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    Despertai! — 1980 | 22 de setembro
    • de Babilônia e Belsazar foi morto. Dentro de dois anos, Ciro expediu seu famoso decreto que permitia que cerca de 50.000 cativos retornassem a Jerusalém. Cerca de duzentos anos depois, o domínio persa sobre Babilônia chegou ao fim quando Alexandre Magno capturou Babilônia, em 331. Em meados do segundo século A. E. C., os partos, sob seu rei, Mitradates I, detinham o controle sobre Babilônia. Visto que floresciam comunidades judaicas nesta terra, Pedro, o apóstolo para os judeus, dirigiu-se a Babilônia, e foi dali que escreveu pelo menos uma de suas cartas inspiradas. (Gál. 2:7-9; 1 Ped. 5:13) Os líderes judeus nestas comunidades orientais também desenvolveram o Targum Babilônico, também conhecido como Targum de Onkelos, bem como produziram vários manuscritos das Escrituras Hebraicas. Um dos textos mais importantes da linha de textos orientais ou babilônios é catalogado como o Códice Babilônico Petropolitano de 916 E. C., agora em Leningrado, U. R. S. S. Em 226 E. C., a regência parta sobre Babilônia foi substituída pela dinastia sassânida (persa) e, por volta de 640 E. C., os árabes muçulmanos assumiram o controle de Babilônia. — veja BABILÔNIA (CIDADE).

      BABILÔNIA, A GRANDE. Entre as visões de João, registradas no livro de Revelação, aparecem declarações de juízo contra “Babilônia, a Grande”, bem como uma descrição dela e de sua queda. — Rev. 14:8; 16:19; caps. 17 e 18; 19:1-3.

      Em Revelação 17:3-5, Babilônia, a Grande é descrita como mulher vestida de púrpura e escarlate, ricamente adornada, e montada sobre uma fera cor de escarlate que tem sete cabeças e dez chifres. Sobre sua testa, acha-se escrito um nome, “um mistério: ‘Babilônia, a Grande, a mãe das meretrizes e das coisas repugnantes da terra’”. Ela também é representada como sentada sobre “muitas águas”, que representam “povos, e multidões, e nações, e línguas”. — Rev. 17:1-15.

      O luxo e o domínio atribuídos à Babilônia, a Grande, não permitem igualá-la simplesmente à cidade literal de Babilônia, na Mesopotâmia. Depois que a antiga Babilônia caiu diante de Ciro, o Persa, em 539 A. E. C., ela perdeu sua posição como potência mundial dominante, sendo libertos os seus cativos, inclusive os judeus. Embora a cidade continuasse a existir até mesmo além dos dias dos apóstolos, e, por isso, existisse nos dias de João, não mais era uma cidade de importância mundial, e eventualmente caiu em decadência e na completa ruína. Assim, Babilônia, a Grande, tem de ser vista como cidade simbólica, cidade esta da qual a cidade literal de Babilônia era o protótipo.

      LENTISCOS (BACA) [Heb., bakhá’]. A planta que desempenhou importante papel no encontro de Davi com os filisteus, “na baixada de Refaim”. (2 Sam. 5:22-25; 1 Crô. 14:13-16) A única outra referência a essa planta acha-se no Salmo 84:6: “Passando adiante pela baixada dos lentiscos [arbustos de baca], fazem dela um manancial.” Isto pode referir-se à mesma “baixada de Refaim”, onde a luta de Davi ocorreu, planície esta que se crê esteja a SO de Jerusalém.

      A palavra hebraica usada provém de uma raiz que significa “chorar” ou “gotejar”. Por conseguinte, parece indicar uma planta, arbusto ou árvore que exsuda lágrimas de goma ou talvez uma seiva leitosa. Sua identificação é incerta

      A Bíblia não especifica como o “ruído de marcha” era produzido (quer por meio das folhas, dos ramos, quer por alguma outra parte da planta, tais como vagens ou urtigas), e simplesmente indica que ocorreu nas “copas” das plantas. Poderia ter sido mero som farfalhante que servia como sinal, ou, conforme alguns sugerem, poderia ter sido um ruído de certo volume, produzido pelo vento impetuoso que servia para encobrir ou até mesmo simular o som de um exército em marcha.

  • Observando o Mundo
    Despertai! — 1980 | 22 de setembro
    • Riquezas Provocam Embaraço

      ◆ Sete prósperas instituições financeiras na República Federal da Alemanha são de propriedade da Igreja Luterana, e cinco são da Igreja Católica Romana, segundo o jornal alemão Süddeutsche Zeitung. O jornal observa que “algumas delas estão orgulhosas disso, ao passo que outras envergonhadamente tentam ocultar seu êxito, embora o mesmo não possa ser completamente ocultado”. As igrejas Luterana e Católica alemãs são sustentadas com dinheiro de impostos, e o Süddeutsche Zeitung argúi que as igrejas temem uma alteração das leis fiscais que distribuísse o dinheiro na base das necessidades, ao invés da percentagem fixa que agora recebem.

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