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  • A Bíblia ou a tradição? — um dilema para os católicos sinceros
    Despertai! — 1986 | 8 de junho
    • Confronte a Tradição com a Bíblia

      No Concílio Vaticano II, a Igreja Católica instou publicamente com “todos os fiéis cristãos” a se empenharem na “leitura freqüente das divinas Escrituras”. Ademais, A Catholic Dictionary declara: “O católico está plenamente justificado a crer, com perfeita confiança, que a Igreja não pode ensinar qualquer doutrina contrária à Escritura.” Convidamos os católicos sinceros a acatar o incentivo, dado por sua Igreja, de lerem a Bíblia e comprovarem por si mesmos se qualquer doutrina católica é “contrária à Escritura”.

      Isto é ainda mais importante caso desejem acatar a convocação feita na Terceira Assembléia Geral da Federação Mundial Católica para o Apostolado Bíblico — a saber, que os católicos devem tornar-se instrutores da Bíblia. Esta convocação e suas implicações serão consideradas no próximo artigo.

  • “Quem dera que todos fossem profetas”!
    Despertai! — 1986 | 8 de junho
    • “Quem dera que todos fossem profetas”!

      O PAPA João Paulo II enviou a seguinte mensagem a uma reunião de católicos amantes da Bíblia: “Envio cordiais saudações aos que participam da Assembléia Geral da Federação Mundial Católica para o Apostolado Bíblico, e asseguro-lhes de que lhes sou espiritualmente achegado. Sinto-me feliz de ser informado de que esta assembléia encontrou inspiração para seu tema nas palavras de Moisés: ‘Quem dera que todos fossem profetas’ (Núm 11:29), e que aplicou esta expressão às tarefas que deverá empreender.” — L’Osservatore Romano, 24 de agosto de 1984.

      Uma Obra Educativa e Bíblica Católica

      A Terceira Assembléia Geral da Federação Mundial Católica para o Apostolado Bíblico realizou-se em Bangalore, na Índia, em agosto de 1984. Congressistas de 53 países estavam reunidos. A Federação foi fundada em Roma, em 1969. Isso foi três anos depois de o Papa Paulo VI ter encarregado um cardeal alemão em Roma para estudar as necessidades da Igreja Católica nas questões relativas à Bíblia. Atualmente seu presidente é o Mons. Ablondi, bispo de Livorno, Itália.

      Exortando a Federação a revisar seus alvos, o Papa João Paulo II disse em sua mensagem: “O alvo a que se dedica a Federação é ajudar os católicos de todo o mundo a ter um fácil acesso à Palavra de Deus. . . . Deveras, toda a atividade e todo o testemunho na Igreja deveria fluir da Palavra viva . . . O ‘cargo profético’ do Povo de Deus tem de ser conscienciosamente exercido como um verdadeiro serviço prestado à Palavra. . . . Pela participação na obra de tradução, de edição e de difusão da Palavra, a pessoa se empenha em satisfazer as carências daqueles que têm fome e sede da Palavra de Deus (cf. Amós 8:11). Isto se aplica também à tarefa de formação daqueles que, um dia, dedicar-se-ão ao ensino e à pregação da Sagrada Escritura.”

      Em harmonia com seu tema, em sua declaração final, esta assembléia bíblica católica declarou: “A Federação está cônscia de que, se todos do Povo de Deus hão de desempenhar sua parte profética, têm de ter acesso à Palavra de Deus (seu exemplar pessoal da Bíblia em seu próprio idioma). Têm o direito de ser treinados no conhecimento da Escritura . . . Esta Assembléia reafirma que a tarefa de evangelização da Igreja centraliza-se na Bíblia.”

      Uma Situação Impossível

      Os católicos, por conseguinte, são agora incentivados não só a ler a Bíblia, mas também a tomar parte ativa na obra de evangelização centralizada na Bíblia. Isto é elogiável. Mas, coloca-os numa situação impossível. Por um lado, a Igreja Católica ensina que a tradição tem precedência sobre a Bíblia. Como se pode esperar que o católico se torne zeloso instrutor da Bíblia e, ao mesmo tempo, continue sendo fiel à sua Igreja? Por exemplo, ele lerá na Bíblia: “A alma que pecar, essa morrerá.” (Ezequiel 18:4, 20, Matos Soares, católica) Mas a sua Igreja ensina que a alma é imortal, e que todas as almas estão no inferno, no limbo, no purgatório, ou no céu. O que ele vai ensinar — o dogma católico ou a Bíblia?

      Ademais, a Igreja Católica aprova a impressão de edições da Bíblia que contêm notas e comentários que só podem minar a confiança do leitor na Bíblia qual inspirada Palavra de Deus. Por exemplo, em sua introdução sobre “Como Ler a Sua Bíblia”, The New American Bible (A Nova Bíblia Americana), que contém uma bênção prefacial do Papa Paulo VI, declara: “Como se sabe se estamos lidando com História ou com alguma forma de linguagem figurada? . . . A maioria dos cientistas sustenta que a espécie humana se desenvolveu de algum modo de espécies inferiores de vida. Este conhecimento ajudou os cristãos a repensar o ‘como’ da atividade criativa de Deus e a entender que Gênesis 2 e 3 não é uma lição de Antropologia, mas uma alegoria, ensinando-nos a lição de que o pecado é a raiz de todo mal.”

      Assim, antes que cheguem sequer a ler as primeiras páginas de Gênesis, diz-se aos leitores desta Bíblia católica que eles não estarão lendo História, e sim uma simples alegoria. Isto equivale a dizer que Jesus empregou uma alegoria qual alicerce da monogamia cristã ao usar o exemplo de Adão e Eva. (Mateus 19:3-9; Gênesis 1:27; 2:24) Também, se a humanidade não possui um ancestral comum, esmorona-se a doutrina cristã fundamental do sacrifício de resgate de Cristo. — Mateus 20:28; Romanos 5:12, 17-19; 1 Coríntios 15:45.

      Esta mesma Bíblia católica vai ao ponto de lançar dúvidas sobre a autenticidade das

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