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InspiraçãoAjuda ao Entendimento da Bíblia
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proféticas de indivíduos nas assembléias cristãs, que afirmem ter a autoridade das revelações divinas.” Assim, ao passo que algumas traduções simplesmente traduzem pneúma neste e em outros casos similares como “espírito”, outras traduções rezam “palavra profética” (BJ; CT); “pretensa revelação” (CBC; MH; PIB); “profecia” (LR; Ne); “mensagem do Espírito” (An American Translation); “inspiração” (D’Ostervald; Segond, em francês); “expressão inspirada” (NM).
As palavras de Paulo tornam claro que há “expressões inspiradas” verdadeiras e falsas. Ele se refere a ambos os tipos em 1 Timóteo 4:1, quando afirma que “a pronunciação inspirada [pelo espírito santo de Jeová] diz definitivamente que nos períodos posteriores de tempo alguns se desviarão da fé, prestando atenção a desencaminhantes pronunciações inspiradas e a ensinos de demônios”. Isto identifica a fonte das “pronunciações inspiradas” falsas como sendo os demônios. Isto é apoiado pela visão fornecida ao apóstolo João, em que ele viu “três impuras expressões inspiradas”, semelhantes a rãs, procedentes da boca do dragão, da fera (besta) e do falso profeta, expressões inspiradas que ele declara especificamente serem “inspiradas por demônios”, servindo para ajuntar os reis da terra para a guerra no Har-Magedon. — Rev. 16:13-16.
Com bom motivo, então, João instou com os cristãos a ‘provar as expressões inspiradas, para ver se se originam de Deus’. (1 João 4:1-3; compare com Revelação 22:6.) Ele passou então a mostrar que as verdadeiras expressões inspiradas por Deus emanavam da genuína congregação cristã, e não de fontes mundanas anticristãs. A declaração de João, por certo, foi inspirada por Jeová Deus, mas, além disso, a carta de João lançara sólido alicerce para a seguinte declaração direta: “Quem obtiver conhecimento de Deus nos escuta; quem não se originar de Deus não nos escuta. É assim que reconhecemos a expressão inspirada da verdade e a expressão inspirada do erro.” (1 João 4:6) Longe de simples dogmatismo, João mostrou que ele e os outros cristãos verdadeiros manifestavam os frutos do espírito de Deus, primariamente o amor, e provavam, pela sua conduta correta e pela sua linguagem verídica, que deveras ‘andavam na luz’, em união com Deus. — 1 João 1:5-7; 2:3-6, 9-11, 15-17, 29; 3:1, 2, 6, 9-18, 23, 24; contraste com Tito 1:16.
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Instrução (Ensinamento)Ajuda ao Entendimento da Bíblia
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INSTRUÇÃO (ENSINAMENTO)
[De uma forma do heb. yaráh, instruir ou ensinar; gr. , paideúo, instruir, corrigir, castigar, disciplinar; katekhéo, ensinar oralmente, informar, instruir].
Jeová é a Fonte de instrução. (Isa. 2:3; Miq. 4:2) A Bíblia é seu Livro escrito de instrução. (Sal. 119:105; 2 Tim. 3:16; Rom. 15:4) Jesus Cristo é “o caminho, e a verdade, e a vida”, instruindo aqueles que se aproximam do Pai por meio dele. — João 14:6.
O que poderia ser chamado de “livro da criação divina” também instrui, quando devidamente estudado. (Sal. 19:1-4; Rom. 1:20; 10:18) Jó disse a seus companheiros que eles poderiam instruir-se por se dirigirem à criação animal. (Jó 12:7, 8) Mas tal instrução proveniente da criação física, em si, não pode suprir a sabedoria de Deus, a menos que o pesquisador possua o temor de Jeová, que é ‘o princípio do conhecimento e da sabedoria’, e acompanhe o estudo das coisas criadas com a consideração da Palavra de Deus. — Jó 28:13-28; Pro. 1:7; Sal. 111:10; Pro. 30:5; Isa. 8:20.
A instrução, para trazer pleno benefício à pessoa, inclui a correção, o castigo, a disciplina, como as palavras tanto em hebraico como em grego subentendem. Nem sempre é fácil aceitar a disciplina, mas, quando a pessoa acata tal instrução, ela dará “fruto pacífico, a saber, a justiça”. (Heb. 12:7-11) A instrução dada por um instrutor amoroso incluirá o treinamento por meio do exemplo. Mas, se a paga for o principal incentivo para o instrutor, como se dava com os sacerdotes nos dias de Miquéias, não haverá nem o exemplo nem o treinamento correto. (Miq. 3:11) E a fonte menos fidedigna de todas é a instrução buscada aos pés dos ídolos, ou de espíritas, de mágicos, de adivinhos e de pessoas ou coisas semelhantes, pois então o indivíduo procura instrução da parte dos inimigos de Deus, os demônios. (Hab. 2:19; 1 Cor. 10:20; Isa. 8:19; 2:6; Rev. 22:15) As Escrituras avisam sobre voltar-se para tais fontes de instrução, bem como para a filosofia mundana. — Col. 2:8; 1 Tim. 6:20.
A Bíblia indica que, durante o reinado de 1.000 anos de Cristo, serão abertos rolos de instrução para o julgamento da humanidade. — Rev. 20:12.
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Instrutor, Instrução (Ensino)Ajuda ao Entendimento da Bíblia
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INSTRUTOR, INSTRUÇÃO (ENSINO)
Jeová Deus, o Criador, é o Grandioso Instrutor ou Mestre de seus servos. (1 Reis 8:36; Sal. 27:11; 86:11; 119:102; Isa. 30:20; 54:13) As próprias obras criativas ensinam que existe um Deus todo-sábio, e elas fornecem um campo para investigação e observação que, até os dias atuais, somente foi parcialmente explorado. (Jó 12:7-9) Em adição, por meio de revelações especiais, Jeová Deus tem ensinado aos humanos o Seu nome, seus propósitos e suas leis. (Compare com Êxodo 4:12, 15; 24:12; 34:5-7.) Tais revelações são encontradas na Palavra de Deus, a Bíblia, e servem como base para o ensino correto a respeito da Sua vontade. (Rom. 15:4; 2 Tim. 3:14-17) O espírito de Deus também funciona como instrutor. — João 14:26.
INSTRUÇÃO ENTRE OS ISRAELITAS
Em Israel, Deus confiou aos pais a responsabilidade de instruir seus filhos. (Deut. 4:9; 6:7, 20, 21; 11:19-21; Sal. 78:1-4) Para a nação como um todo, os profetas, os levitas — especialmente os sacerdotes — e outros homens sábios, serviam quais instrutores. — Compare com 2 Crônicas 35:3; Jeremias 18:18.
Profetas
Os profetas ensinavam ao povo os atributos e os propósitos de Jeová, expunham o erro dos israelitas e delineavam o proceder correto que deviam tomar. Os profetas com freqüência transmitiam seu ensino de forma oral, mais tarde assentando-o por escrito. (Compare com 1 Samuel 12:23-25; Isaías 7:3, 4; 22:15, 16; Jeremias 2:2.) Seus métodos de ensino incluíam o emprego de perguntas (Jer. 18:13,14; Amós 3:3-8; Ageu 2:11-14), ilustrações (2 Sam. 12:1-7; Isa. 10:15; Jer. 18:3-10), enigmas (Eze. 17:2) e atos simbólicos. — 1 Reis 11:30-32; Jer. 13:4-11; 19:1-12; 27:2; 28:10-14; Eze. 4:1 a 5:4.
Sacerdotes e levitas
Era responsabilidade dos sacerdotes e dos levitas ensinar a Lei de Deus à nação de Israel. (Lev. 10:11; 14:57; 2 Crô. 15:3; 35:3) Isto era feito de vários modos. Todo o ano sabático, durante a Festividade das Barracas, lia-se a Lei inteira a todo o povo — homens, mulheres, crianças e residentes forasteiros. (Deut. 31:9-13) Por vezes, ao obterem respostas do povo, os levitas inculcavam as leis divinas em seus ouvintes. (Compare com Deuteronômio 27:14-26.) Além de lerem a Lei, os sacerdotes e os levitas sem dúvida explicavam o significado dela. (Compare com Neemias 8:8.) E as decisões judiciais feitas por eles ensinavam os princípios da justiça divina. — Deut. 17:8-13; 1 Crô. 26:29; 2 Crô. 19:8-11.
Escribas
Na época do ministério terrestre de Jesus, os escribas gozavam de proeminência como instrutores da Lei. Mas não tinham tentado enfrentar os verdadeiros problemas e necessidades do povo. Como os fariseus, os escribas davam mais ênfase a regulamentos técnicos e tradições do que à misericórdia, à justiça e à fidelidade. Tornavam a Lei um fardo para o povo. (Mat. 23:2-4, 23, 24; Luc. 11:45, 46) Seu ensino não era tão eficaz como poderia ser, pois assumiam uma atitude superior para com o povo comum e não se mostravam exemplos dignos de serem imitados. — Compare com Mateus 23:3, 6, 7; João 7:48, 49; veja Escriba.
JESUS CRISTO, MAGISTRAL INSTRUTOR
Embora os líderes religiosos do judaísmo evidentemente não fossem sinceros em atribuir-lhe o tratamento de “Instrutor [Gr., Didáskalos]”, Jesus Cristo era reconhecido como tal, tanto por crentes como por descrentes. (Mat. 8:19; 9:11; 12:38; 19:16; 22:16, 24, 36; João 3:2) Oficiais enviados para prendê-lo ficaram tão impressionados com o ensino dele que retornaram de mãos abanando, dizendo: “Nunca homem algum falou como este.” (João 7:46) Jesus ensinava “como quem tinha autoridade, e não como [os] escribas”. (Mat. 7: 29) A Fonte de seu ensino era Deus (João 7:16; 8:28), e Jesus transmitia informações com simplicidade, com lógica irrefutável, com perguntas que faziam pensar, com notáveis figuras de retórica e ilustrações significativas, extraídas das coisas com as quais os ouvintes estavam familiarizados. (Mat. 6:25-30; 7:3-5, 24-27; veja Ilustrações). Jesus também empregava lições objetivas, em certa ocasião lavando os pés de seus discípulos a fim de lhes ensinar que deviam servir uns aos outros. — João 13:2-16.
O conhecimento de Jesus Cristo foi realçado por ter ele gozado de um relacionamento íntimo com seu Pai e seu Deus antes de vir à terra. Assim sendo, conhecia a Deus como nenhum outro homem o conhecia, e isto o habilitava a prover um ensino de peso sobre seu Pai. Como o próprio Jesus disse: “Ninguém conhece plenamente o Filho, exceto o Pai, tampouco há quem conheça plenamente o Pai, exceto o Filho e todo aquele a quem o Filho estiver disposto a revelá-lo.” — Mat. 11:27; João 1:18.
Jesus também estava plenamente familiarizado com a Palavra escrita de Deus. Quando lhe perguntaram que mandamento da Lei era o maior, ele, sem hesitar, resumiu toda a Lei em dois mandamentos, citando Deuteronômio (6:5) e Levítico (19:18). (Mat. 22:36-40) No decorrer de seu ministério, sabe-se que se referiu ou expressou idéias que são paralelas a trechos de cerca da metade dos livros das Escrituras Hebraicas — Gênesis (2:24; Mat. 19:5; Mar. 10:7, 8), Êxodo (3:6; Mat. 22:32; Luc. 20:37), Levítico (14:2-32; Mat. 8:4), Números (30:2; Mat. 5:33), Deuteronômio (5:16; Mat. 15:4; Mar. 7:10), Primeiro Samuel (21: 4-6; Mat. 12:3, 4), Primeiro Reis (17:9; Luc. 4:26), Jó (42:2; Mat. 19:26), Salmos (8:2; 110:1; Mat. 21:16; 22:44), Provérbios (24:12; Mat. 16:27), Isaías (6:9, 10; Mat. 13:14, 15; João 12:40), Jeremias (7:11; Mat. 21:13; Mar. 11:17; Luc. 19:45, 46), Lamentações (2:1; Mat. 5:35), Daniel (9:27; Mat. 24:15), Oséias (6:6; Mat. 9:13), Jonas (1:17; Mat. 12:40), Miquéias (7:6; Mat. 10:21, 35, 36), Zacarias (13:7; Mat. 26:31) e Malaquias. — 3:1; Mat. 11:10.
Adicionalmente, o exemplo perfeito de Jesus dava real força ao que ele ensinava. (João 13:15) Não era como os escribas e os fariseus, a respeito dos quais Jesus disse: “Todas as coisas que eles vos dizem, fazei e observai, mas não façais segundo as ações deles, pois dizem, mas não realizam.” — Mat. 23:3.
Outros aspectos que davam autoridade ao ensino de Jesus e o tornavam eficaz eram seu entendimento sobre o homem e seu amoroso interesse nos outros. Seu vivido discernimento era realçado pelo conhecimento miraculoso da formação e do raciocínio dos outros. (Mat. 12:25; Luc. 6:8; João 1:48; 4:18; 6:61, 64; 13:11) “Ele mesmo sabia o que havia no homem.” (João 2:25) Seu coração se compadecia das pessoas a tal ponto que sacrificava sua necessidade de repouso para instruí-las. — Mar. 6:31-34.
Jesus tratava com entendimento os seus ouvintes. Quando seus discípulos não discerniam o ponto básico duma ilustração, ele pacientemente o explicava a eles. (Mat. 13:10-23) Cônscio das limitações deles, Jesus não lhes dava informações demais. (João 16:4, 12) Quando se fazia mister, Jesus repetia informações praticamente idênticas. (Mar. 9:35; 10:43, 44) Ao responder a perguntas, Jesus amiúde reforçava sua resposta por meio de ilustrações ou de lições objetivas, desta forma causando profunda impressão na mente de seus ouvintes, e estimulando suas faculdades de raciocínio. — Mat. 18:1-5, 21-35; Luc. 10:29-37.
O ESPÍRITO DE DEUS ENSINA
Durante os três anos e meio de seu ministério terrestre, Jesus treinou seus apóstolos para continuarem a obra que ele iniciara. Como humanos imperfeitos, eles não podiam lembrar-se de cada pormenor do ensino de Jesus. Mas Jesus lhes prometera: “O ajudador, o espírito santo, que o Pai enviará em meu nome, esse vos ensinará todas as coisas e vos fará lembrar todas as coisas que eu vos disse.” (João 14:26) Isto queria dizer que o espírito de Deus lhes ensinaria tudo que precisassem saber para realizar seu ministério. Em especial, abrir-lhes-ia o entendimento quanto àquilo que tinham ouvido antes, mas não entendido. Como recordador, o espírito santo lhes faria recordar as coisas que Jesus lhes dissera enquanto ainda estava com eles. E, como instrutor, mostrar-lhes-ia a aplicação correta das palavras de Jesus. — Compare com João 2:19-22; veja Verdade (“O Espírito da Verdade”).
Quando conduzidos perante assembléias públicas, reis e homens em alta posição governamental, os discípulos de Jesus podiam estribar- se confiantemente no espírito de Deus como recordador e instrutor. Como um amigo, faria com que recordassem o que dizer e os ajudaria a fazer aplicações apropriadas. Isto resultaria em darem um bom testemunho e também silenciaria os oponentes. (Mat. 10:18-20; Mar. 13:11; Luc. 12:11, 12; 21:13-15) É por isso que Pedro e João conseguiram falar com denodo quando interrogados pelo mais alto tribunal judaico, o Sinédrio, quanto a terem curado um homem coxo de nascença. Sua franqueza era algo inteiramente inesperado da parte de “homens indoutos e comuns”. Isto fez com que os membros do Sinédrio ficassem perplexos. E as palavras de Pedro, junto com a presença do homem curado, deixaram tais homens ‘sem ter nada a dizer em refutação’. — Atos 4:5-14.
Visto que toda a Palavra de Deus foi escrita sob inspiração (2 Tim. 3:16), somente ela contém o ensinamento do espírito. Por conseguinte, os cristãos não devem prestar atenção ao ensino que colida com a Palavra de Deus. Conforme escreveu o apóstolo João: “Não necessitais de que alguém vos ensine; mas, como a unção da parte dele vos ensina todas as coisas, e é verdadeira e não é mentira, e assim como vos tem ensinado, permanecei em união com ele.” (1 João 2:27) Aqueles a quem João dirigiu tais palavras eram cristãos gerados pelo espirito. Tinham chegado a conhecer tanto a Jeová Deus como a seu Filho, Cristo Jesus. Estavam plenamente familiarizados com a verdade de Deus. Assim, não precisavam, como seus instrutores, de pessoas que negavam ao Pai e ao Filho. Tais instrutores apenas os desencaminhariam daquilo que sabiam ser a verdade, conforme ensinada pelo espírito de Deus, e plenamente delineada nos Escritos Sagrados. (1 João 2:18-26) Por este motivo, os cristãos não deviam receber instrutores apóstatas em suas casas, nem mesmo cumprimentá-los. — 2 João 9-11.
FAZER DISCÍPULOS E INSTRUÍ-LOS
Depois de sua ressurreição, Jesus Cristo comissionou seus seguidores a fazer discípulos, batizando-os e ensinando-lhes todas as coisas que ele havia ordenado. (Mat. 28:19, 20) Esta extensiva obra de instrução ou ensino iniciou-se no dia de Pentecostes de 33 E.C., quando cerca de 3.000 judeus e prosélitos aceitaram Jesus como o Messias prometido e foram batizados. O ensino destes novos discípulos não terminou com o discurso do apóstolo Pedro, que os levou a se tornarem seguidores de Cristo Jesus. Havia muita coisa mais para eles aprenderem. Por este motivo, os que tinham vindo de lugares distantes até Jerusalém, a fim de estar presentes à festividade de Pentecostes, estenderam sua estada, a fim de poderem devotar-se ao ensino dos apóstolos. Dia após dia, eles se reuniam na área do templo, evidentemente para escutar os apóstolos. Outros judeus e prosélitos também chegaram a ouvir as boas novas ali, e o número dos homens crentes finalmente aumentou para cerca de 5.000. (Atos 2:14 a 4:4) Além de ensinarem publicamente no templo, os apóstolos também declararam as boas novas sobre Jesus Cristo de casa em casa. — Atos 5:42.
Posteriormente, a dispersão dos crentes, causada pela perseguição, e o início da pregação entre os não-judeus, ampliaram a obra de fazer discípulos a lugares distantes. (Atos 8:4-12; 11:1-26) Como em Jerusalém, contudo, amiúde a pregação e o ensino públicos foram empregados para encontrar os interessados, após o que as pessoas que se tornaram discípulos continuaram a ser ensinadas. Em Éfeso, para exemplificar, o apóstolo Paulo ensinou publicamente na sinagoga. Depois que surgiu a oposição, ele separou os discípulos dos judeus descrentes, proferindo-lhes discursos no auditório da escola de Tirano. (Atos 19:8-10) Paulo também ensinava aos discípulos na casa deles. (Compare com Atos 18:6, 7, a respeito
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