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A profecia bíblica não é de interpretação particularDespertai! — 1970 | 8 de abril
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vitória, como se fosse uma derrota, apelei para vós por um armistício. Quando cheguei perto do Templo, de novo renunciei deliberadamente aos meus direitos de vencedor e apelei para vós que se poupassem os vossos próprios lugares sagrados e se preservasse o Santuário para o vosso próprio uso, oferecendo-vos liberdade para sair e garantia de segurança, ou, se quisésseis, uma oportunidade de lutar em outro campo.”
Mas, contrário às intenções originais do vitorioso Tito, a profecia se cumpriu. O historiador Josefo relata que a cidade toda e seu templo foram arrazados, com a exceção de três torres e uma parte da muralha ocidental. Diz ele: “Todas as demais fortificações que rodeavam a Cidade foram tão completamente niveladas ao chão que ninguém, visitando o lugar, acreditaria que alguma vez fosse habitada.”
As profecias bíblicas são deveras produto do espírito de Deus e não se baseiam na interpretação particular dos homens quanto às condições e tendências existentes na ocasião em que foram proferidas ou registradas. “Por conseguinte”, como Pedro escreveu por ter visto a transfiguração de Jesus, “temos a palavra profética tanto mais assegurada; e fazeis bem em prestar atenção a ela como a uma lâmpada que brilha em lugar escuro”. (2 Ped. 1:19) Por darmos ouvidos à Palavra profética, talvez tenhamos o privilégio de ver o fim de toda perversidade e partilhar as bênçãos dum novo sistema de coisas que se predisse se tornará realidade em nossa geração. — Luc. 21:25-32; 2 Tes. 1:6-10; Rev. 21:4, 5.
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Pessoas que trabalham na lavouraDespertai! — 1970 | 8 de abril
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Pessoas que trabalham na lavoura
◆ Nos Estados Unidos e no Canadá, menos de 8 de cada 100 pessoas moram em fazendas. Na Ásia, na América do Sul, e em partes da Europa, cerca da metade das pessoas são lavradores. Cerca de 70 de cada 100 africanos trabalham na lavoura como meio de vida.
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Mata-mosquitosDespertai! — 1970 | 8 de abril
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Mata-mosquitos
● Os peixes são os principais inimigos dos mosquitos, que, em muitas localidades, transmitem temíveis moléstias, a malária e a febre amarela. Os peixes destroem os mosquitos por comerem suas larvas.
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‘Lacunas no conhecimento humano’Despertai! — 1970 | 8 de abril
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‘Lacunas no conhecimento humano’
◆ As teorias dos homens relativas à terra e à vida nela com freqüência não se baseiam numa base firme de informações concretas. Isto é demonstrado pelos comentários de W. H. Bradley, da Pesquisa Geológica dos Estados Unidos. Em seu livro The Fabric of Geology (O Tecido da Geologia; de 1963), página 22, ele escreve a respeito da crescente compreensão de que “a história da terra e os processos envolvidos em moldá-la são muitíssimo mais complexos do que se pensava há uma geração ou duas atrás. Temos, por assim dizer, nos tornado mais cônscios das inúmeras coisas variáveis e a magnitude das lacunas em nosso conhecimento. . . .
“Tudo é tão novo, tão repleto da possibilidade de crescimento e de mudança — muita coisa obviamente falta ou é imperfeitamente entendida — para que nos tornemos preocupados de pensar refletidamente sobre o que já se conhece. . . . Algum dia, ficaremos velhos e teremos mais leis; agora mesmo estamos bem ocupados em explorar as coisas, em experimentá-las, e em tentar entender mais sobre o ‘como’ se deram tais processos que produziram as modalidades da terra, sua crosta inferior, e tudo que ela contém.”
Por isso, quando as teorias dos homens colidem com a Bíblia, em que irá crer?
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