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  • Impressão, antiga indústria do extremo Oriente
    Despertai! — 1975 | 8 de fevereiro
    • Impressão, antiga indústria do extremo Oriente

      MUITO antes do início da impressão com tipos móveis na Europa, por volta de meados do século quinze E. C., a impressão já era feita no Extremo Oriente. Já no fim da oitava centúria, centenas de milhares de impressões em papel tinham sido feitas por meio de blocos de madeira.

      Foi nesse século que a imperatriz japonesa, Shotoku, ordenou que fossem impressos um “milhão” de encantamentos budistas de papel. Embora a impressão terminasse por volta de 770 E. C., alguns destes encantamentos ainda existem hoje.

      Não há exemplares impressos que tenham sobrevivido desde essa data primitiva na China. Mas, ali se fazia uma impressão similar. O ano 868 é a mais antiga data certa de impressão naquele país. Testificando isto, bem como o alto grau do desenvolvimento duma indústria impressora, há um livro completo descoberto numa câmara murada duma caverna perto de Tunhuang, China.

      Menos de duzentos anos depois, a impressão com tipos móveis era feita na China. O inventor dos tipos móveis foi Pi Shêng. Shên Kua, contemporâneo de Pi Shêng, escreve:

      “Durante o período do Ch’ing-li [1041-1049 E. C.] Pi Shêng, homem da roupa de algodão [isto é, homem do povo comum], fez também o tipo móvel. . . . Se a pessoa imprimisse apenas duas ou três cópias, este método não seria nem conveniente nem rápido. Mas, para se imprimir centenas ou milhares de cópias, era maravilhosamente [literalmente, ‘divinamente’]’ rápido.”

      Outro país do Extremo Oriente, onde a impressão fizera grandes progressos, era a Coréia. Perto do fim do décimo século, a indústria impressora de blocos de madeira foi desenvolvida ali. Durante o reinado do Rei Hyon-jong (1007-1031), a primeira edição da “Tripitaka Coreana”, coleção de sutras budistas, foi impressa. A terceira edição desta obra, lançada em 25 de setembro de 1251, foi impressa a partir de 81.137 blocos de madeira, que continham um total de mais de 52.000.000 de caracteres, e levou cerca de dezesseis anos para preparar. Calculando-se que dez caracteres seriam um dia de trabalho para um entalhador moderno, a tarefa foi deveras estupenda.

      Há indícios históricos de que por volta de dezessete anos antes do lançamento da terceira edição da “Tripitaka Coreana” o tipo móvel começou a ser usado na Coréia. Daí, no ano de 1390, o rei da Coréia ordenou o estabelecimento duma fundição de tipo. Foi nesta fundição real de tipos que foi fundido o mais antigo tipo metálico conhecido hoje, a fonte kyemi. Isto se deu no ano 1403, várias décadas antes de João Gutenberg de Mogúncia, Alemanha, segundo se pensa, ter inventado o tipo móvel.

      Embora a impressão com tipo móvel viesse a ser usada nos países orientais antes que na Europa, não se tornou permanentemente estabelecida no Extremo Oriente, nem é reconhecida como tendo algo que ver com o desenvolvimento da impressão na Europa. Os sistemas de escrita não-alfabéticos dos chineses, japoneses e coreanos constituíam os principais obstáculos para tornar a impressão com tipos móveis verdadeiramente econômica e prática. As línguas européias de escrita alfabética, contudo, eram ideais para a impressão por tipos móveis. Por isso, a invenção do tipo móvel na Europa exerceu efeito mais profundo para o esclarecimento intelectual dos povos do que sua anterior invenção no Extremo Oriente.

  • O maior processo de fabricação
    Despertai! — 1975 | 8 de fevereiro
    • O maior processo de fabricação

      ● Será que o maior processo de fabricação é a produção de automóveis ou algum outro processo semelhante? Disse o Times de Nova Iorque: “O maior processo de fabricação de per si no mundo ocorre em uma das menores unidades da vida — as células das plantas verdes. O processo de fabricação é . . . a fotossíntese. A cada ano, este processo é responsável pela transformação de 100 bilhões de toneladas do elemento inorgânico, o carbono, em formas orgânicas que sustentam a vida. Por contraste, todos os grandes alto-fornos do mundo só fabricariam meio bilhão de toneladas de aço no mesmo tempo.”

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