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    • de estrago ou destruição. Por conseguinte, parece que Deus lhes concede o poder de auto-sustentação, não dependendo de fontes externas de energia, como dependem Suas outras criaturas, carnais e espirituais. Isto é estimulante evidência da confiança que Deus deposita neles. Tal existência independente e indestrutível, porém, não os remove do controle de Deus, e eles, como seu Cabeça, Cristo Jesus, continuam sujeitos à vontade e às orientações do seu Pai. — 1 Cor. 15:23-28.

  • Índia
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    • ÍNDIA

      [Heb., Hóddu; compare com o sânscrito Sindhu, que significa “mar, grande rio”, e, por conseguinte, refere-se de forma primária ao rio Indo]. Há incerteza quanto à área exata abrangida pelo nome bíblico “Índia“. (Ester 8:9) Os estudiosos geralmente sugerem que indica a área da bacia do rio Indo e seus tributários, isto é, a região de Pundjab e talvez também Sind. O testemunho do historiador Heródoto (História, Livro m, sec. 88, 94; Livro IV, sec. 44, Clás. Jackson) indica que “Índia” veio a tornar-se inicialmente parte do Império Persa durante a regência de Dario Histaspes (c. 522-486 A.E.C.). No tempo de Assuero (considerado como sendo Xerxes I, filho de Dario Histaspes), a Índia ainda constituía o limite oriental do império. (Ester 1:1) Inscrições de Xerxes I também alistam a Índia como parte de seu domínio.

      A evidência arqueológica aponta que florescia uma civilização no vale do Indo séculos antes do período persa. Os sítios mais antigos ali fornecem evidência de planejamento urbano e de atenção dada ao saneamento. As ruas tinham um traçado cuidadoso, formando quarteirões, e um sistema de drenagem ia das casas para esgotos de tijolos. As cidades também dispunham de grandes banhos públicos.

      É provável que o vale do Indo fosse povoado não muito depois de ser confundida a língua dos edificadores de Babel. Uma comparação da civilização antiga do vale do Indo com a da Mesopotâmia revela, efetivamente, algumas similaridades. Estas incluem o erguimento de estruturas como as plataformas em zigurate da Mesopotâmia, esculturas de figuras humanas, com cabeças tendo aspectos faciais em forma de máscaras, típicos das antigas esculturas mesopotâmicas, e sinais pictográficos que se assemelham às primitivas formas mesopotâmicas. O assiriólogo Samuel N. Kramer sugeriu que o vale do Indo foi colonizado por um povo que fugiu da Mesopotâmia, quando os sumerianos assumiram o controle de tal área.

  • Inferno
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    • INFERNO

      Trata-se do vocábulo usado na versão Almeida (bem como na católica versão Soares e na maioria das traduções antigas), para traduzir o termo hebraico she’óhl e o grego haides. Na versão Almeida, a palavra “inferno” traduz o termo she’óhl vinte e oito vezes, e haides sete vezes. Esta versão não é coerente, contudo, uma vez que she’óhl também é traduzido vinte e sete vezes “sepultura”, cinco vezes “sepulcro”, uma vez “terra”, uma vez “enterrados”, uma vez “mundo invisível”, e duas vezes é transliterado “Seol”. Na versão Soares, o termo she’óhl é traduzido “inferno (s)” trinta e quatro vezes, “habitação dos mortos” onze vezes, “sepulcro” onze vezes, “sepultura” quatro vezes, “abismo” uma vez, “terra“ uma vez, “[perigos] exiciais” uma vez, “morte” uma vez, e é transliterado “cheol” duas vezes.

      Ilustrando o problema, em 1885, quando foi publicada a completa English Revised Version (Versão Revisada Inglesa), a palavra original she’óhl foi, em muitos lugares, transliterada para o texto inglês das Escrituras Hebraicas, embora, na maioria das ocorrências dela, se usasse “sepultura” e “cova”, e se encontra o termo “inferno” umas quatorze vezes. Este foi um ponto em que a comissão estadunidense discordou dos revisores ingleses, e, assim, ao produzirem a American Standard Version (Versão Normal Americana; 1901), transliteraram she’óhl em sessenta e cinco ocorrências. Ambas as versões transliteraram haides nas Escrituras Gregas Cristãs em todas as suas dez ocorrências, embora a palavra grega Géenna (Port., “Geena”) seja traduzida em todas elas como “inferno”, como acontece em muitas outras traduções modernas.

      A respeito do uso de “inferno” para traduzir estas palavras originais do hebraico e do grego, An Expository Dictionary of New Testament Words (Dicionário Expositivo de Palavras do Novo Testamento), de W. E. Vine (Vol. H, p. 187) afirma: “HADES . . . Corresponde a ‘Seol’ no A.T. [Antigo Testamento]. Na V.A. [Versão Autorizada] do A.T. [Antigo Testamento] e do N.T. [Novo Testamento], foi vertido de modo infeliz por ‘Inferno’.”

      A Colliefs Encyclopedia (Enciclopédia de Collier; ed. 1965, Vol. 12, p. 27) afirma a respeito do “Inferno”: “Primeiro representa o hebraico Seol do Antigo Testamento, e o grego Hades, da Septuaginta e do Novo Testamento. Visto que Seol, nos tempos do Antigo Testamento, se referia simplesmente à habitação dos mortos e não sugeria distinções morais, a palavra ‘inferno’, conforme entendida atualmente, não é uma tradução feliz.”

      Com efeito, é devido ao modo como a palavra “inferno” é entendida hoje em dia que ela constitui tal meio ‘infeliz’ de verter estas palavras bíblicas originais. Basicamente, o significado original da palavra “inferno” é bem similar ao significado destas palavras bíblicas, mas tal significado se perdeu de vista e foi substituído por outro significado, que muito se contrasta com o original. O New Twentieth Century Dictionary, Unabridged (Novo Dicionário do Século Vinte, Exaustivo), de Webster, afirma sob “Inferno”: “de helan, cobrir, esconder”. A palavra “inferno” não transmitia assim, originalmente, nenhuma idéia de calor ou de tormento, mas simplesmente de um ‘lugar coberto ou oculto, e, assim sendo, era muito similar ao significado do hebraico she’óhl. No antigo dialeto inglês, a expressão “helling potatoes” (infernizar batatas) significava, não assá-las no fogo, mas simplesmente colocar as batatas no chão, ou num porão.

      O significado atribuído à palavra “inferno” atualmente é o representado em A Divina Comédia de Dante, e no Paraíso Perdido de Milton, significado este completamente distanciado da definição original da palavra. A idéia dum “inferno” de tormento ardente, contudo, remonta a uma época muito anterior a Dante ou a Milton. A Grolier Universal Encyclopedia (Enciclopédia Universal Grolier; ed. 1965, Vol. 5, p. 205), sob “Inferno”, afirma: “Os hindus e os budistas consideram o inferno como um lugar de purificação espiritual e de restauração final. A tradição islâmica o reputa um lugar de castigo eterno.” Também é encontrado entre os ensinos religiosos pagãos dos povos antigos da Babilônia, da Pérsia e da Fenícia. The Encyclopedia Americana (Ed. 1956, Vol. 14, p. 82) afirma: “Embora haja muitas e significativas variações nos pormenores, os aspectos principais do inferno, conforme concebidos pelos teólogos hindus, persas, egípcios, gregos, hebreus e cristãos, são essencialmente iguais.”

      Visto que este conceito de “inferno” tem sido um ensinamento básico da cristandade por muitos séculos, é compreensível por que a obra supracitada afirma (na p. 81): “Muita confusão e muitos mal-entendidos foram causados pelo fato de os primitivos tradutores da Bíblia terem traduzido persistentemente o hebraico Seol e o grego Hades e Geena pela palavra inferno. A simples transliteração destas palavras por parte dos tradutores das edições revistas da Bíblia não bastou para eliminar apreciavelmente esta confusão e equívoco.” Sem embargo, tal transliteração e tradução da Bíblia a fazer uma comparação cuidadosa dos textos em que aparecem estas palavras originais, e, com a mente aberta, a chegar assim ao entendimento correto de seu verdadeiro significado.

  • Inimigo
    Ajuda ao Entendimento da Bíblia
    • INIMIGO

      Inimigo. Veja ÓDIO, SATANÁS.

  • Iniquidade
    Ajuda ao Entendimento da Bíblia
    • INIQUIDADE

      Qualquer pessoa que não se ajuste ao padrão de excelência moral de Deus é iníqua, má, ruim, ou imprestável. Semelhante à palavra grega ponería (Mat. 22:18; Mar. 7:22; Luc. 11:39; Atos 3:26; Rom. 1:29; 1 Cor. 5:8; Efé. 6:12), as formas adjetiva, substantiva e verbal provenientes da raiz hebraica rashá‘ designam aquilo que é iníquo. (Gên. 18:23; 2 Sam. 22:22; 2 Crô. 20:35; Jó 34:8; Sal. 37:10; Isa. 26:10) Ponerós (relacionado com ponería) amiúde significa o que é mau ou iníquo num sentido moral (Luc. 6:45) e pode aplicar-se a algo que é ruim ou imprestável num sentido físico, como no caso em que Jesus Cristo falou do “fruto imprestável”. (Mat. 7:17, 18) Este vocábulo também pode descrever algo que é prejudicial e, em Revelação 16:2, tem sido vertido “dolorosas” (BLH) e “maligna(s)”. — Al; Ne; NM; NTV.

      POR QUE SE PERMITIU A INIQUIDADE

      Satanás, o Diabo, que fez com que o primeiro homem e a primeira mulher, Adão e Eva, se rebelassem contra Deus, opõe-se ao padrão justo de Deus e é, apropriadamente, chamado de “o iníquo”. (Mat. 6:13; 13:19, 38; 1 João 2:13, 14; 5:19) A rebelião iniciada por Satanás questionava a justeza e a justiça da soberania de Deus, isto é, se a regência de Deus sobre suas criaturas é exercida de forma justa e nos melhores interesses delas. Terem Adão e Eva também se rebelado suscitou outra questão: Provar-se-iam infiéis e desleais a Deus todas as outras criaturas inteligentes, quando a obediência não parecesse trazer benefícios materiais? A afirmação de Satanás a respeito do fiel Jó subentendia que o fariam. Satanás disse: “Pele por pele, e tudo o que o homem tem dará pela sua alma. Ao invés disso, estende agora tua mão, por favor, e toca-lhe até o osso e a carne, e vê se não te amaldiçoará na tua própria face.” — Jó 2:4, 5.

      Precisava-se de tempo para resolver as questões que haviam sido suscitadas. Por isso, Jeová Deus, ao permitir que continuassem vivendo as pessoas iníquas, tornou possível que outros tivessem parte em provar falsa a afirmação de Satanás, por servirem fielmente a Deus sob circunstancias desfavoráveis e atribuladas. Permitir Deus a iniqüidade também proveu uma oportunidade para que as pessoas abandonassem um proceder errado e se sujeitassem voluntariamente às leis justas de Deus. (Isa. 55:7; Eze. 33:11) Assim, restringir-se Deus, por algum tempo, de destruir os iníquos, serviu para poupar as pessoas de disposição justa, por lhes conceder tempo para provarem seu amor e sua devoção a Jeová. — Rom. 9:17-26.

      Em aditamento a isso, Jeová Deus utiliza as circunstâncias de tal modo que os próprios iníquos, sem o perceber, sirvam ao Seu propósito. Embora se oponham a Deus, Ele consegue restringi-los ao ponto necessário para preservar Seus servos na integridade deles, e para fazer com que as ações dos iníquos ressaltem a Sua justiça. (Rom. 3:3-5, 23-26; 8:35-39; Sal. 76:10) Esta idéia é expressa em Provérbios 16:4: “Tudo Jeová fez para seu propósito, sim, mesmo o iníquo para o dia mau.”

      Um caso em pauta é o do Faraó a quem Jeová, por meio de Moisés e de Arão, avisou para que libertasse os israelitas escravizados. Não foi Deus quem fez este governante egípcio ser iníquo, mas Ele permitiu que Faraó continuasse vivendo e também criou circunstâncias

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