como questão de sobrevivência.”

      A Bíblia mostra que Deus concedeu aos homens o direito de comer carne animal — não a de outros humanos. (Gên. 9:3; veja Levítico 26:27-29.) Não há dúvida de que os sobreviventes passaram por uma provação angustiante e penosa. Mas a idéia de que ‘o fim justifica os meios’ não se harmoniza com a Bíblia. Segundo este raciocínio, homens em países ditatoriais cumpriram ordens que os fizeram cometer atrocidades. Raciocinaram que desobedecer teria sido “suicídio”. Mas Cristo Jesus mostrou que as tentativas de salvar a própria vida dum modo fora da harmonia com a vontade de Deus só pode levar à perda do favor de Deus. A morte em integridade, porém, assegura a ressurreição à vida numa nova ordem justa. — Mar. 8:35; João 6:39, 40.

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