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  • Firmeza na fé em tempos difíceis

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  • Firmeza na fé em tempos difíceis
  • A Sentinela Anunciando o Reino de Jeová — 1979
A Sentinela Anunciando o Reino de Jeová — 1979
w79 1/11 pp. 14-15

Firmeza na fé em tempos difíceis

EM MUITAS partes da terra, os verdadeiros cristãos sofrem severa perseguição, como aconteceu no primeiro século. Assim como os cristãos de então se mantiveram firmes na fé, assim fazem também os de hoje. Perto do fim de 1978, a carta dum superintendente viajante das Testemunhas de Jeová, dirigida ao escritório da Sociedade Torre de Vigia no país em que ele serve, falou sobre uma severa perseguição movida às Testemunhas em determinada região. A firmeza delas brilha como mais um exemplo maravilhoso da integridade cristã.

Segundo o relatório do superintendente viajante, os perturbadores disseram a um grupo de Testemunhas: “Não queremos mais saber de sua pregação sobre Jesus.” Mas, elas responderam: “Não vemos nada de errado no que Jesus fez. Portanto, não há nada de errado em pregarmos sobre ele.”

Isto enfureceu os homens. Obrigaram então as Testemunhas — três irmãos e duas irmãs — a levar todos os seus livros a um lugar a cerca de cinco quilômetros de distância. Ali queimaram os livros. Daí, depois de afastarem os irmãos a pouca distância, passaram a espancar uma das irmãs — ainda apenas moça — enquanto os irmãos o presenciavam. Voltando aos irmãos, disseram: “A moça disse que vocês a obrigaram a ser Testemunha.” Todavia, a jovem irmã, que havia sido espancada, ouviu isso e gritou: “Isto é mentira!”

Depois ataram as mãos de um dos irmãos atrás das suas costas. Ele foi surrado até ficar inconsciente. Após gritarem: “Abaixo Jesus”, os atormentadores surraram outro irmão e cortaram-lhe uma das orelhas. O terceiro irmão também foi barbaramente espancado, o que quase lhe custou a visão de um dos olhos. Mas nenhum dos irmãos repudiou a sua fé, apesar do tratamento brutal.

Por fim, levaram os irmãos ao rio, pretendendo afogá-los. Em caminho, os irmãos oraram fervorosamente. Daí, os atormentadores mudaram de idéia e os levaram de volta aos seus lares. Disseram-lhes que não voltassem à cidade onde estava o Salão do Reino, durante os próximos três meses. Mas, no domingo seguinte, um dos irmãos foi à reunião na cidade.

Mais tarde, as mesmas cinco Testemunhas foram assediadas por outro grupo de homens. “Por meio de quem vocês se chegam a Deus?” perguntaram-lhes. Um dos irmãos respondeu: “Por meio de Jesus.” Mas ele foi interrompido com as palavras: “Nós nos chegamos a Deus por meio dos espíritos dos ancestrais.” E outro inquiridor acrescentou: “Então vocês não adoram seus antepassados.” As Testemunhas ficaram caladas.

Daí, um do grupo pegou numa grande vara e começou a bater nos irmãos. Outros se juntaram a ele, socando-os e chutando-os com as suas botas. Depois, um dos irmãos foi separado dos outros e levado por outro grupo para interrogatório. Foi-lhe mandado que repetisse o lema: “Para a frente com a guerra.” Visto que se negou a isso, foi novamente espancado. Um dos atormentadores disse: “Ofereça a outra face, porque Jesus disse que, quando alguém lhe bate numa face, deve oferecer-lhe a outra.”

O irmão obedeceu e sorriu enquanto os outros zombavam dele. Mas aquele que lhe mandou oferecer a outra face não bateu mais nele, porém, disse com escárnio: “Você e louco. Vá embora!” Outros, porém, começaram a bater nele com a culatra de suas armas e com os punhos, ao passo que mais outros o chutavam com as botas pesadas. Ele ficou assim numa condição muito ruim.

Não conseguindo fazê-lo transigir, entregaram o irmão ao grupo original de atormentadores. Estes continuaram a tentar persuadi-lo a transigir e a dizer o lema: “Para a frente com a guerra.” “É algo tão insignificante para fazer”, disseram. Mas o irmão se manteve firme, negando-se a transigir nesta questão, apesar de mais surras.

Nesta hora, surgiu a esposa do irmão. Quando se soube quem ela era, os homens tentaram persuadi-la a conseguir que seu marido repetisse o lema deles. Mas a irmã ficou calada. Então já era meia-noite — tendo o irmão agüentado durante todas as horas de luz do dia — e os perseguidores desistiram e foram embora.

No dia seguinte, os irmãos decidiram ir quietamente embora, deixando atrás suas propriedades e pertences, para evitar indevida atenção. Encontraram outras Testemunhas, e estas têm cuidado de seus irmãos que suportaram tanto.

Qual é a atitude destas Testemunhas perseguidas? ‘Estamos decididos, se for necessário, a morrer pelo nome de Jeová’, disseram. E foi exatamente o que disseram na face de seus perseguidores. Qual foi o resultado de manterem assim a integridade? Uma coisa é certa, alguns dos que os viram suportar este tratamento brutal foram mais tarde ouvidos dizer: “Jeová é o verdadeiro Deus.”

“Felizes sois quando vos vituperarem e perseguirem, e, mentindo, disserem toda sorte de coisas iníquas contra vós, por minha causa. Alegrai-vos e pulai de alegria, porque a vossa recompensa é grande nos céus; pois assim perseguiram os profetas antes de vós.” — Mat. 5:11, 12.

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