BIBLIOTECA ON-LINE da Torre de Vigia
BIBLIOTECA ON-LINE
da Torre de Vigia
Português (Brasil)
  • BÍBLIA
  • PUBLICAÇÕES
  • REUNIÕES
  • Coragem para vencer a oposição religiosa
    A Sentinela — 1962 | 15 de maio
    • (1 Cor. 9:16) Ele era obrigado a dizer a verdade, e, em resultado disto, muitas pessoas pararam de comprar imagens. Demétrio se ocupava em fazer nichos de prata para Ártemis, e isto era um bom negócio naquele tempo. Ainda é hoje, especialmente para a religião católica. Mas, o comércio e a fabricação de imagens estava caindo consideravelmente por causa do que Paulo dizia ao povo. Exigiu coragem para Paulo continuar a pregar com este grande comércio opondo-se-lhe. Na realidade, tudo o que ele fazia era pregar a verdade da Palavra de Deus ao povo e dirigi-lo à verdadeira adoração de Jeová Deus. Entretanto, Demétrio não gostou de perder fregueses. De modo que ele disse aos ourives, seus companheiros: “Também estais vendo e ouvindo, como não só em Éfeso, mas em quase toda a província da Ásia, este Paulo tem convencido uma multidão bastante grande, levando-os a outra opinião, dizendo que não são deuses os feitos por mãos.” (Atos 19:26) Este discurso causou grande comoção na cidade de Éfeso. Formou-se um motim. Isto causou grande tumulto e “gritaram por espaço de quase duas horas: Grande é a Diana dos efésios!” “Cessado o tumulto, Paulo mandou chamar os discípulos e, tendo-os confortado, despediu-se e partiu para a Macedônia. Havendo atravessado aquelas terras, fortalecendo-os com muitas exortações, dirigiu-se para a Grécia.” — Atos 19:34; 20:1, 2, ALA.

      18. Por que é necessário expor a falsidade da adoração de imagens?

      18 Assim como foi nos dias de Asa e nos dias de Paulo, temos visto que é também nos nossos dias. A adoração de imagens, que é falsa adoração, precisa ser trazida à atenção das pessoas supersticiosas, que buscam a verdade e a justiça, para que elas possam fugir da falsa religião.

      19. O que possibilita a alguém ter a coragem de enfrentar e vencer a oposição religiosa?

      19 Os superintendentes semelhantes a Paulo vêem que é privilégio deles falar com os estranhos acerca das boas novas, ao mesmo tempo que devem animar os próprios cristãos fiéis a continuar no caminho correto. A fidelidade de Paulo sob perseguição estimulou os cristãos genuinamente dedicados a Deus a continuar o seu trabalho, mesmo que Paulo estivesse partindo. É muito animador ver pessoas abandonar a adoração de ídolos e associar-se com os verdadeiros adoradores de Jeová, mas também se defronta com a ira das organizações religiosas abandonadas por estas pessoas. A fé no que se crê possibilita a enfrentar a provação, mas se pode enfrentá-la com mais coragem por reunir-se com a congregação do povo de Deus, que tem a mesma mentalidade e espírito.

      ENCORAJAMENTO MÚTUO

      20. Precisam os superintendentes também de encorajamento? O que mostram as Escrituras?

      20 Já pensou também que o superintendente que ajuda a congregação à madureza cristã precisa de igual modo ser encorajado? O seu encorajamento e reanimação na fé pode fluir muitas vezes da pessoa mais humilde e mais retraída da congregação. A própria presença de tal pessoa assim na reunião e a troca de expressões com o superintendente, ajuda a ele e a outros na congregação de Deus a se ajudarem mutuamente. Na sua carta aos coríntios, Paulo disse que ele foi encorajado por causa da congregação. Ele nos diz que soube que o espírito de Tito “foi recreado por todos” na congregação. Tito tinha uma posição importante como superintendente na igreja primitiva, e ele foi edificado e encorajado pelos próprios a quem ele servia. Tito amava esta congregação porque via a obediência de todos eles. Que efeito teve em Paulo esta boa visita de Tito a ele, o apóstolo aos gentios, aquele que diariamente tinha “ansiedade por todas as congregações”? Paulo nos conta o que ela fez por si: “Alegro-me porque em tudo posso confiar em vós.” (2 Cor. 7:13, 16, ALA) Sim, Paulo foi fortalecido e encorajado mediante a fé congregacional.

      21. Como as experiências de Paulo em prisão transmitiram coragem aos seus irmãos cristãos?

      21 Por outro lado, a fé firme de Paulo, mesmo na prisão em Roma, deu coragem aos seus irmãos. As prisões de Paulo “se tornaram conhecidas de toda a guarda pretoriana e todos os demais; e a maioria dos irmãos, estimulados no Senhor por minhas algemas, ousam falar com mais desassombro a palavra de Deus”. (Fil. 1:13, 14, ALA) O exemplo correto de Paulo ir para a prisão por causa da justiça foi bom para as congregações cristãs. Escrever Paulo cartas às congregações em todo o mundo, fazendo isto da prisão, estimulou a todos os seguidores de Cristo e os fez continuar destemidamente. Isto alegrou a Paulo que se regozijou de ver a coragem de seus irmãos em falar a palavra de Deus a despeito do que lhes acontecia nos vários distritos do Império Romano. O mesmo acontece hoje.

      22, 23. (a) Qual é a reação dos verdadeiros cristãos atualmente quando seus irmãos são perseguidos? (b) Quanto a enfrentar perseguição, que conselho deu Pedro?

      22 Quando um cristão é preso por falar as boas novas, ou quando é colocado num campo de concentração porque recusa dizer que a salvação vem de homens, como Hitler e seu governo, ou quando é perseguido ou molestado porque prega a Bíblia ao próximo e a lei do país diz que não se pode falar do reino de Deus com ninguém, então, o povo de Deus demonstrará sua fé com coragem a todo o mundo. Deixe a inteira organização do Diabo tentar sufocar a pregação das boas novas do reino de Deus nestes dias, e o tiro lhe sairá pela culatra. A luz da Palavra de Deus brilhará, não importa quão grandes sejam a perseguição e a tribulação que vêm sobre os fiéis servos de Deus. Isto é tão certo entre os cristãos atualmente como o era entre os que constituíam o grupo de cristãos primitivos. Pedro deu o seguinte conselho às testemunhas cristãs de Jeová e a todos os que desejam fugir deste pânico mortífero:

      23 “Mas, ainda que venhais a sofrer por causa da justiça, felizes sois. Não obstante, não temais aquilo que eles temem, nem vos agiteis. Antes, santificai Cristo como Senhor em vossos corações, sempre preparados para fazer uma defesa perante todo aquele que vos exigir a razão da esperança que há em vós, fazendo-o, porem, com temperamento manso e profundo respeito.” — 1 Ped. 3:14, 15.

      24, 25. (a) Por que o medo do mundo não controla a vida dos que estão dedicados a fazer a vontade de Jeová, mas o que os habilita a ser vencedores do mundo? (b) Como os irmãos de Roma encorajaram Paulo, e, por assim fazer, como demonstraram seu amor para com Jesus?

      24 Vivemos hoje no tempo em que o mundo está com medo, com medo de sua própria aniquilação. Por que há este medo nas nações? Porque não há amor. Jesus disse: “Amai-vos uns aos outros como eu vos tenho amado.” (João 15:12) Achará esta espécie de amor num povo dedicado a fazer a vontade de Jeová e que sofrerá por causa da justiça, fazendo isto com temperamento manso. Mas, onde há qualquer amor hoje entre as nações ou mesmo entre as pessoas das várias nações? Se quiser encontrar este amor, terá de separar-se das nações, assim como Jesus e os primitivos cristãos fizeram. Jesus disse: “Não são parte do mundo, assim como eu não sou parte do mundo.” (João 17:16) Exige coragem para se tomar esta posição neste mundo cheio de medo. Mas pode ser feito, conforme Jesus disse: “No mundo passais por aflições; mas tende bom ânimo, eu venci o mundo:” (João 16:33, ALA) Do mesmo modo vencerá o leitor se for um cristão dedicado. Muitos têm vencido, e os seus irmãos o ajudarão mesmo que, às vezes, as coisas fiquem pretas. Quando Paulo ia para a prisão em Roma, a congregação saiu-lhe ao encontro e o registro em Atos 28:14, 15, diz: “Tendo ali os irmãos ouvido notícias nossas, vieram ao nosso encontro até à Praça de Apio e às Três Vendas. Vendo-os Paulo, e dando por isso graças a Deus, sentiu-se mais animado.”

      25 Estes irmãos de Roma vieram ao encontro de alguém que não conheciam, mas estavam vinculados pela irmandade. Nunca tinham visto Paulo antes, mas se lembravam das palavras de Jesus: “Eu era estranho, e vós me recebestes hospitaleiramente; nu, e vós me vestistes. Fiquei doente, e vós cuidastes de mim. Estive em prisão, e vós viestes visitar-me.” (Mat. 25:35, 36) Os cristãos dedicados de Roma nunca tiveram a oportunidade de servir a Jesus Cristo à mesa, assim como os apóstolos, Maria, Marta e muitos outros serviram e cuidaram das necessidades dele na Palestina. Mas Jesus tinha dito: “Em verdade vos digo: Ao ponto que o fizestes a um dos mínimos destes meus irmãos, a mim o fizestes.” O que se fazia para Paulo era como se fizesse para Jesus. Apenas sair ao encontro de Paulo demonstrou o amor e a fé que a congregação tinha para com um irmão fiel, e, esta ação da parte da congregação, deu coragem a Paulo. — Mat. 25:40.

      26. Como podemos nós hoje, mesmo em face de oposição religiosa, mantermo-nos corajosos e fortalecido o nosso coração?

      26 Precisa de coragem? Então, reunamo-nos, “não deixando de nos congregar, como é costume de alguns, mas animando-nos uns aos outros, e tanto mais quanto vedes aproximar-se o dia.”. (Heb. 10:25) Atualmente, milhares de pessoas cônscias de sua necessidade espiritual estão separando-se do mundo iníquo e buscando a verdade com as testemunhas de Jeová. Vêm de todos os grupos religiosos, bem como de pessoas que dizem não ter afiliação religiosa. Por quê? Porque amam a vida e porque as testemunhas de Jeová ensinam a Bíblia. Isto lhes ajuda a edificar a fé em Deus, o Dador da vida. Ao passo que estes milhares estudam a Palavra de Deus junto com a Sua congregação de pessoas dedicadas, edifica-se-lhes a fé e isto os torna corajosos e fortes — algo necessário nestes dias. Então, não têm mais o medo que o mundo tem, porque as testemunhas de Jeová realmente aguardam a destruição deste sistema de coisas na batalha do Armagedon. Enquanto aguardam, proclamam o reino de Jeová como única esperança da humanidade. Mesmo que as nações e muitas pessoas do mundo discordem com a mensagem dela, e mesmo que muitas testemunhas de Jeová sejam perseguidas, presas, ou mesmo mortas por causa da pregação da Palavra de Deus, elas se lembrarão das palavras fortalecedoras do salmista Davi: “Sede corajosos, e fortifique-se o vosso coração, todos vós que esperais em Jeová.” — Sal. 31:24.

  • Nada de anticientífico na Bíblia
    A Sentinela — 1962 | 15 de maio
    • Nada de anticientífico na Bíblia

      Frank Lewis Marsh, professor de biologia na Faculdade da União, de Lincoln, Nebraska, EUA, na sua obra Studies in Creationism, faz a observação: “À medida que os cientistas chegam ao estudo cuidadoso do Livro de Guia da religião cristã, descobrem que, na realidade, não existe nenhuma base para conflito sequer entre os fatos da ciência e a religião cristã. Embora a Bíblia contenha algumas das maiores verdades, contudo não é um tratado sobre ciência. Essa situação na Bíblia é mui digna de uma consideração cuidadosa. Se Moisés tivesse escrito a melhor opinião científica dos seus dias, a ciência que progride teria há muito descoberto a sua inexatidão. Mas, os fatos científicos declarados em linguagem não-científica, há milhares de anos atrás, ainda estão plenamente exatos em sentido científico. Essa é uma das maravilhas da Bíblia. O fato de Moisés, que fora ‘instruído em toda a sabedoria dos egípcios’, e de Daniel, em quem os babilônios consideravam que habitavam os espíritos dos deuses da sabedoria, não escreverem nas suas mensagens nada das doutrinas aceitas dos seus dias sobre as origens das coisas, coloca a Bíblia além das fontes naturais. Só se declararam coisas que, segundo se evidencia, eram eternamente verdadeiras. Até o presente, não se descobriu nenhuma inexatidão científica. A verdadeira ciência não pode estar em conflito com esse livro.” — Páginas 206, 207.

Publicações em Português (1950-2026)
Sair
Login
  • Português (Brasil)
  • Compartilhar
  • Preferências
  • Copyright © 2025 Watch Tower Bible and Tract Society of Pennsylvania
  • Termos de Uso
  • Política de Privacidade
  • Configurações de Privacidade
  • JW.ORG
  • Login
Compartilhar