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  • Uma das bibliotecas mais incomuns do mundo
    Despertai! — 1977 | 8 de dezembro
    • Nos fundos do templo existe ainda outra série de gravuras que mostram algumas das doutrinas e filosofias do budismo. Uma capta especialmente nossa atenção. Representa as almas dos iníquos sendo atormentadas no inferno ardente. Isto é interessante, pois confirma que a doutrina falsa do inferno de fogo tem origem não-cristã.

      A Biblioteca Incomum

      Por trás do templo, subimos em degraus de pedra até dois longos prédios de madeira, maiores que o próprio templo. Tais prédios alojam esta estranha biblioteca — não de livros — mas de mais de 80.000 blocos antigos de madeira para impressão. É uma das coleções mais antigas e mais completas do cânon páli do budismo, com suas três Pitaca, ou “cestos”. O primeiro contém sermões; o segundo, regras de disciplina; e o terceiro, um resumo das doutrinas. Nosso guia relata a história interessante destes blocos.

      Quando os mongóis invadiram a Coréia, no século treze, muitas das relíquias culturais e religiosas primitivas da Coréia foram destruídas. Os mongóis queimaram o templo onde era guardada a versão original do cânon páli, esculpido duzentos anos antes. Todos os sutras, leis e tratados budistas, gravados em placas de madeira, foram destruídos. O rei fugiu para a ilha de Ganghwa, ao norte do porto de Inchon. Visto que as escrituras eram tidas como vitais para a sobrevivência física e espiritual do reino, o rei ordenou de imediato que se esculpisse nova cópia.

      Depois de se estabelecer a sede de produção na Ilha de Ganghwa, iniciou-se a tarefa de esculpir. A madeira dura do vidoeiro-branco foi cortada em blocos que mediam 23 por 67 centímetros, com 3 centímetros de grossura. Durante três anos, os blocos ficaram mergulhados na água do mar, sendo então cuidadosamente secados à sombra. Em seguida, foram fumegados em água salgada, e, de novo, cuidadosamente secados. Isto fez com que a madeira se tornasse o bastante macia para ser delicadamente esculpida. Depois de cada bloco ser esculpido de ambos os lados, com cerca de 300 caracteres chineses, era envernizado como proteção contra insetos.

      Levaram quase dezesseis anos para terminar o esculpir. Começando em 1236 E. C., a obra foi concluída em 1251, sendo gravados um total de 84.000 blocos. É interessante que se diz que as doutrinas e ensinos budistas enumeram 84.000. Os blocos foram conservados num templo da ilha, sendo mais tarde transferidos para Seul, e, por fim, perto do fim do século quatorze, foram transportados para Haein-Sa. Dentre os 84.000 blocos originais, 81.340 sobreviveram ao transporte e à erosão dos elementos, e são conservados com dois salões do século quinze, especialmente construídos para manter a umidade, a temperatura e a ventilação corretas. A Korean Encyclopœdia (Enciclopédia Coreana) fornece seu número como sendo 81.258, mas os monges e as pessoas que trabalham na área do templo de Haein-Sa afirmam que são 81.340, segundo a última contagem. Cada bloco pesa 3,5 quilos. São deveras um testemunho da excelente perícia e arte artesanal dos coreanos.

      Por causa desta biblioteca, Haein-Sa se tornou um centro para os peregrinos e eruditos budistas. Os blocos serviram de texto para a primeira literatura budista em coreano, quando foram traduzidos dos caracteres clássicos chineses para a escrita fonética coreana. Estes blocos de setecentos anos de existência têm sido usados na impressão de livros. Cerca de 7.000 livros já foram impressos, cada um contendo tudo que é abrangido nos blocos existentes. Algumas cópias foram enviadas para outros países, para pesquisas e estudos.

      No budismo, as pessoas aprendem a não matar, não mentir, não roubar, a não cometer adultério e a evitar a bebedice — que em si mesmos são bons princípios. Todavia, tem sido impossível para o budismo realmente inculcar tais princípios em seus devotos. E, ao falar com muitos que crêem no budismo, torna-se bem patente que essa religião não ensina como enfrentar os muitos problemas que a humanidade depara neste século vinte. Realmente, os escritos sagrados do budismo não apresentam nenhuma esperança real para o futuro da humanidade.

      Há um livro, contudo, que deveras apresenta uma esperança brilhante para o futuro da humanidade. Trata-se da Bíblia, distribuída em bilhões de exemplares e, no todo ou em parte, em cerca de 1.600 idiomas. Sua origem foi muito anterior à de quaisquer outros livros religiosos, e tem o poder de transformar a personalidade da pessoa, porque não se trata da filosofia de um homem que buscava a verdade. Ela procede da real Fonte da vida e de todas as coisas materiais — o Criador. É provável que tenha um exemplar da Bíblia em sua biblioteca pessoal. Examine-a, em busca de uma vida mais rica agora, e duma esperança de vida interminável logo à frente.

  • Sair da cozinha
    Despertai! — 1977 | 8 de dezembro
    • Sair da cozinha

      Visto que a cozinha é a ‘área de trabalho’ da maioria das casas, muitas senhoras acham que passam toda sua vida tentando arranjar um meio de fugir dela. Ao passo que a cooperação familiar é vital, eis aqui algumas dicas para poupar tempo que as donas-de-casa talvez queiram experimentar:

      ✔ Poderá pôr e retirar a mesa mais rapidamente por ter uma pequena bandeja para itens tais como sal, pimenta, açúcar e guardanapos. Deste modo, maneja um só item — a bandeja — ao invés de manusear muitos itens separados. Similarmente, uma “bandeja do desjejum”, que contenha geléias, pastas, manteiga e leite, pode poupar tempo.

      ✔ Pendure tudo que possa (dentro dos limites razoáveis, naturalmente) na parede da cozinha. Poderá poupar tempo e não sentir a frustração de tentar achar os utensílios necessários numa gaveta ou num armário.

      ✔ Quando seu forno precisar de limpeza, coloque um prato com meia colher de amônia no forno, pela manhã. (Conserve fechada a porta do forno.) Em fins da tarde, a sujeira incrustada se terá soltado e será mais fácil limpar o forno.

      ✔ Evite a limpeza (e os odores) desnecessários do refrigerador por manter dentro dele uma caixa aberta de bicarbonato de sódio. Agite o bicarbonato de vez em quando e substitua-o a cada dois ou três meses.

      ✔ Uma coisa prática para poupar tempo na limpeza da cozinha é uma velha escova-de-dentes. Esta escovinha conseguirá atingir lugares que as maiores não atingem.

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