De Nossos Leitores
Depressão
“Como maçãs de ouro em escultura de prata é a palavra falada no tempo certo para ela.” (Provérbios 25:11) Gostaria de expressar-lhes meu agradecimento pela valiosíssima matéria de Despertai! sobre o assunto “Depressão — Você Poderá Vencer a Luta” (22 de outubro de 1987), bem como a seqüência desse assunto, “Derrotar a Depressão — Como Outros Podem Ser de Ajuda!”. (8 de novembro de 1987) Quando comecei a ler o assunto, logo veio à minha mente o texto acima, e eu pensei: “Então é isso o que me faz sentir tão mal!” Além de me sentir fisicamente mal devido à depressão, o que me fazia sentir pior era a incompreensão de outras pessoas. Cheguei até mesmo a pensar que se quase ninguém me compreendia, o defeito estava todo em mim. Cheguei a pensar que até mesmo Jeová não entendia o que estava acontecendo comigo, que eu era indigna de ser compreendida por ele. Depois de ler os artigos, compreendi que estava enganada, e que ele se importa comigo. Compreendi que preciso de ajuda para vencer tal problema, bem como me esforçar para vencê-lo. Espero vencê-lo com a ajuda de Jeová e de pessoas que demonstram compreender o problema.
L. P., Espírito Santo, Brasil.
Molhar a Cama
Gostaria de sugerir um assunto para Despertai!. Eu tive problema de molhar a cama até os 14 anos de idade. Ninguém mais do que eu queria pôr fim a isso, contudo consideravam-me preguiçoso, desobediente e descuidado. Tentaram-se diversas formas de punição, incluindo fazer-me chupar os lençóis molhados. Isso fez-me sentir envergonhado, magoado e amargurado com relação aos meus pais, e isolou-me da família. Creio que informações úteis a respeito desse assunto seriam profundamente apreciadas.
G. T., Estados Unidos.
Sem dúvida, G. T. já deve ter notado a matéria publicada sobre esse assunto em nossa edição de 22 de fevereiro de 1988. − ED.
Artista de Histórias em Quadrinhos
O artigo “Uma Artista de Histórias em Quadrinhos Busca a Felicidade”, na edição de 22 de fevereiro de 1988, foi extremamente oportuno para mim. Até ler esse artigo, eu planejava ganhar a vida como artista de histórias em quadrinhos, servindo ao mesmo tempo no ministério cristão. Como cartunista, poderia trabalhar as horas que desejasse. E obtive bons resultados ao me inscrever para novos cartunistas.
Como fui ingênua! Em vez de trabalhar apenas as horas que me convinham, o trabalho teria comandado todo o meu tempo. Também, dei-me conta de que estava cerrando meus olhos quanto à possibilidade de promover conceitos errôneos na mente de milhares de moças.
M. S., Japão.
Agradeço por terem publicado esse artigo. Eu era uma daquelas “jovens sonhadoras” mencionadas pela escritora. Quando iniciei o 2.º grau, encontrava-me na idade em que o interesse pelo sexo oposto surge impetuosa e repentinamente. Enquanto se anseia um amor romântico, a leitura de livros de histórias em quadrinhos pode fazer a pessoa se identificar com os personagens principais e sentir tudo. Eu comprava livros grossos de histórias em quadrinhos e devaneava por ler as ‘histórias fabulosas’ vez após vez. Estava viciada em histórias em quadrinhos, e não conseguia largá-las. Tornaram-se minha fuga da realidade. O modo de pensar dos jovens está sendo corroído pelos livros de histórias em quadrinhos. Sei disso porque aconteceu comigo.
Anônima, Japão.