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  • Damasco
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    • imponente. Paulo (Saulo) pregou por algum tempo nas sinagogas de Damasco, mas uma trama assassina o obrigou a fugir de noite através duma abertura na muralha da cidade. — Atos 9:11, 17-25; 26:20; Gál. 1:16, 17.

  • Dança
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    • DANÇA

      A execução rítmica de movimentos do corpo, em geral acompanhada de música, que varia desde um ritmo lento até um violento delírio. A dança é uma expressão exterior das emoções e das atitudes da pessoa, muitas vezes de alegria e êxtase, raras vezes de ódio e vingança (conforme exibido nas danças de guerra). As emoções e os sentimentos expressos na dança são realçados por trajes apropriadamente coloridos ou acessórios simbólicos.

      A arte da dança é de origem muito remota e desde os tempos mais primitivos tem sido usada por quase todas as raças como meio de expressão emocional, particularmente na adoração. Nas Escrituras Hebraicas ocorrem várias expressões que são traduzidas “dança”, “danças de roda”, “dançar em roda” e “saltitar”.

      Os dançarinos expressaram seu sincero louvor e agradecimento a Jeová depois que Israel testemunhou a demonstração inspiradora de fé do poder de Jeová ao destruir os egípcios. Assim, enquanto os homens juntavam-se a Moisés em cantar um hino de vitória, Miriã comandava as mulheres em danças com acompanhamento de pandeiros. (Êxo. 15:1, 20, 21) Outra dança de vitória motivada por profundos sentimentos religiosos foi a da filha de Jefté, que saiu para juntar-se ao pai em louvar a Jeová por ter entregue os amonitas em suas mãos. (Juí. 11:34) As mulheres de Israel, dançando ao som de alaúdes e de pandeiros, aclamaram a volta de Saul e Davi após a vitória de Jeová sobre os filisteus. ( 1 Sam. 18:6, 7; 21:11; 29:5) A dança também fazia parte de certas festividades anuais em conexão com a adoração de Jeová. (Juí. 21:19-21, 23) Os Salmos também endossam a dança como meio de honrar e de louvar a Jeová. — Sal. 149:1, 3; 150:4.

      Em Israel, a dança era realizada geralmente em grupos, especialmente pelas mulheres. Quando os homens participavam na dança, faziam-no em grupos separados; aparentemente, não havia mistura de sexos em suas danças. As danças tanto eram realizadas num cortejo como em roda (Jui. 21:21; 2 Sam. 6:14-16), mas tais estilos não faziam com que fossem semelhantes às danças pagãs de cortejo ou de roda. Os motivos e os objetivos por trás da própria dança, o anunciado propósito das danças, os movimentos do corpo dos dançarinos e os pensamentos que tais movimentos transmitem aos observadores são as coisas importantes a considerar e a comparar ao determinar semelhanças ; nos estilos de dança.

  • Daniel
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    • DANIEL

      [Deus é (meu) juiz]. Destacado profeta de Jeová, da tribo de Judá. Escritor do livro que leva seu nome. Muito pouco é conhecido sobre os primeiros anos de sua vida, mas ele mesmo menciona ter sido levado para Babilônia, provavelmente como jovem príncipe, junto com outros da descendência real e da nobreza. — Dan. 1:3-6.

      SOB DOMÍNIO BABILÔNICO

      Ao passo que muitos dos exilados foram instalados junto ao rio Quebar, fora da cidade de Babilônia, Daniel e seus três companheiros foram selecionados para um aprendizado especial de três anos sobre cultura babilônica, a fim de prepará-los para serviço governamental. Segundo o costume, receberam nomes babilônicos, sendo que Daniel foi chamado de Beltessazar (ou Baltazar), que significa “Protege sua vida”. Não querendo se contaminar com os alimentos consignados, que talvez incluíssem alguns proibidos pela Lei mosaica ou profanados por rituais pagãos, Daniel pediu que a dieta deles se limitasse a hortaliças e água. Ensinou-se-lhes toda a sabedoria babilônica, mas foi Jeová Deus quem lhes deu “conhecimento e perspicácia em toda a escrita e sabedoria; e o próprio Daniel tinha entendimento de toda sorte de visões e sonhos”. (Dan. 1:17) Examinados pelo rei ao fim de três anos, constatou-se que eram “dez vezes melhores do que todos os sacerdotes-magos e os conjuradores que havia em todo o seu domínio real”. — Dan. 1:20.

      OS SONHOS DE NABUCODONOSOR

      No segundo ano de Nabucodonosor (provavelmente contado desde a derrocada de Jerusalém em 607 A.E.C.), este tem um sonho que ‘agita seu espírito’. Todos os sábios sendo incapazes de revelá-lo, Daniel comparece à presença do rei e não apenas relata-lhe o sonho, por meio de revelação divina, mas interpreta-o, deste modo salvando da execução a si mesmo e aos outros sábios. Isto leva Nabucodonosor a constituir Daniel “governante de todo o distrito jurisdicional de Babilônia e prefeito supremo sobre todos os sábios”. (Dan. 2:48) Seus três companheiros recebem altos cargos fora da corte, ao passo que Daniel serve na corte do rei.

      Não se sabe ao certo por que Daniel não estava também envolvido na questão de integridade confrontada por seus companheiros, Sadraque, Mesaque e Abednego, quando ordenados a adorar a imagem de ouro erguida na planície de Dura. (Dan., cap. 3) A conduta anterior de Daniel, bem como sua posterior lealdade a Deus, mesmo sob risco de vida, conforme relatada no capítulo 6, dá plena certeza de que, se estava presente, e quaisquer que tenham sido as circunstâncias, Daniel não transigiu por curvar-se diante da imagem. Também, a Palavra de Jeová expressa Sua aprovação de Daniel como plenamente devotado, alistando-o junto

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