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  • Por que muitos não desejam mais o sacerdócio?
    Despertai! — 1972 | 8 de fevereiro
    • surpreender-nos que a Igreja Católica passe por uma crise, Seria diferente se ela seguisse o ensino bíblico e aderisse coerentemente a suas normas em tudo? Se tivesse feito isto, o celibato compulsório para os sacerdotes nem sequer seria uma questão, pois a Bíblia não apóia tal idéia.

  • ‘Felizes os misericordiosos — serão tratados com misericórdia’
    Despertai! — 1972 | 8 de fevereiro
    • “A Tua Palavra É a Verdade”

      ‘Felizes os misericordiosos — serão tratados com misericórdia’

      HÁ UM ditado que diz: “A virtude é sua própria recompensa.” Tal ditado é bem intencionado, pois quem é virtuoso com vistas a recompensa material não é realmente virtuoso. No entanto, a Palavra de Deus nos assegura de que Jeová Deus também recompensa a virtude, isto é a boa qualidade moral e as ações corretas. Com efeito, o apóstolo Paulo declara que, para agradar a Deus, temos de crer, não só que Ele existe, mas também que recompensa aqueles que fervorosamente o buscam. (Heb. 11:6) Jesus Cristo, o Filho de Deus, bateu na mesma tecla no seu Sermão do Monte, ao dizer: “Felizes os misericordiosos, porque serão tratados com misericórdia.” — Mat. 5:7.

      Para muitos, a palavra “misericórdia” só tem o sentido legal de não exigir a penalidade plena que a justiça exige. Assim, comutar uma pena de morte em prisão perpétua é considerado como ato de misericórdia. A Palavra de Deus amiúde usa “misericórdia” com esta conotação. Mas, “misericórdia” também tem outro sentido, o de mostrar bondade ou compaixão, consideração aos merecedores ou necessitados, e é com este significado que a palavra “misericórdia” é usada mais freqüentemente na Bíblia, tanto nas Escrituras Hebraicas como nas Gregas.

      Quando Jesus, em relação com sua parábola do Bom Samaritano, perguntou quem ‘se fez próximo do homem que caiu entre os salteadores’, responderam-lhe: “Aquele que agiu misericordiosamente para com ele.” É óbvio que a questão aqui não era de temperar a justiça com a tolerância, ou ser perdoador, mas, antes, a de se mostrar compaixão para com uma vítima do infortúnio, o homem que fora golpeado e roubado. (Luc. 10:36, 37) E, assim, repetidas vezes verificamos nos Evangelhos que as vítimas do infortúnio ou os necessitados suplicaram a Jesus que tivesse misericórdia deles, não tendo presente que ele os devia perdoar, que devia exigir menos justiça deles, mas que devia aliviar seus sofrimentos.

      Será que Deus deveras mostra misericórdia aos que são assim misericordiosos? Os fatos históricos mostram que aquilo que a Palavra de Deus afirma sobre isto é verdade. Notável exemplo de como Deus mostrou misericórdia, no sentido de compaixão para com alguém que demonstrou esta qualidade, é visto no registro bíblico de Tabita ou Dorcas. Conta-nos que “abundava em boas ações e nas dádivas de misericórdia” para com os pobres. Quando aconteceu cair doente e morrer, aqueles que se haviam beneficiado de suas misericórdias mandaram chamar o apóstolo Pedro. Ele, por meio do espírito santo de Deus, pôde trazê-la de novo à vida — certamente grande misericórdia para com ela. — Atos 9:3-43.

      Outro exemplo da aplicação das palavras de Jesus em Mateus 5:7 é visto no caso de Cornélio, oficial romano que vivia em Cesaréia. Era ‘devoto e temia a

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