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  • “Deus não é parcial”
    A Sentinela — 1977 | 15 de junho
    • Deus nos habilitará também a colocar na perspectiva certa aquilo que os outros possam pensar de nós. Nossa principal preocupação não será agradar a homens, que talvez fiquem impressionados com alguma ostentação, mas a Jeová Deus, que vê o que há no coração. Seguiremos a admoestação bíblica: “O que for que fizerdes, trabalhai nisso de toda a alma como para Jeová, e não como para homens, pois sabeis que é de Jeová que recebereis a devida recompensa da herança. Trabalhai como escravos para o Amo, Cristo. Certamente, quem estiver fazendo o errado receberá de volta o que fez de errado, e não há parcialidade.” — Col. 3:23-25, ed. ingl. 1971.

      Deveras, a imparcialidade de Deus resultou em maravilhosos benefícios para a humanidade. Lançou-se a base para todos, não apenas poucos, poderem escolher vir a ter uma posição aprovada perante Ele, com a perspectiva de viver para sempre. O reconhecimento deste fato deve estimular-nos a ajudar a tantos quantos podemos a obter conhecimento exato da verdade. Deve induzir-nos a evitar o favoritismo e a indevida preocupação com o que os outros possam pensar de nós. Por fazermos tudo para Jeová, imitando sua imparcialidade, podemos estar certos de receber uma rica recompensa.

  • Reconsiderações sobre a imortalidade da alma
    A Sentinela — 1977 | 15 de junho
    • Reconsiderações sobre a imortalidade da alma

      A VIDA é uma dádiva preciosa de Deus. Quando em perigo, as pessoas demonstram o desejo de continuar vivas. Quando alguém morre, os entes queridos que sobrevivem a ele costumam entreter a esperança de que a morte não seja “o fim de tudo” para o seu querido.

      A Palavra de Deus apresenta uma maravilhosa esperança para os mortos. Por exemplo, Jesus declarou: “Esta é a vontade daquele que me enviou, que eu não perca nada de tudo o que ele me tem dado, mas que eu o ressuscite no último dia. Pois esta é a vontade de meu Pai, que todo aquele que observa o Filho e exerce fé nele tenha vida eterna, e eu o ressuscitarei no último dia.” — João 6:39, 40.

      O que acontece entre o tempo do falecimento de alguém e a ressurreição “no último dia?” Ensinaram-lhe a crer que, na morte, alguma “alma” imortal se separa do corpo, permanecendo consciente e sentindo prazer ou tortura, enquanto espera pela reunião com o corpo, na ressurreição? Milhões de pessoas, que antes criam em tal ensino, reconsideraram o assunto. Por quê?

      ALGUMAS RECONSIDERAÇÕES

      Durante séculos, famosos eruditos bíblicos e clérigos viram um conflito entre a doutrina da imortalidade da alma e a da ressurreição. Entre eles estava o tradutor da Bíblia, William Tyndale, que disse: “Ao colocar as almas dos falecidos no céu, no inferno ou no purgatório, destruíram os argumentos com os quais Cristo e Paulo provaram a ressurreição . . . Se a alma está no céu, então me diga que motivo há para a ressurreição?” Tyndale notou também que a doutrina da imortalidade da alma se originou dos “filósofos pagãos”.

      De modo similar, o monsenhor católico romano Ray T. Bosler escreveu numa coluna jornalística, publicada na metade do segundo semestre de 1974: “O Novo Testamento não fala duma alma imortal como distinta do corpo. . . . Quando o Novo Testamento usa a palavra alma, ela se refere ao verdadeiro eu — corpo e alma — que entra com a ressurreição numa nova vida. . . . Nossos teólogos discordam entre si sobre exatamente como é a existência dos santos até a ressurreição final. . . . Os teólogos especulam nisso sobre o desconhecido; por isso, não podemos esperar muita ajuda deles.”

      A Enciclopédia Judaica, publicada em inglês, comenta: “A crença de que a alma continua a existir após a dissolução do corpo é mais um assunto de especulação filosófica ou teológica, do que um de simples fé, e, por conseguinte, em parte alguma é expressamente ensinada na Escritura Sagrada.”

      Qual é o verdadeiro conceito bíblico sobre a alma?

      A ALMA — O QUE É? PODE MORRER?

      A primeira menção da alma humana na Bíblia ocorre em Gênesis 2:7, que diz: “E Jeová Deus passou a formar o homem do pó do solo e a soprar nas suas narinas o fôlego de vida, e o homem veio a ser uma alma vivente.” Queira notar que o homem não recebeu uma alma, mas veio a ser uma alma vivente. A alma é a pessoa inteira, não uma parte invisível dela. Sabia disso? Veja mais algumas declarações bíblicas no mesmo sentido:

      “E os filhos de José, que lhe nasceram no Egito, foram duas almas.” (Gen. 46:27) “Ora, caso alguma alma apresente como oferta uma oferta de cereais a Jeová . . . ” (Lev. 2:1) “Caso uma alma peque por engano . . . ” (Lev. 4:2) “Nenhuma alma vossa deve comer sangue.” (Lev. 17:12) “Sobre cada alma começou a cair temor.” (Atos 2:43) “Ora, ao todo éramos no barco cerca de duzentas e setenta e seis almas.” — Atos 27:37.

      Isto também foi reconhecido por famosos eruditos bíblicos, durante séculos. Por exemplo, Martinho Lutero escreveu a respeito da palavra para alma, na Bíblia hebraica: “Refere-se não apenas a uma parte do homem, assim como nós alemães falamos da alma, mas refere-se ao homem inteiro, assim como existe, com seus cinco sentidos, e assim como se sustenta com comida e bebida.” Lutero colocou a doutrina da imortalidade da alma entre as “infindáveis ficções monstruosas no monte de lixo [católico] romano de decretais”.

      Em tempos mais recentes, o teólogo Karl Barth observou numa entrevista de rádio: “Nunca se deve perder de vista o fato de que a Bíblia . . . descreve o homem na sua unidade, na sua inteireza, sua alma, que é a vida pessoal, que pode ser diferenciada de seu corpo, mas nunca separada dele, assim como o corpo pode ser diferenciado de sua alma, mas não separado dela.”

      Significa isso que, quando alguém morre, sua alma morre? A Bíblia menciona repetidas vezes almas como morrendo ou sendo destruídas. Como ilustração: “Terei de destruir esta alma dentre o seu povo.” (Lev. 23:30) “Todo aquele que tiver matado uma alma . . .” (Núm. 31:19) “Jesus disse-lhes então: ‘Eu vos pergunto: É lícito, no sábado, . . . salvar ou destruir uma alma?” — Luc. 6:9.

      Qual é a condição duma alma que foi morta ou destruída? Note a descrição do patriarca Jó do que lhe teria acontecido, se tivesse morrido logo ao nascer: “Pois agora eu já estaria deitado para ter sossego; então dormiria; estaria descansando.”

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