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Iguarias nas FilipinasDespertai! — 1971 | 8 de abril
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feno seco por cima e por toda a volta da caçamba e então põe-se fogo. Em dez minutos está tostadinha.
É interessante experiência familiarizar-se com os alimentos de outros povos, e é ainda mais deleitoso chegar a conhecer as próprias pessoas. Há pessoas de outras nacionalidades em sua comunidade? Por que não faz o esforço de conhecê-las?
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É a “semana santa” para os cristãos?Despertai! — 1971 | 8 de abril
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“A Tua Palavra É a Verdade”
É a “semana santa” para os cristãos?
AO SE aproximar a “Semana Santa” em El Salvador, pessoas de todas as idades falam sobre ela. Para alguns, estes oito dias da “Cuaresma” ou Quaresma, que nos países latino-americanos caem nos meses de março e abril, são sem comparação alguma os dias mais sagrados do ano. Por conseguinte, instilam em muitas pessoas religiosas uma sensação temporária de piedade. Para outros, contudo, trata-se apenas duma ocasião de entregar-se à diversão que não raro conduz à conduta dissoluta.
Nessa semana, é digno de nota que a moral entra em colapso e a anarquia e a desordem são lugares comuns. Por exemplo, um jornal de destaque, La Prensa Gráfica, em seu número de 27 de março de 1967, noticiou: “70 MORTOS, 986 FERIDOS NA SEMANA SANTA.” São estatísticas atordoantes até mesmo para um pequeno país como El Salvador, em especial visto que este foi um tributo colhido em um período de apenas quatro dias.
O costume religioso de abster-se de carne é observado por muitos nessa época. Assim, na maioria dos lares católicos, é comum, durante a “Semana Santa” comer peixe salgado e secado ao sol.
Também, os adoradores começam a economizar dinheiro com meses de antecedência da “Semana Santa”, a fim de comprarem fazendas custosas, usualmente de cor púrpura e negra, com que fazem vestes compridas, semelhantes às sacerdotais. São usadas durante os principais desfiles religiosos na “Quinta-feira Santa” e na “Sexta-feira da Paixão”, este último sendo o dia mais destacado da “Semana Santa”. Os mais jovens e menos devotados também economizam, mas visam em especial os feriados que usualmente vão de quinta-feira ao “Domingo de Páscoa”.
A cerimônia de “Sexta-feira da Paixão” começa com a remoção da imagem de Jesus de uma cruz na igreja. A imagem corpórea é ungida com perfume muitíssimo custoso e colocada, com suas feridas plenamente visíveis, num caixão de vidro. Então começa a procissão. Milhares de pessoas chorosas acompanham a imagem, que é cuidadosamente colocada no alto de pesada plataforma de madeira. Quanto mais pesada a plataforma, tanto melhor é considerado o sacrifício feito por aqueles que a carregam pelas ruas.
A procissão gasta o dia inteiro percorrendo a cidade, e as pessoas chorosas, vestidas de compridas vestes negras, seguem atrás dela. Quarteirão após quarteirão, os carregadores, que talvez atinjam até cinqüenta, são substituídos por outros. Cada carregador paga até vinte cruzeiros para ter o privilégio de carregar a imagem de Jesus por um quarteirão. Em cada parada, que a procissão faz, e faz diversas em cada quarteirão, as pessoas estouram fogos de artifício, misturando seus suspiros de tristeza com sons de regozijo.
É interessante, também, os desenhos coloridos de pó de serra que englobam grandes despesas também. Cidades como Antigua, na Guatemala, e Sonsonate em El Salvador são famosas pelos seus enormes “tapetes” coloridos e artisticamente desenhados de pó de serra. Quanto maior e mais custosos forem, tanto mais estimada é a família em frente de cuja casa é feito o “tapete”. Quando a procissão passa, os acompanhantes pisam no “tapete” até que fica completamente destruído. As pessoas aparentemente sentem satisfação em fazer tão impressionante trabalho de serragem, atraindo a atenção para si mesmas e sua casa.
Entretanto, deve-se considerar as seguintes perguntas: É a “Semana Santa” uma observância religiosa apropriada para os cristãos? Baseiam-se a celebração e seus rituais na Palavra de Deus, a Bíblia? O que diz a Bíblia sobre a festa da “Semana Santa”? Seria sábio determinar as respostas.
Primeiro de tudo, a pessoa se queda pensando sobre a anarquia, a imoralidade e a desordem relacionadas com a “Semana Santa”. Devia uma celebração verdadeiramente cristã ser manchada por tão fragorosa desconsideração dos ensinos de Jesus Cristo e da Bíblia Sagrada? Realmente, tal fruto não é compatível com algo cristão, algo que seja deveras excelente e digno de louvor. — 2 Cor. 6:14; Tia. 3:11, 12.
Como seria de esperar, contudo, em parte alguma da Bíblia encontramos instruções sobre guardar tal festa da “Semana Santa”. Com efeito, os costumes e processos seguidos na celebração deveras colidem com os ensinos da Bíblia; por exemplo, o costume de abster-se de carne na “Semana Santa”. A Bíblia indica que tal abstinência por motivos religiosos seria característica da apostasia, afirmando: “Alguns apostatarão da fé, . . . serão seduzidos pela hipocrisia de impostores, . . . eles proibirão . . . o uso de certos alimentos que Deus criou para serem tomados com ação de graças pelos fiéis e por todos aqueles que conheceram claramente a verdade.” — 1 Tim. 4:1-3, tradução do Pontifício Instituto Bíblico.
Jesus Cristo disse que Deus é corretamente adorado “em espírito e em verdade”. (João 4:24, PIB) Podem estas palavras de Jesus harmonizar-se com a prática da “Semana Santa” de realizar uma procissão religiosa que apresenta a imagem de Jesus? Pelo contrário, a honra e a homenagem prestadas a uma imagem física, material, é clara violação do princípio bíblico: “Caminhamos pela fé e não pela visão.” — 2 Cor. 5:7, PIB.
Não obstante, alguns observadores da “Semana Santa” talvez afirmem não ser a imagem que é honrada, mas aquele que a imagem representa, Jesus Cristo. Todavia, Deus meridianamente manda que se proíba até mesmo tal adoração relativa de imagens. Diz ele: “Não farás para ti escultura, nem imagem alguma daquilo que existe no alto, no céu, ou aqui em baixo, na terra . . . Não te prostrarás diante delas.” “Não vos fabricareis ídolos, nem erigireis imagens ou cipos, nem tolerareis no vosso país alguma pedra trabalhada para a adorardes.” “Filhinhos, guardai-vos dos ídolos.” — Êxo. 20:4, 5; Lev. 26:1; 1 João 5:21, PBI.
Considere a falta de sabedoria em se honrar uma coisa inerme feita de madeira, pedra ou pedras preciosas. Não tem vida, sendo simples obra das mãos do homem. Não pode arrazoar como faz uma pessoa. Não pode falar, assim como uma boneca não pode conversar com uma criança. Não pode ouvir as petições da pessoa, nem ver os perigos impendentes e então clamar, dando aviso. Pouco é de se admirar, portanto, que a Palavra de Deus mostre a tolice de se honrar uma imagem, conforme feito na “Semana Santa”. — Isa. 44:9-20; 46:5-7; Sal. 134:15-18, PIB.
Há apenas uma celebração que a Bíblia instrui os cristãos a guardar, e essa é a comemoração da morte do próprio Jesus. Note como esta celebração foi instituída e se tornou um requisito para os cristãos. A Bíblia explica: “Por fim, quando chegou a hora, [Jesus] recostou-se à mesa, e os apóstolos com ele. E, aceitando um copo, deu graças e disse: ‘Tomai isto e passai-o de um para outro entre vós . . .’ Tomou também um pão, deu graças, partiu-o e deu-lho, dizendo: ‘Isto significa meu corpo que há de ser dado em vosso benefício. Persisti em fazer isso em memória de mim.’” — Luc. 22:14, 17-19.
É esta celebração anual, e não a festa da “Semana Santa”, com seus costumes e rituais antibíblicos, que o verdadeiro cristão deve observar. Para os cristãos, esta comemoração da morte de Jesus é um meio de uni-los na verdadeira adoração e de prestar o devido reconhecimento à misericordiosa provisão de Jeová Deus em dar a Cristo como resgatador da humanidade.
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A roupa de casamentoDespertai! — 1971 | 8 de abril
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A roupa de casamento
● Interessante costume que certa vez prevalecia no Oriente Médio elucida as palavras de Jesus em Mateus 22:11-13, onde ele fala de os convidados a um casamento receberem roupas de casamento. Antes de a influência ocidental modificar certos costumes, os viajantes nas terras bíblicas relataram que recebiam roupas de casamento quando compareciam a festas de casamento. Tais roupas eram longos mantos com mangas soltas para pôr por cima de suas vestes.
Certo nativo sírio relata que o pai do noivo fornecia tais roupas que eram feitas de material barato, porém de cores alegres. Fazia-se isto prevendo-se o caso de algum homem pobre vir sem ter a roupa apropriada para adornar-se. Se qualquer conviva deixasse de colocar esta roupa, o governador da festa podia repreendê-lo.
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O outro lado da teoria da evoluçãoDespertai! — 1971 | 8 de abril
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O outro lado da teoria da evolução
Os compêndios de muitas escolas e faculdades ensinam a teoria da evolução como se fosse um foto confirmado. Uma geração inteira de estudantes aprendeu que não há outra explicação da fonte da vida humana. Disse certo diretor de escola: “Como sabe, dispomos duma biblioteca de mais de 10.000 livros, mas nem sequer um deles fornece o outro lado da teoria da evolução.” Em vista deste desequilíbrio, aceitou uma publicação que fornece o outro lado. Poderá também dispor desta informação, pois se acha no livro que estimula as idéias VEIO O HOMEM A EXISTIR POR EVOLUÇÃO OU POR CRIAÇÃO? Um exemplar lhe será enviado, com porte pago, por apenas Cr$ 1,25.
Remeto-lhes Cr$ 1,25. Queiram enviar-me o livro de 192 páginas, Veio o Homem a Existir por Evolução ou por Criação?
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