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  • A crescente popularidade da astrologia
    Despertai! — 1970 | 8 de junho
    • departamentos nos Estados Unidos e 15.000 pessoas por mês obtêm dela horóscopos e análises. Uma única loja que fez o anúncio do serviço efetuou 500 vendas do serviço astrológico no espaço de uma semana.

      O freguês paga NCr$ 90,00 pelo serviço e recebe em dez dias um relatório escrito que lhe conta o que a astrologia supostamente revela sobre sua personalidade, saúde, relações românticas e o ano à frente.

      O serviço tem obtido tamanho êxito financeiro que a companhia com três anos de existência teve um índice anual de vendas, durante 1969, de cerca de NCr$ 8.100.000.000,00. Planeja expandir seus serviços ao Canadá e à Inglaterra.

      A astrologia revelou-se um negócio lucrativo para alguns seguidores. Um deles, por exemplo, que é favorito das estrelas de cinema tem uma renda em dólares calculada em bem uns seis algarismos.

      Na Índia, a astrologia continua com sua velha popularidade. Está profundamente impregnada no modo de vida hindu. Até mesmo alguns comunistas na Índia procuram conselho astrológico por consultar seus horóscopos quanto ao dia mais auspicioso em que preencher suas nomeações.

      No Ceilão, onde os diários trazem anúncios colocados por famílias à procura de cônjuges apropriados para suas filhas, a astrologia desempenha seu papel. Como na Índia, as famílias costumeiramente exigem que o pretendente traga seu horóscopo para que possa ser comparado com o da filha para ver se a união seria “favorável”.

      Por todo o Extremo Oriente, a astrologia ocupa proeminente lugar nas vidas do povo. Mas, por que crescentes números de pessoas no Ocidente manifestam vívido interesse nela? O que a astrologia lhes oferece? É compatível com a Palavra escrita de Deus, a Bíblia?

  • O que a astrologia oferece?
    Despertai! — 1970 | 8 de junho
    • O que a astrologia oferece?

      SEM dúvida, a popularidade da astrologia deve-se ao desejo comum das pessoas de conhecer o futuro. Já não sentiu esse desejo? Não é especialmente forte quando alguém se confronta com sentimentos de insegurança, confusão e incerteza quanto a qual seria a melhor coisa a fazer? Mas, pode confiar na astrologia para que lhe dê informações fidedignas sobre o futuro?

      A astrologia afirma que os corpos celestes — a lua, os planetas e as estrelas — controlam os assuntos humanos. Os adeptos da astrologia crêem que pode assegurar o êxito de uma coisa se calcular o tempo dela para quando os movimentos destes corpos celestes lhe forem “favoráveis”. Crêem também que pode evitar acontecimentos desagradáveis por não empreender certa coisa quando seus movimentos forem “desfavoráveis”.

      Talvez leu sobre o príncipe do Extremo Oriente que adiou seu casamento por um ano porque os astrólogos disseram que os signos não eram favoráveis. Este foi o Príncipe Palden Thondup Namgyal de Sikkim. Os astrólogos o persuadiram a adiar o casamento em 1962 para 1963. Daí, quando herdou o trono com a morte de seu pai, convenceram-no de que deveria adiar sua coroação por um ano pela mesma razão.

      No mundo ocidental há pessoas que não assinarão um contrato, abrirão um negócio nem iniciarão um novo projeto de espécie alguma sem primeiro consultar um astrólogo. Segundo o Times Magazine de Nova Iorque, de 15 de dezembro de 1968, a indústria da moda em Nova Iorque e Paris não pensaria em lançar uma nova coleção de vestidos numa ocasião designada pelos astrólogos como sendo desfavorável para eles. Em que base se determinam esses tempos “favoráveis” e “desfavoráveis”?

      O Zodíaco

      Os astrólogos chamam de zodíaco àquela parte do céu acima da terra por onde se movem o sol, a lua e as estrelas. O nome vem do grego e significa “círculo de animais”. Cada um destes designa uma constelação de estrelas, chamada “signo” do zodíaco. Assim, um dos doze signos, o Escorpião, é representado por um escorpião e simboliza o período de 24 de outubro a 22 de novembro. Tauro, outro signo, é representado por um touro e simboliza o período de 21 de abril a 21 de maio. As pessoas nascidas durante quaisquer um destes períodos abrangidos por esses doze signos têm supostamente certas características diferentes das possuídas por pessoas nascidas em outros períodos; assim afirma a astrologia.

      À base do zodíaco, um astrólogo pode traçar o horóscopo da pessoa. Trata-se de um diagrama que mostra a relação dos corpos celestes no momento preciso do nascimento da pessoa. Supõe-se que quaisquer estrelas que porventura estiverem no alto nessa ocasião influenciem a sua personalidade.

      A astrologia afirma que certos planetas exercem influências conflitantes ou complementárias e que o efeito recíproco dessas influências pode significar-lhe quer o bem quer o mal. Devido a esta afirmação muitas pessoas não fazem nenhuma decisão importante sem primeiro consultar um astrólogo. Mas, quão fidedigno é seu conselho?

      Quão Exata?

      Lembra-se da afirmação que os astrólogos da Índia fizeram de que horrível calamidade ia acontecer em 1962? Ficaram excitados quando cinco planetas iam conjuntar-se, isto é, ficariam em posições tais que uma linha imaginária traçada da terra ao espaço os atravessaria. Simultaneamente, o sol iria entrar em eclipse com a lua. Esta raridade no movimento destes corpos celestes devia acontecer numa área do zodíaco que é considerada desfavorável.

      Os astrólogos deixaram o povo numa febre de excitamento por avisá-lo de que estivesse pronto para terremotos, enchentes, guerras, e coisas semelhantes. O dia fatídico, 3 de fevereiro de 1962, veio e foi-se sem as calamidades preditas. O que os astrólogos consideravam como mau agouro realmente não teve nenhum significado. Algumas pessoas dizem que os astrólogos meramente interpretaram mal os signos. Quer o tenham feito quer não, permanece o fato de que a astrologia não foi um revelador exato de eventos futuros.

      Outro exemplo de falha foi quando a Apollo 8 orbitou a lua. Antes de a viagem começar, alguns astrólogos britânicos advertiram: “A probabilidade de mudanças de personalidade entre os astronautas é muito alta.” Por quê? Porque “Júpiter e Urano”, disseram eles, “estão em conjunção pela primeira vez em quatorze anos — e as influências são muito fortes”. A conjunção destes planetas, porém, não teve nenhum mal efeito sobre os astronautas.

      Ainda outra falha recente, digna de nota, foi quando dois astrólogos separadamente predisseram que Jackie Kennedy não se casaria de novo no futuro próximo. Seu casamento com um magnata grego de transportes marítimos provou que erraram. Embora um dos astrólogos argumentasse que não considerava isto como casamento por causa da idade do Sr. Onassis, permanece o fato de que estão legalmente casados e ela não é mais solteira.

      Afirma-se que Hitler tinha cinco astrólogos que o aconselhavam quanto às ocasiões auspiciosas para executar suas decisões. Apesar de sua confiança na astrologia, esta lhe falhou. Ele e seus planos resultaram em desastre.

      Linguagem Ambígua

      A linguagem da astrologia, como talvez saiba, é geralmente ambígua. Isto permite diferentes interpretações. Talvez se diga a uma pessoa que “uma relação com um amigo sofrerá um refinamento”, que em certa data haverá um “acontecimento agradável” na vida de alguém, e assim por diante.

      A respeito das predições de Nostradamus, famoso astrólogo do século dezesseis, The World Book Encyclopedia comenta em sua edição de 1966: “Suas profecias eram intencionalmente obscuras e vagas e estão sujeitas a muitas interpretações.”

      Visto que uma predição é geralmente fraseada de modo ambíguo, não importa o que aconteça, o astrólogo, quase sempre, pode fazer parecer que estava certo. Por exemplo, se uma pessoa é prejudicada quando os signos astrológicos eram “bons” para ela, o astrólogo indica que teve sorte de escapar do que poderia ter acontecido se os signos fossem “maus”. Se os signos forem “maus” e uma pessoa os contrariar sem haver maus resultados, o astrólogo afirma que foi inconscientemente cautelosa por causa de ter sido avisada antes.

      Na Índia, um astrólogo obtém substancial parte de sua renda por prescrever modos de evitar as más conseqüências que prediz. Quando as coisas que prediz não ocorrem, atribui aos apetrechos propiciatórios que vendeu à pessoa. Estes talvez consistam em pedras preciosas usadas em anéis, amuletos contendo ervas consagradas, encantações místicas escritas em casca de árvore e hinos escritos em honra a Kali, a deusa hindu da destruição.

      Forma de Adivinhação

      A astrologia afirma que oferece à pessoa uma visão do futuro com respeito a si mesma. Similarmente, os antigos idólatras procuravam presságios do futuro nas marcas do fígado de animais sacrificados. Consideravam tais marcas como reflexos em miniatura das estrelas, que julgavam que influenciavam suas vidas. Também procuravam presságios no vôo das aves e no movimento das estrelas e planetas. Estas são todas formas de adivinhação.

      Ligando a astrologia com a adivinhação, o livro Standard Dictionary of Folklore, Mythology and Legend de Funk e Wagnalls declara: “A astrologia é uma das mais antigas formas de adivinhação, e prevalecia entre as nações do Oriente (Egito, Caldéia, Índia, China) na própria aurora da história. . . . O astrólogo como adivinho usa eventualmente meios suplementares de determinação, e encontramos íntima relação entre a astrologia por um lado, e a geomancia chinesa [adivinhação por figuras ou linhas], a hepatoscopia do Oriente Próximo [adivinhação por inspecionar os fígados de animais], a adivinhação chinesa e japonesa pelo casco de tartaruga, e a quiromancia cigana por outro.”

      Começou na Babilônia

      Ao examinar a história, verificará que a astrologia sempre esteve intimamente associada com povos supersticiosos e idólatras. De fato, é evidente que teve seu início na antiga Babilônia, a fonte de práticas religiosas enganosas, degradantes e falsas. O livro Religion of Babylonia and Assyria de Jastrow fala da “profunda impressão causada no mundo antigo pelas notáveis manifestações do pensamento religioso em Babilônia

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