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  • A Sentinela Anunciando o Reino de Jeová — 1984
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w84 1/3 p. 27

Por dentro das notícias

Modificado o Conceito da Ressurreição

Estudiosos protestantes e católico romanos concordam agora em princípio que ‘a idéia duma alma imortal não e bíblico, mas uma idéia helenística que se infiltrou por engano no pensamento cristão’, de acordo com Gene Wehrli, professor do Novo Testamento no Seminário Eden, no Missouri, EUA. Uma notícia no Post-Dispatch de St. Louis observou que Wehrli afirma também que ‘o conceito cristão da vida após a morte não se baseava na crença duma alma imortal, mas dum corpo transformado por meio da ressurreição’. Ele explicou: “O entendimento helenístico e que as pessoas são imortais por natureza — que possuem uma alma presa a carne e retorna a Deus . . . A ressurreição da Bíblia salienta que em certo sentido morte é morte, mas que Deus faz a pessoa, na sua imparidade, viver novamente.” Portanto, afirmou-se que a ‘vida após a morte’ não é algo intrínseco aos humanos, mas, antes, a “dádiva gratuita de Deus”.

É interessante que alguns dos estudiosos atuais estejam chegando ao conceito da Bíblia. A Palavra de Deus oferece claramente a maravilhosa esperança duma ressurreição para os que morreram. Note a promessa de Jesus que fortalece a fé: “Sou Eu quem levanta os mortos e dá a eles uma nova vida. Todo aquele que crê em Mim, mesmo que morra como qualquer outro, viverá novamente.” Ele disse também: “Não vos maravilheis disso, porque vem a hora em que todos os que estão nos túmulos memoriais ouvirão a sua voz e sairão, os que fizeram boas coisas, para uma ressurreição de vida, os que praticaram coisas ruins, para uma ressurreição de julgamento.” — João 11:25, A Bíblia Viva; João 5:28, 29.

A Vida e a Lei

“Encarar a destruição do feto como apenas mais um procedimento cirúrgico é desconsiderar séculos de criminologia, teologia e filosofia moral.” Assim escreveu Billups Percy, professor de direito da Universidade de Tulane, numa carta ao Times de Nova Iorque a respeito duma decisão recente do Supremo Tribunal dos EUA sobre o aborto.

Em vez de se debater os prós e os contras das decisões, o professor sugere que “o Tribunal de modo algum devia tê-las deliberado”. Por que não? “Claramente, a questão do aborto é um clássico exemplo duma situação em que as únicas normas judiciais disponíveis são artificiais, instruídas por um formalismo legalista que simplesmente não está à altura da tarefa”, argumenta ele. Como exemplo menciona que “o Tribunal regula nitidamente o valor do feto por dividir o período que ele passa no útero em três períodos mais ou menos iguais. Daí . . . decreta que apenas durante o último trimestre é que a mãe pode ficar sujeita a quaisquer restrições relativas ao feto”.

Deveras, quaisquer “normas judiciais” impostas por humanos sobre a santidade da vida seriam “artificiais”, porque a vida se origina, não do homem, mas de Deus. “Pois contigo [i. e., com Deus] está a fonte da vida”, declarou o salmista no Salmo 36:9. Somente Deus tem o direito legal de deliberar como a vida, inclusive a dum feto por nascer, deve ser tratada. Nós, Suas criaturas, somos responsáveis perante ele, o nosso Criador. — Salmo 100:3.

Casa Religiosa Dividida

“A divergência nas atitudes [entre membros religiosos] quanto aos critérios religiosos oficiais há muito tem sido admitida, mas estatísticas recentemente reunidas corroboram isso”, observou George W. Cornell, redator religioso da Associated Press. Por exemplo, certo estudo luterano indicou que, ao passo que a maioria dos clérigos acreditam que “a criança é pecadora ao nascer”, menos de dois terços dos leigos concordam com isso. E, embora quase metade dos leigos acreditem que das muitas religiões do mundo “a maioria leva a Deus”, menos de 5 por cento dos clérigos consultados concordaram com isso.

Cornell prossegue por citar Dale Moody, clérigo batista, como objetando a ênfase dada em sua religião a uma vez salvo, sempre salvo”, o ensino de que a pessoa que aceita a Cristo não pode perder o favor de Deus e tem assegurada a salvação eterna. Comentando ainda mais sobre a casa dividida da religião, o eminente estudioso católico Michael Novak observou: “Uma nova geração ganha forças na Igreja Católica, está extremamente furiosa com a instituição católica, e provocará ondas que afetarão a todos os estadunidenses.”

Quão diferente é a unificadora exortação dada aos cristãos em 1 Coríntios 1:10: “Que todos faleis de acordo, e que não haja entre vós divisões, mas que estejais aptamente unidos na mesma mente e na mesma maneira de pensar.”

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