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  • Por que este esforço de paz agora?
    Despertai! — 1973 | 22 de abril
    • mesmo tamanho. E a produção agrícola não mantém o passo com a necessidade.

      Os líderes mundiais sabem que há grande fermentação entre os povos do chamado Terceiro Mundo, aqueles das ‘nações em desenvolvimento’, mais pobres. Tais nações têm mais que o dobro da população que as nações mais ricas, industrializadas, e aumentam numa taxa mais rápida.

      Para enfrentar o crescente descontentamento entre esta vasta população, as grandes potências tentam fornecer ajuda tecnológica. Foi feito progresso; mas os problemas são grandes e o crescimento demográfico simplesmente neutraliza qualquer progresso feito. Assim, recente enquete das Nações Unidas mostra que “está-se aprofundando continuamente o abismo entre as nações que têm e as que não têm”.

      A ameaça agora representada pela “bomba humana” se torna pior à cada dia que passa. Para desmontá-la, as grandes potências reconhecem a necessidade de desviar-se de suas rivalidades e trabalhar para melhorar as condições em todo o mundo.

      Demandam Atenção os Problemas Domésticos

      Os líderes mundiais também confrontam crescentes problemas internos e domésticos. Observam as suas grandes cidades em crise, muitas degenerando num passo atemorizante. Precisa-se urgentemente de dinheiro, mas as despesas militares e a ‘competição da guerra fria’ o tornam escasso.

      Há crescente demanda dos consumidores na União Soviética e em outros países que precisa ser satisfeita se as pessoas hão de permanecer submissas. E precisa-se fazer algo para parar a onda sísmica do crime, que engolfa todas as nações.

      Também, as pessoas observam a bem sucedida atividade espacial das grandes potências. Viram o homem andar na lua. Vêem que as nações têm êxito no espaço, assim, quedam-se pensativas sobre por que não deveriam fazer o mesmo na terra.

      As Nações Unidas — Merecem tal Título?

      Certa vez orgulhosamente aclamada como a máxima consecução da humanidade, a Organização das Nações Unidas se acha em dificuldades. Corre o perigo de perder todo o prestígio, a menos que ocorra alguma grande mudança mundial.

      No entanto, tendo agora em suas fileiras a China comunista, pela primeira vez ela abrange virtualmente a população mundial. O que dizer se as grandes potências elaborarem um arranjo de paz com a ajuda da ONU? O que dizer se ela ajudasse a aplacar as lutas e contendas entre as nações menores?

      Então as Nações Unidas poderiam parecer estar vivendo segundo seu título exaltado. Poderiam obter grande apoio e louvor.

      Em Crise a Religião Mundial

      A religião mundial, em especial a da cristandade, sofre grave declínio nos anos recentes. Disputas internas nas igrejas lhes custaram a perda de muito respeito. Sua aparente ineficácia em trazer a paz e em solucionar os problemas humanos faz com que muitos comecem a duvidar de seu valor. Mas, os líderes religiosos agora vêem as perspectivas de grande lucro em um acordo de paz mundial.

      Se a declaração de ‘paz e segurança mundiais’ fosse em breve proclamada ao redor da terra — com as igrejas em posição de afirmar que tiveram seu quinhão em consegui-la — isto poderia restaurar pelo menos parte de sua decrescente influência, prestígio e favor. Precisam disso — e sabem que precisam.

      O Papa Paulo VI admitiu que a dissensão, a crítica e o protesto afligiam a Igreja Católica e provocavam “um estado de inquietação que não podemos e não iremos ocultar”. — Times de N. I., 24 de junho de 1972.

      Um acordo mundial de paz muito contribuiria para aplacar tal inquietação e aumentar a confiança no futuro. Poderia suscitar esperanças de um reavivamento religioso e de força renovada por parte das religiões do mundo.

      As razões, então, pelas quais os homens deveriam fazer um esforço total em prol da paz e segurança mundiais são muitas, e muito poderosas. Há evidência de que levarão os assuntos a certo ponto, dentro em breve, em que o clamor de “Paz e segurança” se tornará o lema do dia!

      Mas, a grande pergunta é: Durará?

      Podemos saber a resposta dessa pergunta, agora.

  • Uma “geração de paz” ou efêmera paz mundial?
    Despertai! — 1973 | 22 de abril
    • Uma “geração de paz” ou efêmera paz mundial?

      A DÉTENTE mundial, ou descontraimento das relações internacionais tensas, acha-se agora em processo. Por quanto tempo durará? Será que trará uma “geração de paz” numa “nova ordem mundial”, como alguns prevêem?

      Apesar de todas as razões urgentes para se buscar a paz mundial, apesar de todo o esforço árduo concentrado nas negociações, apesar de toda a determinação e de todos os desejos dos líderes mundiais, e apesar de toda a inteligência de seus conselheiros, a vindoura paz mundial que modelam será de curta duração. Por quê?

      Por dois motivos básicos, ambos poderosos.

      Um é porque não resolverá — com efeito, não pode resolver — os problemas humanos que perturbam a paz. Os líderes mundiais ou despercebem ou preferem ignorar o seguinte fato: A guerra não é causada pelas bombas, nem pelos navios de guerra ou pelas balas. A guerra é causada por pessoas. Qualquer arranjo de paz que as nações façam jamais removerá o egoísmo humano. E esta é obviamente a raiz de toda desunião, de todos os choques violentos e de toda a guerra.

      Em realidade, o vindouro arranjo de paz se funda principalmente numa base egoísta. Não associa a paz com a confiança e crédito mútuos? Todavia, disse o Dr. Henry Kissinger, principal

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