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Cometeu o pecado imperdoável?A Sentinela — 1964 | 1.° de janeiro
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como o Salmo 103, associando-se com seus irmãos cristãos e participando no trabalho de Deus, ao ponto que tiver capacidade e oportunidade. Fazendo isto, ficará forte na fé, na esperança e no amor, livrando-se de qualquer medo de ter cometido o pecado imperdoável. — 1 Cor. 13:13.
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Psicanálise erradaA Sentinela — 1964 | 1.° de janeiro
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Psicanálise errada
O seguinte é citado de um livro publicado em 1960, em inglês, intitulado: “O Coração Informado: Autonomia na Era das Massas”, pelo psicanalista Dr. Bruno Bettelheim, que nasceu em Viena, que esteve preso nos campos de concentração nazistas de Buchenwald e Dachau durante 1938 e 1939, e que agora é diretor da Escola Ortogenética da Universidade de Chicago: “Conduta similar caracterizou outro grupo que, segundo a teoria psicanalítica, teria parecido extremamente neurótico ou claramente delirante, e, portanto, pronto a se desintegrar como pessoas sob pressão. Refiro-me às T.J. [Testemunhas de Jeová], que não sòmente mostraram dignidade humana e conduta moral Incomumente altas, mas pareciam protegidas contra a mesma experiência do campo que logo destruiu pessoas que eu e meus amigos psicanalistas considerávamos muito bem integradas.
“Tendo objeção de consciência, todas as Testemunhas de Jeová foram enviadas aos Campos. Estavam até menos impressionadas com o encarceramento, e mantiveram integridade, graças a crenças religiosas rígidas. Visto que o seu único crime aos olhos dos nazistas era a recusa de levar armas, muitas vezes se lhes oferecia a liberdade em troca do serviço militar. Recusavam toda vez. Os membros deste grupo eram . . . companheiros exemplares, prestimosos, corretos e dignos de confiança. Eram argumentadores . . . só quando alguém contestava as suas crenças religiosas. Por causa de seus hábitos conscienciosos de trabalho, muitas vezes eram escolhidos como capatazes. Mas quando se tornavam capatazes e recebiam ordens da S. S., insistiam que os prisioneiros trabalhassem bem e no tempo designado. Mesmo sendo os únicos prisioneiros que nunca abusavam dos outros nem maltratavam os outros prisioneiros, os oficiais da S. S. os preferiam como capatazes, por causa de seus hábitos de trabalho, habilidades ou atitudes despretensiosas. Em nítido contraste com a luta constante entre os outros grupos de prisioneiros, as Testemunhas de Jeová nunca abusavam de seu contato com os oficiais da S. S. para ganhar posições privilegiadas no campo.”
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Perguntas dos LeitoresA Sentinela — 1964 | 1.° de janeiro
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Perguntas dos Leitores
• Se um cristão, dirigindo um automóvel, sofrer um acidente que cause a morte de outros, qual será a responsabilidade da congregação cristã em face de possível culpa de sangue? O que dizer se o motorista violou as leis de “César” referentes a velocidade ou a tráfego ou se não teve cuidado? — K. F., Alemanha Ocidental.
Em casos de acidentes de automóvel em que há uma ou mais mortes, a questão do grau da culpa de sangue, se houver, certamente merece ser considerada pela comissão da congregação do motorista. Mesmo se o tribunal decidir que o motorista não foi culpado do acidente, será correto a comissão da congregação interrogar o motorista e tentar descobrir se ele realmente não tem culpa de sangue. Isto é importante, pois a congregação deve querer evitar qualquer responsabilidade congregacional referente a perda acidental de vida pelo descuido dum cristão ou por ele desconsiderar as leis de tráfego de “César”.
Se no caso de um acidente em que houver mortes o motorista for um servo representante da congregação e ficar provado que ele tem culpa de sangue, não será correto ele continuar como servo. Se for por descuido, o motorista terá de assumir a responsabilidade por tal descuido ou falta de precaução. — Gal. 6:5, 7.
Ora, mesmo onde uma ferrovia atravessa a estrada e não há luzes especiais, campainha ou cancelas de aviso, o motorista deve ter cuidado e olhar antes de atravessar. Se um inseto estiver perturbando, o motorista deverá parar o carro primeiro e então resolver a situação. Se o passageiro no assento traseiro falar como o motorista, ele deverá manter os olhos na rua e não tentar dirigir e olhar para o passageiro. Se fizer mau tempo, o
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