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  • Visita aos habitantes lacustres de Daomé
    Despertai! — 1971 | 22 de julho
    • uns dez centímetros de largura. Todas estas pontes eram sobre riachos rasos, mas, em vista da lama abaixo, eram não obstante desafiadores. O povo local é ágil e pisa firme, e pode atravessar rapidamente, descalço, com uma carga na cabeça e talvez um bebê preso às costas.

      Embora seja um povo trabalhador, estes amigáveis habitantes lacustres reservam tempo para recreação também. Às vezes tarde da noite pode-se ouvir o som de seus tantãs ao cantarem e dançaram. As crianças se divertem com instrumentos musicais feitos em casa, talvez um “violão” em miniatura feito de uma lata de sardinha oval com uma madeira sonora entalhada à qual se prendem cinco cordas de metal de comprimento variado. Também vimos uma flauta feita de bambu, e castanholas feitas de duas minúsculas cabaças, presas juntas com uns doze centímetros de barbante. Uma é segurada na palma da mão, com o cordão passando entre o dedo indicador e o dedo médio. Com uma sacudidela de um pulso prático as cabaças são estaladas juntas. Dentro delas, alguns grãos ou um pouco de areia produzem um ritmo agradável.

      Interesse na Mensagem do Reino

      Essas pessoas gostam de falar sobre a Bíblia, e muitos possuem a Bíblia em seu próprio idioma gun. Os jovens que freqüentam a escola também sabem ler e escrever em francês. Poucos aqui conservam a antiga adoração fetichista de seus antepassados. Diversas religiões da cristandade exercem influência entre o povo. Não obstante, mui raramente as testemunhas de Jeová encontram alguém que esteja ocupado demais para ouvir um sermão bíblico.

      Em resultado, há uma congregação bem grande de testemunhas de Jeová nesta comunidade. A noitinha, reservamos tempo para viajar de piroga a diversos outros povoados, onde exibimos filmes bíblicos. Os aldeões compareceram em massa. A assembléia de circuito em si mesma foi um grande êxito. Ficamos especialmente felizes de ver que sete novos, pessoas que ficaram cabalmente familiarizadas com o conceito da Bíblia sobre a dedicação, se apresentaram para o batismo.

      Quando chegou o tempo de partirmos para outra região, foi certamente difícil nos separarmos de nossos muitos amigos em Hetin. A medida que nossa piroga carregada se afastava lentamente, nossos irmãos e irmãs espirituais acenavam as mãos e gritavam “O da bo” (Adeus) e “Bo yi bo wa” (Voltem de novo). E, na primeira oportunidade, é exatamente isso que faremos, se Jeová quiser — voltaremos de novo.

  • Insetos servem de alarmes contra invasores
    Despertai! — 1971 | 22 de julho
    • Insetos servem de alarmes contra invasores

      ● No Oriente, os grilos às vezes servem de alarmes contra invasores de domicílios. Vários deles são mantidos em pequenas gaiolas por volta da casa. O dono da casa, acostumado ao seu ruído, não se sente perturbado com seu cricrilar a noite toda. Mas, se um invasor penetrar no domicílio, todos os grilos ficam quietos. E parece que este súbito silêncio age como espécie de alarme contra invasores, pois esta rápida mudança de barulho para silêncio é suficiente para despertar do sono o dono da casa.

  • Adoração da mortífera áspide
    Despertai! — 1971 | 22 de julho
    • Adoração da mortífera áspide

      ● A áspide é uma cobra venenosa comumente conhecida como a cobra egípcia. Como a cobra da Índia, tem crista, mas não possui as manchas incomuns daquela víbora. A religião degradada dos antigos egípcios transformou a áspide em objeto de adoração.

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