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  • D. aranha tece sua teia
    Despertai! — 1975 | 8 de novembro
    • homem para lançar cabos de pontes, pois a aranha pode variar o tamanho e a força de seu cabo à vontade, simplesmente por espalhar as [fiandeiras] ou colocá-las juntas.”

      O Dilema da “Inteligência”

      ‘Surpreendente’, declara o cientista que estuda sua anatomia. Mas, se ele for proponente da evolução, D. Aranha também lhe apresenta grave dilema.

      Como é que este diminuto animal (ela não é inseto, que só tem seis patas, em comparação com as oito da aranha) “descobriu” e “evoluiu” glândulas oleosas em seus “pés”, impedindo que ficasse grudada com sua própria cola? Quem lhe ensinou engenharia e geometria?

      ‘O instinto’, talvez alguém diga. Na verdade, a habilidade de tecer teias é instintiva, pois muitas aranhazinhas tecem “perfeitas miniaturas, não maiores do que um selo do correio”. Mas, ainda nos confronta o dilema de como tal criaturinha “desenvolveu” tal ampla gama de instruções.

      ‘Bem, ela os desenvolveu através dos séculos’, replica o evolucionista. Mas, um deles observa honestamente: “Não há nenhuma base científica para se supor que os hábitos das aranhas em geral tenham mudado grandemente.” Assim, junto com cada descoberta sobre ela, apresenta-se a questão: Por que demonstra uma “inteligência” não encontrada em criaturas muito maiores, e chamadas “mais desenvolvidas”?

      Para outras pessoas não existe dilema algum. Aceitam a resposta concisa encontrada na Bíblia, em Gênesis 1:25: “E Deus passou a fazer . . . todo animal movente do solo segundo a sua espécie.”

      Assim, em última análise, precisará fazer uma decisão. Da próxima vez que vir a diáfana teia de D. Aranha, pergunte a si mesmo: Que Arquiteto Magistral lhe ensinou a tecer?

  • A “crise habitacional” das abelhas
    Despertai! — 1975 | 8 de novembro
    • A “crise habitacional” das abelhas

      ● O que acontece quando não há mais espaço numa colméia? “Batedoras” são enviadas para encontrar novo lar. Talvez encontrem uma caixa vazia, uma árvore oca ou um buraco numa parede. Daí, a rainha e muitas das “obreiras” deixam a colméia num enxame — espécie de colônia voadora. Mas, algumas obreiras são deixadas para cuidar da família que continuará a ser incubada a partir dos ovos já postos no antigo lar, inclusive nova rainha. Assim, ao invés de mandar embora algumas abelhas da colônia, a maioria da família se muda do antigo lar!

      Isto pode realmente frustrar um apicultor, e, assim, certo apicultor na Flórida decidiu estudar o problema. Escreve ele: “Por fim, compreendi que o momento de ‘dar o fora’ não era importante. Já era tarde demais para impedi-las. Antes, tinha de fazer que elas seguissem meu plano. As abelhas enxameiam quando ficam sem espaço; assim, arrazoei, por que restringir a rainha, a própria vida da colméia, a apenas um cômodo? Decidi dar a cada rainha um novo cômodo, um apartamento de dois quartos. Assim, forneci um segundo andar para o apartamento de cada rainha.

      “Deu certo; elas permaneceram! E agora, simplesmente me torno o ‘parteiro’ do nascimento de cada nova colônia. No tempo devido, divido a colméia. Há sempre bastantes células da rainha e células de zangões em ambos os ‘aposentos’ do apartamento da rainha. Selecionando os melhores deles, preparo a nova colméia.”

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