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  • A Sentinela Anunciando o Reino de Jeová — 1986
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A Sentinela Anunciando o Reino de Jeová — 1986
w86 15/9 p. 26

Por dentro das notícias

Transfusões de Sangue: Livres da AIDS?

“Não acho que a preocupação com a AIDS deva influir na decisão a respeito de cirurgia ou qualquer outra razão para receber sangue”, afirma um porta-voz dos Centros de Controle de Moléstias, em Atlanta, EUA. Contudo, um paciente de cirurgia, de 60 anos, infectado com o vírus da AIDS após receber sangue doado que fora testado para ver se tinha AIDS, talvez não pense assim.

O jornal The New York Times disse que o paciente recebeu sangue de um doador que doou esse sangue “tão logo após um encontro homossexual que ele ainda não tinha desenvolvido os anticorpos que são detectados nos testes de sangue para a AIDS”. Contudo, uns três meses depois, o doador voltou a doar sangue. Desta vez este “acusou sinais de anticorpos de AIDS e foi rejeitado”, diz o Times.

Com o uso do recém-desenvolvido teste de sangue para a AIDS, as autoridades médicas estavam confiantes em que o suprimento de sangue do país estivesse vitoriosamente purgado de sangue contaminado. Todavia, falharem em identificar sangue contaminado que ainda não desenvolveu anticorpos para viabilizar testes corretos mostra que os riscos para os que tomam transfusões de sangue são deveras reais. Mais de 21.000 casos de AIDS foram registrados nos Estados Unidos desde 1977, quase 2 por cento dos quais atribuídos a transfusões de sangue contaminado.

Os que obedecem à lei de Deus mantêm-se imunes aos efeitos potencialmente contaminadores das transfusões de sangue. Por quê? Porque ‘persistem em abster-se de sangue, e de coisas estranguladas’, ou não sangradas. Embora se abstenham por razões religiosas, essas pessoas gozam de benefícios adicionais, pois o corpo governante da primitiva congregação cristã acrescentou: “Se vos guardardes cuidadosamente destas coisas, prosperareis. Boa saúde para vós!” — Atos 15:28, 29.

Católicos Apóiam a Evolução

Durante uma audiência geral realizada no Vaticano em abril de 1986, o papa João Paulo II declarou: “No que tange à doutrina da fé, não vemos dificuldade em explicar a origem do corpo humano por meio da hipótese do evolucionismo.” Por que não? Porque tal “doutrina da fé“ católica diz que, à parte do corpo, o homem tem uma alma imortal. A igreja sustenta que esta alma, e não o corpo, foi criada diretamente por Deus.

Segundo Gênesis 2:7, contudo, quando Deus formou o homem do pó e soprou em suas narinas o fôlego de vida, “o homem veio a ser uma alma vivente”. Não se deu ao homem uma alma, ele tornou-se alma, uma pessoa vivente. (Compare com 1 Coríntios 15:45.) Ezequiel 18:4 informa: “A alma que pecar — ela é que morrerá.” Isto indica que a alma é a pessoa, e não uma parte imaterial dela que sobrevive à morte do corpo.

Superficialmente, parece não haver problema em aceitar uma origem evolucionária do corpo humano. Mas, ao fazer isso, a Igreja Católica rejeita o relato da criação, um registro que o próprio Jesus Cristo considerou verdadeiro. (Mateus 19:4-6) O ponto de vista de quem deve o cristão aceitar?

Acomodamento Não Bíblico

A visita do papa João Paulo II à sinagoga de Roma, em 13 de abril de 1986, foi considerada um “evento histórico” destinado a ‘abrir uma nova era’. Por que? Porque foi a primeira vez que um papa visitou oficialmente um local de adoração judaico. Segundo La Repubblica, um jornal de Roma, por meio deste gesto a Igreja Católica tenta “corrigir os erros da história”, visto que a igreja “nem sempre agiu, para com seus irmãos judaicos, à altura das obrigações do amor de Cristo”.

A visita do papa visava sublinhar a “herança espiritual comum” partilhada por católicos e judeus. Contudo, aquilo que João Paulo chamou de “divergência fundamental” entre essas duas religiões ainda permanece, a saber, o fato de que os judeus não aceitam Jesus como Messias. Qual a solução do papa para esse problema? No seu discurso, ele falou em mostrar “respeito para com as convicções íntimas uns dos outros” e da necessidade de evitar qualquer pressão adicional para impor a fé de um ao outro. Tais declarações, diz La Repubblica, confirmam a “renúncia papal a qualquer tipo de proselitismo” com relação aos judeus.

Contudo, o apóstolo Pedro disse a sacerdotes judaicos e a anciãos em Jerusalém que “não há salvação em nenhum outro” que não seja Jesus Cristo. Ademais, quando se ordenou a Pedro e João que parassem de pregar à base do nome de Jesus, eles responderam: “Não podemos parar de falar das coisas que vimos e ouvimos.” (Atos 4:8, 12, 18-20) Não deveriam os atuais seguidores de Cristo fazer o mesmo?

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