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    O Paraíso Restabelecido Para a Humanidade — Pela Teocracia!
    • com símbolos interessantes. Fixemos nossos olhos mentais no quadro que Zacarias nos descreve: “Então o anjo que falava comigo saiu e disse-me: ‘Levanta os olhos, por favor, e vê o que é que está saindo.’ Eu disse, pois: ‘O que é?’ Ele disse, por sua vez: ‘Este é o efa que está saindo.’ E ele prosseguiu, dizendo: ‘Este é seu aspecto em toda a terra.”’ (Zacarias 5:5, 6) No idioma usado pelo anjo, quer dizer, no hebraico, a expressão “seu aspecto” é literalmente “seu olho”. Similar a isso, em Números 11:7, “seu olho” (quer dizer, o recém-encontrado maná) é traduzido “se parecia”. Entretanto, a Versão dos Setenta grega de Zacarias 5:6 reza diferente: “Esta é a injustiça deles em toda a terra.” É o “aspecto” ou a ‘aparência’ de todos eles injusto?

      28. O que é indicado, quanto aos “em toda a terra”, ter o recipiente uma medida específica?

      28 Ora, teremos de ver o que há dentro daquele efa voador, o qual, conforme verificaremos, tem uma tampa de chumbo sobre ele. Uma medida de efa continha vinte e dois litros. Visto que fornece a medida do seu conteúdo, parece dizer que mede ou toma a medida do que há dentro do efa simbólico e assim apresenta o “aspecto” ou a ‘aparência’ de todos os que estavam no país ou na terra. Trata-se da injustiça, conforme sugere a tradução da Versão dos Setenta grega?

      29. O que se expôs como estando dentro do efa e que nome se lhe deu?

      29 “E eis que foi levantada a tampa circular de chumbo”, diz Zacarias, “e esta é certa mulher sentada no meio do efa. De modo que ele disse: ‘Esta é a Iniqüidade.’ E ele passou a lançá-la de volta no meio do efa, após o que lançou o peso de chumbo sobre a sua boca”. — Zacarias 5:7, 8.

      30. (a) Portanto, o que representava a “mulher” lá dentro e o que sugere estar ela retida dentro do efa? (b) É a espécie de iniqüidade simbolizada limitada por ser o recipiente um efa, usado no comércio? Mas, em qualquer caso, aonde pertencia?

      30 De modo que a iniqüidade de todos os habitantes do país é simbolizada por uma mulher. Mas agora, esta “iniqüidade” foi mantida presa como a mulher da medida de efa. Ela foi medida, e o tempo de sua permissão na terra também foi medido pelo Soberano Senhor Jeová. E para mantê-la presa, colocou-se uma pesada tampa circular de chumbo sobre a boca do efa. Sendo o efa uma medida usada no comércio, poderia sugerir algo comercial, e, por conseguinte, como contendo a iniqüidade comercial, negócios escusos. Mas, não necessariamente! Podem-se medir também todos os campos das relações e atividades humanas, e esta parece ser a maneira em que a “iniqüidade” simbolizada aqui deve ser encarada. Nenhuma espécie de iniqüidade tem qualquer lugar no país ou no domínio espiritual do povo dedicado de Jeová. Deve ser metida num recipiente e mandada para longe, em plena medida, para onde pertence. Não se deve permitir a sua permanência.

      31. O que viu Zacarias acontecer a seguir à medida de Efa?

      31 Esta remoção e transferência da “iniqüidade” é exatamente o que retrata esta sétima visão dada a Zacarias. Podemos alegrar-nos junto com ele, ao passo que nos diz: “Então levantei os olhos e vi, e eis que saíam duas mulheres, e havia vento nas suas asas. E tinham asas semelhantes às asas da cegonha. E aos poucos levantaram o efa entre a terra e os céus. De modo que eu disse ao anjo que falava comigo: ‘Para onde levam o efa?’” — Zacarias 5:9, 10.

      32. Como se contrastam estas duas mulheres com a mulher dentro do efa e o que sugere terem o vento nas suas asas?

      32 Usa-se duas mulheres simbólicas para transportar depressa a “iniqüidade” presa, como que por carga aérea nos tempos modernos. Este foi um bom uso de simbolismos. Não se usa mulheres apenas para simbolizar a iniqüidade; a iniqüidade não se limita a mulheres, mas elas podem ser também virtuosas e úteis no serviço de Jeová. E nesta visão são usadas para simbolizar agentes empregados pelo Soberano Senhor Deus, que odeia a iniqüidade. Semelhantes a Ele, estas duas mulheres simbólicas odeiam a iniqüidade e se alegram de ser usadas por ele para livrar dela o país. De modo que temos aqui um belo equilíbrio no uso de mulheres como símbolos. E visto que “havia vento nas suas asas”, mostra-se que têm ajuda celestial para eliminar às pressas a iniqüidade.

      33. Que particularidades a respeito da cegonha tornaram apropriado que estas duas mulheres simbólicas tivessem neste respeito asas de cegonha?

      33 Observamos que suas asas são como as “asas da cegonha”. Esta espécie de asas é bem apropriada para essas duas mulheres simbólicas, pois a palavra hebraica para “cegonha” (hhasidáh) deriva-se evidentemente da palavra hebraica (hhésed) que significa “benevolência” e “lealdade”, qualidades que assinalam as mulheres. A cegonha é conhecida por ser muito terna com sua cria e também leal ao seu companheiro durante a vida. Mas, naturalmente, não há ternura no tratamento da “iniqüidade”. Visto que as cegonhas são aves migratórias e têm percepção instintiva dos tempos de sua migração, estas duas mulheres simbólicas com asas de cegonha saberiam o tempo designado de Jeová para remover a “iniqüidade”. (Jeremias 8:7) Visto que as cegonhas têm uma envergadura de até mais de dois metros, podem voar alto e também levantar grandes pesos. Com as asas de cegonha, as duas mulheres simbólicas poderiam levantar e levar embora a pesada carga da “iniqüidade”. (Jó 39:13; Salmo 104:17) Perguntamos assim como Zacarias: “Para onde levam o efa?”

      34. Onde disse o anjo que as mulheres aladas levavam o efa cheio?

      34 O anjo que falava com Zacarias nos informa: “Ele me disse, por sua vez: ‘Para construir-lhe uma casa na terra de Sinear; e terá de ficar firmemente estabelecida, e ali terá de ser depositada sobre o seu devido lugar.’” — Zacarias 5:11.

      35. Que particularidade a respeito da “terra de Sinear” tornava-a um lugar apropriado para se levar a “iniqüidade” e depositá-la no seu “devido lugar”?

      35 Por que era levar-se a “iniqüidade” à “terra de Sinear” como depositá-la no seu “devido lugar”? Porque era ali, mesmo nos dias do profeta Zacarias, que se achava a cidade de Babilônia. Foi ali que se fundou Babilônia por Ninrode, o “poderoso caçador em oposição a Jeová”. Foi ali, tendo por centro a cidade de Babilônia, que se organizou a rebelião iníqua contra o Soberano Senhor Jeová. Ali se fundou também a religião falsa, organizada, de modo que a cidade de Babilônia veio a ser o centro mundial da religião falsa. Tornou-se a sede de “Babilônia, a Grande”, o império mundial da religião falsa, cujo império religioso perdura até hoje. (Gênesis 10:8-10; 11:1-9; Revelação 14:8; 17:1-18) Portanto, é ali na “terra de Sinear”, simbolizando o local da rebelião contra a soberania universal de Jeová Deus e também o local da religião falsa, babilônica, que se deve depositar e manter a “iniqüidade”, como numa casa firmemente estabelecida sobre o seu “devido lugar” como base.

      36. Em vista da reconstrução do templo em Jerusalém, para que não era lugar próprio a terra dada por Deus ao povo escolhido de Jeová, conforme até mesmo indicado por Paulo em 2 Coríntios 6:14-16?

      36 A terra do povo escolhido de Jeová, dada por Deus, deveras, não era lugar para iniqüidade de qualquer espécie, quer idolatria, furtos, negócios fraudulentos, juramentos falsos em nome de Deus, quer outra coisa iníqua. Assim deve ser especialmente no caso do templo reconstruído de Jeová em Jerusalém, para a Sua adoração pura, imaculada e de toda a alma. Conforme o apóstolo cristão Paulo escreveu à congregação na cidade pagã de Corinto: “Que associação tem a justiça com o que é contra a lei? Ou que parceria tem a luz com a escuridão? Além disso, que harmonia há entre Cristo e Belial? Ou que quinhão tem o fiel com o incrédulo? E que acordo tem o templo de Deus com os ídolos?” (2 Coríntios 6:14-16) Nenhum! Quanto a alguém que pratica o que é errado dentro da congregação do povo dedicado e batizado de Jeová, Paulo disse: “Removei o homem iníquo de entre vós.” — 1 Coríntios 5:13.

      37. Neste “tempo do fim”, o que se deve fazer com a “iniqüidade” no que se refere ao domínio espiritual dos adoradores de Jeová” dado por Deus?

      37 Neste “tempo do fim”, nesta “terminação do sistema de coisas”, que seja removida toda espécie de iniqüidade do domínio espiritual dos adoradores de Jeová, dado por Deus. Seja mantida fora e restrita ao domínio de Babilônia, a Grande, e de seus patrocinadores políticos, militares e comerciais. Que permaneça estabelecida ali, como que morando numa casa firmemente estabelecida. Não queremos ter nenhuma associação ou companhia com esta simbólica mulher Iniqüidade. Que fique para a destruição, junto com Babilônia, a Grande, e todos os que se rebelaram contra a soberania universal de Jeová, “na terra de Sinear”.

      38. Portanto, desde o começo da edificação da adoração pura no templo de Jeová, em 1919 E.C., que remoção tem estado em progresso e como foi isso predito por Jesus na sua parábola do trigo e do joio?

      38 Esta remoção da iniqüidade como que por duas mulheres de asas de cegonha já está em progresso desde o restabelecimento e a reedificação da adoração pura de Jeová no seu templo espiritual, a partir de 1919 E.C. É assim como Jesus Cristo predisse para esta “terminação do sistema de coisas”, dizendo: “A colheita é a terminação dum sistema de coisas e os ceifeiros são os anjos. Portanto, assim como o joio é reunido e queimado no fogo, assim será na terminação do sistema de coisas. O Filho do homem enviará os seus anjos, e estes reunirão dentre o seu reino todas as coisas que causam tropeço e os que fazem o que é contra a lei, e lançá-los-ão na fornalha ardente. Ali é que haverá o seu choro e o ranger de seus dentes.” (Mateus 13:39-42) Quando Babilônia, a Grande, e seus amantes mundanos forem destruídos como que com fogo na “grande tribulação” que se aproxima, seu choro e ranger de dentes cessará na destruição deles. — Mateus 24:21, 22; 25:41, 46.

      39. Portanto, em que proceder de lealdade devemos persistir, ao passo que tomamos a peito Salmo 145:20?

      39 Todos nós, os que saímos de Babilônia, a Grande, e de seus amantes mundanos na babilônica “terra de Sinear” não temos motivos para voltar àquela “iniqüidade”, que pertence àquele lugar de seu início. Nosso proceder de lealdade a Jeová, como o Soberano Senhor e único Deus verdadeiro, é persistir na sua adoração pura e imaculada, no seu templo espiritual, sob o seu Sumo Sacerdote Jesus Cristo. Tomamos a peito o que seu salmista inspirado escreveu: “Jeová guarda a todos os que o amam, mas a todos os iníquos ele aniquilará.” — Salmo 145:20.

  • Carros de Deus protegem a coroação
    O Paraíso Restabelecido Para a Humanidade — Pela Teocracia!
    • Capítulo 13

      Carros de Deus protegem a coroação

      1. São os carros vistos na oitava visão de Zacarias aqueles que foram trazidos do Egito?

      NA OITAVA e última visão dada ao profeta Zacarias aparecem carros. Estes carros não foram trazidos do Egito para a proteção dos construtores do templo em Jerusalém, naquele ano da visão, 519 A.E.C., ou no segundo ano do reinado do Rei Dario I, da Pérsia. Na visão revela-se a origem mais elevada destes carros mais poderosos. Observemos junto com Zacarias seu aparecimento no cenário:

      2. Donde saíram os carros, quantos são e por que espécie de cavalos são puxados?

      2 “Então levantei novamente os olhos e vi; e eis que vinham quatro carros de entre dois montes, e os montes eram montes de cobre. No primeiro carro havia cavalos vermelhos; e no segundo carro, cavalos pretos. E no terceiro carro havia cavalos brancos; e no quarto carro, cavalos malhados, variegados.” — Zacarias 6:1-3.

      3. Para que servem as cores dos cavalos e que pergunta surge quanto aos montes?

      3 Não precisamos adivinhar o significado das cores diferentes dos cavalos. As cores dos cavalos serviram para distinguir os carros puxados por cada grupo de cor. Zacarias não nos diz quantos cavalos havia atrelados a cada carro. Mas o que representam estes dois montes de cobre, dentre os quais saem os quatro carros? Certamente não representam o morro de Jerusalém e o Monte das Oliveiras logo ao leste dele. Seu significado torna-se claro do que se diz então a Zacarias:

      4. Donde, diz o anjo, procederam os carros?

      4 “E passei a responder e a dizer ao anjo que falava comigo:

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