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  • Eles mentem a respeito dos mortos

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  • Eles mentem a respeito dos mortos
  • A Sentinela Anunciando o Reino de Jeová — 1961
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A Sentinela Anunciando o Reino de Jeová — 1961
w61 1/11 pp. 645-648

Eles mentem a respeito dos mortos

ALGUNS dizem que se contam mais mentiras a respeito dos mortos do que a respeito dos vivos, que não há duas autoridades que parecem concordar sobre o assunto. Certo biologista disse que a morte é um fator necessário na ordem da natureza, que é estúpido dizer-se que não há morte. Certo médico disse: “Tem de haver morte”, ela é natural. Por outro lado, um clérigo asseverou que é igualmente estúpido dizer-se que a morte do homem é natural e necessária, como o é dizer-se que não há morte. E, novamente, nem todos os clérigos concordam com isso. Agora, dentre todos estes, a quem vai dar crédito?

Apesar da realidade universal da morte, há pessoas inteligentes que insistem em que a morte não existe. Por exemplo, o clérigo Norman Vincent Peale, da cidade de Nova Iorque, declarou francamente: “Não há morte. Não há morte!” No entanto, a Comissão da Fé Cristã, composta de quarenta e três teólogos protestantes da Igreja Unida do Canadá, relata depois de cinco anos de intensivo estudo bíblico: “É um erro dizer-se que ‘não há morte’, pois isto é uma mentira.” “A morte é um dos principais fatos da vida.” Assim, o que para um é verdade, para outro é mentira.

A corrupção do corpo físico é mera questão de observação. Isto pode ser verdade, dizem alguns, mas a nossa alma sobrevive ao corpo. O folheto católico romano O Que Acontece Após a Morte, publicado em inglês, diz: “Um dos ensinos elementares da Fé Católica é que ‘o homem é uma criatura composta de corpo e alma’ — duas partes que não estão frouxamente ligadas, mas que estão unidas para formar uma natureza humana individual. . . . Quando o homem morre, desligam-se sua alma e seu corpo. Seu corpo perde aquilo que o fez um corpo humano vivo. Ele se decompõe e reduz às matérias elementares de que se compunha. A alma humana, porém, não morre.” O periódico The Register, de 16 de agosto de 1959, declarou: “A alma não pode morrer, porque não se pode desintegrar, nem decompor nas suas partes, pois é singela, não se compõe de partes.” É “um ser substancial. Pode pensar, pode querer.”

A Comissão da Fé Cristã relatou, ao comentar esta separação entre alma e corpo: “Não morrer não é uma qualidade da alma humana, assim como não é uma qualidade do corpo humano. De fato, esta separação do ser humano numa alma imortal e num corpo mortal não procede da Bíblia e realmente se choca com o ensino cristão de que a vida além da morte é obra da graça de Deus, não o desdobramento natural da constituição do homem, e que a esperança cristã é a ressurreição, ser levantado dentre os mortos, em vez de uma imortalidade natural. Conforme dissemos, a idéia de que o homem se compõe de doas partes separáveis, a alma e o corpo, não procede da Bíblia; procede dos filósofos gregos.”

Os achados desta comissão a respeito da alma e dos mortos, foram amplamente noticiados e aclamados como novas descobertas. Seja notório que as testemunhas de Jeová, já por mais de oitenta anos, sabem, imprimem e pregam o que estes clérigos apenas agora estão descobrindo! Certamente, a mortalidade da alma e a esperança humana da ressurreição dos mortos não são descobertas novas, pois se encontram na Bíblia já por milhares de anos! No entanto, os clérigos têm por anos recusado obstinadamente admitir estes fatos. Eles mentiram a respeito dos mortos. Agora, depois de informarem erradamente o público, por muitos anos, alguns deles admitem a verdade bíblica, e fazem como se se tratasse de jóias recém-descobertas. Não é assim.

Existem também mentiras sobre a mortalidade do homem. Por exemplo, a estrela cinematográfica Deborah Kerr escreveu: “O homem é imortal. Nunca morre. Ele simplesmente É.” “O verdadeiro eu”, disse ela, “continuará a viver. Antes, voltará à unidade com Deus. Esta é a verdadeira imortalidade.” A Palavra de Deus, a Bíblia, porém, discorda desta atriz. A Bíblia diz que o homem é mortal. “É necessário que . . . isto que é mortal se revista da imortalidade”, disse o apóstolo Paulo. Se as criaturas já são imortais, como podem ‘revestir-se da imortalidade’? A declaração de Paulo seria supérflua, desnecessária, inverídica. — Jó 4:17; 1 Cor. 15:53, NTR.

OS MORTOS INCONSCIENTES

Outros acreditam que os mortos estão vivos, conscientes, e mantêm comunicações com os humanos vivos. O Dr. Leslie Weatherhead, ministro do Templo da Cidade, em Londres, Inglaterra, disse: “Estou convencido de que os mortos vivem e que, em alguns casos — relativamente poucos — estabeleceu-se comunicação com eles.” Como pode isto ser verdade, pando a Bíblia diz que “os mortos não saem cousa nenhuma”? Certamente, almas que não sabem coisa nenhuma ou “Não estão cônscios de absolutamente nada” não se podem comunicar. — Ecl. 9:5, Al; NM.

O evangelista GI-avin Hamilton declarou: “A crença de que a alma durma na morte e esteja inteiramente inconsciente, quer de bem-aventurança quer de infortúnio, baseia-se na suposição falsa de que o corpo físico seja necessário para a atividade e a consciência. . . . Sabemos que são eternamente ativas e cônscias.” Não só o texto já citado, de Eclesiastes 9:5, desmente esta declaração, mas Jesus Cristo, o Instrutor Mestre também o fez, pois ele falou muitas vezes da morte como sono. Certo governante dirigiu-se a Jesus e disse: “Minha filha faleceu agora mesmo; mas vem, impõe a. tua mão sobre ela, e viverá.” Quando Jesus entrou na casa do governante, o povo ali estava lamentando a morte da menina. Jesus disse-lhes: “Retirai-vos, porque não está morta a menina, mas dorme.” Jesus ressuscitou então a menina do sono da morte. — Mat. 9:18, 23-25, ALA.

Em outra ocasião, Jesus disse que ele ia para a casa de Lázaro, para “despertá-lo do sono”. Os discípulos pensavam que Jesus estivesse falando do sono natural. Jesus disse-lhes então: “Lázaro morreu.” Sem dúvida foi com esta idéia que o jornal Times de Nova Iorque, em 7 de dezembro de 1959, declarou num editorial sobre os 1.102 homens que morreram no couraçado Arizona que afundara, que eles “dormem para sempre”. Em geral, porém, a morte é chamada de sono por causa da esperança de viverem novamente na prometida ressurreição dos mortos. — João 11:11-14, NTR.

NÃO HÁ APOIO PARA O INFERNO DE FOGO

Muitos protestantes e muitos católicos acreditam que os mortos que não foram para o céu estão ou num purgatório ou num inferno de fogo, sofrendo dores atrozes. Uma publicação católica, distribuída pelos Cavaleiros de Colombo, diz: “Não pode haver dúvida de que o purgatório seja real, que o sofrimento ali seja real:” Quanto aos que estão no inferno, a publicação diz que estão irremediavelmente perdidos. O Inferno e o Lago de Fogo, um panfleto protestante publicado em inglês, declara: Um homem usufruirá para sempre os prazeres do céu. “O outro homem sofre a punição eterna e estará no inferno e no lago de fogo para todo o sempre.”

Não há absolutamente nada na Bíblia que apóie a qualquer uma destas doutrinas. A palavra “purgatório” não se encontra nem nas Bíblias católicas nem nas protestantes. Quanto à palavra “inferno”, ela tem a sua origem na palavra grega Hades e na palavra hebraica Seol. A palavra original em cada uma destas línguas significa o túmulo comum da humanidade, uma cova, o local onde os mortos e enterrados estão fora da vista. A Bíblia diz que tanto Jonas como Jesus estavam nó inferno. A respeito de Jesus disse Pedro: Ele não foi “abandonado no Hades [inferno, Fi]”, isto é, no inferno bíblico, no túmulo. O Apocalipse diz profeticamente que “a morte e o Hades [inferno; Al; So] entregaram aqueles que estavam mortos neles”.. O Apocalipse diz aqui que os mortos no Hades ou inferno estão. mortos, não vivos, e que têm esperança de libertação. A Bíblia é conclusiva sobre este ponto, de que os mortos “não estão cônscios de absolutamente nada”. Se não estão cônscios, não podem sofrer. Ainda mais: “Não há obra, nem engenho, nem conhecimento, nem sabedoria no Seol [sepultura, Al], o lugar para onde tu vais.” Os que ensinam diferente, mentem a respeito dos mortos. — Atos 2:31; Apo. 20:13; Ecl. 9:5, 10, NM.

VISÕES DO CÉU

Há os que afirmam que os moribundos recebem uma rápida visão do céu pouco antes da morte. O Dr. Norman Vincent Peale falou supostamente com a esposa do famoso inventor Thomas A. Edison sobre o seu conceito a respeito da vida após a morte. Peale escreve: “Quando Edison estava às portas da morte, seu médico viu que ele estava tentando dizer algo. Ele se inclinou e ouviu distintamente o moribundo dizer: ‘É muito belo do outro lado.’ As experiências observadas de homens e mulheres ao passarem para o chamado vale das sombras”, diz Peale, “indicam que do outro lado há tanto vida como beleza”. Ele continua: “Uma enfermeira que viu muitas pessoas morrer disse-me: ‘Meus pacientes expressaram-se, no momento da morte, como tendo “visto” algo, e muitas vezes falaram de maravilhosas luzes e música. Alguns falaram de terem visto rostos que reconhecem. Houve muitas, vezes um olhar de admiração maravilhada nos seus olhos.’”

O que vêem eles? Negar que estas pessoas vêem alguma coisa é rejeitar o testemunho de testemunhas de boa reputação, que não teriam nada para lucrar se falsificassem tal declaração numa hora destas. Morgan e Wyatt Earp, irmãos famosos do antigo Oeste americano, prometeram-se mutuamente que, quando um ou outro estivesse prestes a morrer, tentaria transmitir ao outro a verdade do que visse. Wyatt desprezava tais experiências como uma porção de tolice, ao passo que Morgan, em parte, acreditava nelas. Quando Morgan estava nos últimos segundos de sua vida, diz Wyatt, pediu que este se chegasse perto. “Acho que você tinha razão, Wyatt”, sussurrou ele. “Não vejo coisa nenhuma.” Isto foi tudo o que ele disse antes de morrer.

O que podemos concluir, então, sobre os que vêem coisas? A Bíblia diz conclusivamente que os mortos estão mortos, que estão inconscientes, que estão nos túmulos esperando a ressurreição. A única conclusão lógica a que se pode chegar é que aquilo que vêem não é a realidade mas uma imaginação criada na mente. Muitas destas pessoas ansiavam o céu ou temiam o inferno; assim, a mente, antes da morte, pinta-lhes quadros do céu; outros dizem que sentem tormentos. Assim como um homem sedento no deserto vê um oásis, e o faminto vê e cheira alimento, e o homem que se afoga vê num relance a sua vida passada,, assim é que estes têm “visões” do céu, de lugares sossegados ou mesmo de tormentos. Nada disso é real. Não, podemos em circunstância nenhuma deixar de lado o testemunho da Palavra de Deus a favor daquele do homem. Rejeitar a Palavra de Deus é mentir a respeito dos mortos.

A VERDADE SOBRE OS MORTOS

A única maneira segura de se saber a verdade sobre a origem e a condição da morte é aceitar o que a Bíblia diz. Ela tem suportado a prova de milhares de anos. Sendo a Palavra de Deus, fala com autoridade sobre a morte e a vida. Em breve, ela ensina o seguinte.

Quando cessam completamente as funções vitais dum organismo vivo; seja pequeno ou grande, simples ou complexo, então este organismo está morto. O que acontece na morte? A Bíblia diz simplesmente: “Tu és pó, e em pó te lias de tornar.” Nenhuma pessoa informada argumentará contra estas palavras. — Gên. 3:19.

Qual é a causa da morte? Só a Bíblia nos pode dar uma resposta razoável. O apóstolo Paulo diz: “O salário do pecado é a morte.” A morte não é apenas um resultado natural do pecado, mas é a sua justa punição, uma expressão da justiça divina. É o salário do pecado. O que é pecado? A Bíblia responde: “Toda a injustiça é peccado.” O pecado é a transgressão da lei de Deus, errar o alvo da perfeição. O primeiro registro de pecado se encontra em Gênesis, quando Adão e Eva comeram do fruto proibido. Sua desobediência deliberada foi pecado, e o salário do pecado é a morte. Adão e Eva morreram ambos em resultado do pecado. — Rom. 6:23; 1 João 5:17; Gên. 2:16, 17; 3:17-19.

Os descendentes de Adão, sendo concebidos em pecado, nasceram pecadores. Não tiveram outra escolha senão receber o salário do pecado. Por isso dizem as Escrituras: “Quem da imundícia poderá tirar cousa pura? Ninguém.” “Assim como por um só homem entrou o pecado no mundo, e pelo pecado a morte, assim também a morte passou a todos os homens, porque todos pecaram.” — Jó 14:4; Rom. 5:12, ALA.

Em que situação estão os mortos? Já tocamos neste assunto. A Bíblia fala dos mortos como estando adormecidos, descansando, inconscientes. Quanto à alma, o testemunho da Bíblia é que “o homem tornou-se alma vivente”. (Gên. 2:7, So; Al) Alma e homem são usados como sinônimos na Bíblia. A criatura vivente, senciente, que respira, quer animal quer humana, é uma alma. Em parte alguma diz a Bíblia que a alma é imortal. Ela fala claramente da alma como sendo mortal. Lemos em Ezequiel 18:4: “A alma que pescar, essa morrerá.” Não foi Deus, mas o Diabo quem disse a Eva “Certamente não morrereis.” As pessoas se apegaram a esta mentira até o dia de hoje. — Gên. 3:4.

Onde estão os mortos? Voltaram ao pó do qual foram feitos. A Bíblia fala duma ressurreição “tanto de justos como de injustos”. Quanto às pessoas iníquas, não há nenhuma esperança de ressurreição para elas. Tais são “como os animais, que perecem”. Os justos receberão uma bênção, ao passo que os iníquos não. “A memória do justo é abençoada, mas o nome dos perversos cai em podridão”, diz o Provérbio inspirado. — Atos 24:15; Sal. 49:20; Pro. 10:7, ALA.

Num enterro, um grupo de céticos presentes perguntou que esperança havia para os mortos. “Meus amigos”, respondeu um amigo do falecido, “não sei qual foi a sua crença ontem, nem sei o que será amanhã, mas, para hoje, esperamos em Deus”. Os que sabem a verdade sobre os mortos e conhecem o propósito de Deus, de ressuscitá-los no seu novo mundo de justiça, não desesperam. Depositam a sua esperança, não numa alma inexistente, mas no Deus verdadeiro e vivo, que ressuscitou a seu Filho, Jesus, para ser “Juiz de vivos e de mortos”. — Atos 10:42, ALA.

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