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  • A Babilônia lança alicerces para o ludíbrio mundial
    A Sentinela — 1964 | 15 de dezembro
    • para lançar gritos de guerra, para colocar os aríetes contra as portas, para levantar terraplenos, para edificar os baluartes.” — Eze. 21:20-22, ALA.

      14. Poderiam as artes mágicas de Babilônia salvá-la do desastre?

      14 Com o Rei Nabucodonosor II, a cidade de Babilônia alcançou o pináculo da glória e estabeleceu-se na posição da Terceira Potência Mundial na história bíblica. Assim, a sua altura máxima foi atingida pouco antes de sua queda. Por ter até mesmo o maior de seus reis aderido às artes mágicas, o profeta de Jeová, Isaías, pôde, ao predizer a sua queda, dizer-lhe que recorresse às artes mágicas dela e a seus contempladores das estrêlas, a seus feiticeiros e previsores do horóscopo mensal que tentassem salvá-la do desastre, se pudessem. Mas, isso seria em vão, pois Jeová a condenara.

      A TÔRRE RELIGIOSA BABILÔNICA

      15. Nos dias de Nabucodonosor II, em volta de que edifício se centralizava a religião babilônica?

      15 A religião falsa babilônica, que primeiramente se revelou na história pela sua original Torre de Babel, desde o comêço a condenou à eventual destruição. Nos dias do mais glorioso de seus reis, Nabucodonosor II, ela possuía a sua tôrre de religião, edificada, sem dúvida, nos alicerces da própria tôrre em que Jeová Deus confundiu a língua dos edificadores. Situava-se na parte meridional da cidade, não muito distante da margem oriental ou direita do Rio Eufrates. O Rei Nabucodonosor e seu pai real a chamaram Ziqqurat Bâbîli, isto é, “A Tôrre de Babilônia”. Estava dedicada ao principal deus babilônico, Merodaque, e à esposa Zēr-panîtum.

      16. De que consistia êste edifício, e a quem estava dedicado?

      16 A tôrre tinha grande alicerce, sôbre o qual, como platô, foram construídas seis seções quadradas, e tinha no alto um santuário, sendo êste dedicado ao deus Bel-Merodaque, que a evidência aponta como tendo sido o poderoso caçador Ninrode deificado. Por volta da base da tôrre havia pequenos templos ou capelas, dedicadas a diversos outros deuses dos babilônios.

      O ENSINO BABILÔNIO SOBRE A ALMA FAZ ADOECEREM AS NAÇÕES

      17. Que ensino seguiria lògicamente a deificação de Ninrode?

      17 Outra modalidade notável sôbre a religião de Babilônia é que ensinava a imortalidade da alma humana. Por certo, quando a Babilônia endeusou o primeiro rei, Ninrode, por ocasião da morte dêle, que não é descrita na Bíblia, tinha de atribuir imortalidade à alma de Ninrode, ou Merodaque. No mito babilônico sôbre Gilgamexe, a quem certos pesquisadores tentam identificar com Ninrode, êste metade-homem e metade-deus Gilgamexe buscou a imortalidade de seu corpo humano, em outras palavras, a vida indestrutível na terra. No décimo-segundo livro da epopéia de Gilgamexe, é-lhe concedida uma entrevista com seu anterior companheiro, já morto, que “descreve a lúgubre morada do além, e conta as várias modalidades que aguardam os mortos, de acôrdo com o modo de seus fins”. — The Encyclopedia Americana, edição de 1929, Volume 12, página 654.

      18. (a) Ao que atribuíam imortalidade os babilônios? (b) Como é tal crença numa existência após a morte descrita em The International Standard Bible Encyclopaedia?

      18 Na religião babilônica, Nergal era o deus do submundo e sua espôsa Erexe-kigal era a senhora soberana dêle. Mostrando que os babilônios não acreditavam na imortalidade do corpo humano, mas criam na imortalidade do que os gregos chamaram de psykhé ou “alma”, lemos o seguinte, a respeito “das últimas coisas”, conforme entendidas pelos babilônios

      Depois da morte, as almas dos homens parece que continuam a existir. Isso dificilmente poderia ser chamado de vida. O lugar para o qual foram é chamado de “terra de onde não se volta mais”. Ali, viviam em quartos escuros, no meio do pó e dos morcegos cobertos com roupa de penas, e sob o domínio de Nergal e Erexe-kigal. Quando a alma chegava dentre os mortos, tinha de ser julgada perante os juízes dos mortos, os Annunaki, mas pouco foi preservado para nós a respeito desta forma de julgamento. Parece que às vêzes se teve idéia de que talvez fôsse possível aos mortos retornar à vida, pois neste submundo havia a água da vida, que era usada quando o deus Tammuz retornava à terra [como vegetação]. Os babilônios . . . amiúde colocavam artigos junto aos mortos, que pudessem usar em sua futura existência. . . . No mundo futuro, parece que haveria distinções entre os mortos. Os que morriam nas batalhas parece que tinham favor especial. Recebiam água fresca para beber, ao passo que os que não tinham descendentes para lhes pôr ofertas nos túmulos, sofriam severas e muitas privações. . . . A doutrina babilônica era de que o homem, embora de origem divina, não partilhava do atributo divino da imortalidade [isto é, imortalidade do corpo]. — The International Standard Bible Encyclopaedia, Volume 1, página 373.

      19. A que outras doutrinas não-bíblicas levaram estas antigas crenças babilônicas?

      19 Junto com a astrologia, o temor dos demônios e a trindade, êste ensino, como se originou na Babilônia, propagou-se entre os povos da terra, conduzindo às doutrinas não-bíblicas do inferno de fogo, purgatório, reencarnação, transmigração das almas e espiritismo, com que tôdas as nações e a maioria de seus religiosos carolas estão adoecendo espiritualmente até morrerem. Se a sua religião apoia qualquer destas doutrinas, esteja certo de que é contaminada pela Babilônia e se constitui um dos baluartes da falsa religião que vieram desta fonte babilônica rebelde.

      20. (a) Quando se deu a primeira queda de Babilônia? (b) O que, por fim, se tornou aquela famosa cidade? (c) Que pergunta adicional ainda exige resposta?

      20 Êstes são apenas alguns dos ludíbrios alicerçados na antiga Babilônia, dominada pelos demônios, como base sôbre a qual o enganador invisível, Satanás, o Diabo, edificou uma estrutura religiosa para o ludíbrio mundial. Babilônia sofreu queda quando Jeová Deus confundiu a língua de seus edificadores, na Tôrre de Babel, mas não foi ‘destruída naquela época. Mais tarde, passou das mãos dos dominadores camíticos para semitas, mas isto não eliminou a condenação a que havia sido condenada por Deus. A destruição predita sobreveio à famosa cidade e por fim a sua localização exata se tornou desconhecida. Mas, o que é a Babilônia Maior, predita na Bíblia como tendo de cair com tremendo estardalhaço? A pesquisa bíblica adicional revelará isso.

  • A verdade não é comprada com dinheiro
    A Sentinela — 1964 | 15 de dezembro
    • A verdade não É Comprada com Dinheiro

      EM ISRAEL, certa pessoa judia se tornou interessada na obra das testemunhas de Jeová, resultando na seguinte experiência: “Certo dia, alguém bateu à minha porta. Entrou um homem que veio da parte do conselho de rabinos e disse-me que o conselho de rabinos ouvira dizer que eu mudara de religião. A comissão de rabinos se reunira para considerar o assunto, e disse que estavam dispostos a ajudar-me financeiramente, se eu voltasse para a religião judaica, pois pensavam que eu me convertera a outra religião por razões financeiras. Respondi-lhe que há algumas coisas que não podem ser compradas com dinheiro, e a verdade da palavra de Deus, a Bíblia, era uma delas. Encontrei esta verdade com a ajuda das testemunhas de Jeová. O representante do conselho de rabinos perguntou-me então: ‘Quem é Jeová?’ Eu lhe respondi: ‘É uma vergonha um judeu não conhecer o nome de Jeová!’ Peguei uma Bíblia e mostrei-lhe textos e evidência, e perguntei-lhe se concordava com tôda a evidência. Êle começou a gaguejar, òbviamente embaraçado: ‘Já faz muito tempo que eu não tenho pegado numa Bíblia, de modo que não posso responder.’ Disse-lhe, então: ‘Se não conhece o nome de Deus e não conhece a sua Palavra escrita, a Bíblia, por que e para quem ora na sinagoga?’ O homem não sabia o que responder. Disse êle: ‘Posso contar-lhe um segrêdo? Não creio em nada. Continuo apenas a seguir a tradição de meus antepassados. A coisa principal é que tenho um certo emprêgo no conselho de rabinos, e recebo por êle um salário.’ Depois de dar testemunho a êle, dei-lhe algumas publicações bíblicas, e disse-lhe que agradecesse aos rabinos pela oferta dêles de ajudar-me financeiramente, mas eu não a necessitava, visto que depositei a minha confiança no Deus vivo, Jeová.”

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