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  • A mansidão e o autocontrole produzem frutos pacíficos
    A Sentinela — 1960 | 15 de agosto
    • na mesma corrida, na corrida de vida ou morte. Portanto, que todos corram conforme Paulo aconselhou: “Todo aquele que participa num certame exerce autocontrole em todas as coisas. . . . Por conseguinte, . . . eu subjugo o meu corpo e o conduzo como escravo, para que, depois de ter pregado a outros, eu mesmo, de algum modo, não venha a ser desaprovado.” Paulo dirigiu-se a todos os verdadeiros cristãos quando escreveu aos “fiéis em união com Cristo Jesus”, dizendo: “Rogo-vos . . . que andeis dignamente da vocação com que fostes chamados, com toda a humildade da mente e mansidão, com longanimidade, suportando-vos uns aos outros em amor, procurando diligentemente observar a unidade do espírito no laço unificador da paz. Há um só corpo.” Requer todos os membros neste corpo congregacional para manter esta paz e união cristãs. Portanto, aquilo que se requer dos superintendentes em questão de mansidão de temperamento, de paciência, de gentileza, de autocontrole, de longanimidade, de humildade, de amor e assim por diante, exige-se também de cada um dos d.o povo dedicado de Jeová. — Êxo. 12:49; Lev. 24:22; 1 Cor. 9:25-27; Efé. 1:1; 4:1-4, NM.

      USANDO A MANSIDÃO E O AUTOCONTROLE NO LAR

      12. Onde estão ausentes a mansidão e o autocontrole? E em que resultou isso?

      12 Alguns dos mais espinhosos problemas da vida são os domésticos. Veja o enorme número de casais infelizes, a prevalência de delinqüência paternal e infantil, o espantoso número de lares rompidos e a crescente onda de divórcios, como evidência do colapso e do declínio moral da sociedade humana infeliz deste velho mundo. Os maridos e as esposas discutem e brigam tanto em particular como em público. A delinqüência juvenil abrange desde acessos de fúria infantil até o assalto aberto e a matança dos pais. É mais que evidente que nestes lares rompidos não há paz e tranqüilidade, porque há uma falta completa da mansidão e do autocontrole semelhantes a Cristo.

      13. Por outro lado, quando os maridos e as esposas cumprem a vontade divina, que condições domésticas felizes prevalecem?

      13 Tais condições deploráveis não são encontradas onde marido e mulher são testemunhas felizes de Jeová. Por que não? Simplesmente porque os mesmos princípios cristãos de paciência, amor, gentileza, longanimidade, tolerância e controle do temperamento, desenvolvidos e praticados na congregação, são transferidos para a vida dentro da família. “Vós, esposas, estai em sujeição a vossos maridos, como convém no Senhor. Vós, maridos, continuai a amar vossas esposas e não vos zangueis amargamente com elas.” E a seguinte instrução é dada tanto a maridos como a esposas: “Continuai a suportar-vos uns aos outros e a perdoar-vos uns aos outros livremente, se alguém tiver razão de queixa contra outro.” Não há absolutamente nenhuma desculpa ou razão, não há nenhum problema que seja tão grande, ou emergência que seja tão vital, que justifique que os casados percam o controle sobre as suas emoções e gênios. Se os maridos e as esposas estiverem cumprindo a vontade divina, então terão de ser de temperamento manso, bondosos, cheios de consideração e tolerância mútua e para com os seus filhos, em todos os tempos. — Col. 3:18, 19, 13, NM.

      14. Onde há uma família dividida, que conselho deve ser seguido pelo cônjuge cristão?

      14 Talvez diga: Tudo isso está muito bom num lar teocrático onde tanto o marido como a esposa sejam servos dedicados de Deus, mas o que me diz dum lar onde, talvez, a esposa cristã esteja casada com um homem que não está na verdade? Há muitos lares assim, hoje em dia, e quando o chefe da casa não é um verdadeiro cristão, ele chegará forçosamente a perder a compostura e a ser desarrazoado, e às vezes, simplesmente mau. Isto, porém, não justifica que a esposa abandone a sua condição feliz para participar com o seu marido no estado mental infeliz dele. Sob tais circunstâncias, o cônjuge dedicado deve seguir a vontade divina, a saber: “Vós, esposas, estai em sujeição aos vossos próprios maridos, de modo que, se quaisquer [maridos] não forem obedientes à palavra, sejam vencidos, sem palavra, por meio da conduta de suas esposas . . . seja o vosso adorno . . . [a] vestimenta incorrutível do espírito quieto e manso, que é de grande valor aos olhos de Deus.” Ao fazer isto, a esposa dedicada, de temperamento manso, gozará de felicidade e de contentamento não partilhados pelo .seu marido de temperamento irascível. — 1 Ped. 3:1-4, NM.

      15. Que conselho bíblico precisa ser seguido pelos pais que têm filhos menores, se quiserem ter a sua casa abençoada com paz e contentamento?

      15 Os pais no lar cristão não só precisam ser de temperamento manso entre si, mas precisam também ter a mesma disposição mental para com seus filhos. “Vós, pais, não fiqueis irritando a vossos filhos, mas continuai a criá-los na disciplina e no conselho de autoridade de Jeová.” Disciplinar os filhos é absolutamente necessário, pois o conselho de Jeová é: “A vara e a repreensão dão sabedoria, mas o rapaz entregue a si mesmo envergonha a sua mãe. Castiga a teu filho, e te fará descansar; e dará delicias à tua alma.” É um ato de amor, não de ódio ou de má vontade para com o filho, quando os pais lhe administram uma disciplina corretiva. “O que retém a sua vara aborrece a seu filho, mas o que o ama a seu tempo o castiga.” — Efé. 6:4, NM; Pro. 29:15, 17; 13:24, Al.

      16. Quão importante é a correção paternal para os filhos que desejam viver no novo mundo de Deus?

      16 Agora, quanto aos filhos, e isto inclui também todos os adolescentes, lembrem-se eles de que esta disciplina prescrita por Jeová é um remédio para o seu bem, porque a desobediência, a obstinação e os acessos de ira são os caminhos do pecado e da morte, e se acham ligados no seu coração, desde o seu nascimento. Se quiserem viver sob o domínio do reino de Deus, então estas tendências diabólicas herdadas têm de ser desarraigadas e substituídas por qualidades piedosas, e a vara da correção paternal ajudará a fazer isso. “A estultícia está ligada ao coração do menino, mas a vara da correção a afugentará dele.” — Pro. 22:15, Al.

      17. (a) Explique por que não havia delinqüentes juvenis no antigo Israel quando se faziam vigorar as leis de Jeová. (b) Porque é pràticamente inexistente o problema da delinqüência entre as testemunhas de Jeová hoje em dia?

      17 Pode haver casos raros em que a criança está tão empedernida na sua obstinação que nem mesmo a vara da correção a poderá afugentar. Nos dias de Israel, os pais foram mandados por Jeová a levar tais rebeldes aos anciãos da cidade, e estes, por sua vez, levavam o incorrigível para fora e o apedrejavam até morrer. Não havia delinqüentes juvenis debaixo de tal sistema. (Deu. 21:18-21) Assim também hoje, a sociedade do Novo Mundo das testemunhas de Jeová não pode tolerar e não tolerará a delinqüência juvenil no seu meio. Portanto, para evitar o possível golpe mortífero da desassociação da congregação, os filhos sábios, teocráticos, darão ouvidos e seguirão ao que diz a Palavra de Deus: “Filhos, sede obedientes a vossos pais em união com o Senhor, porque isto é justo.” “Vós, filhos, sede em tudo [sem exceção] obedientes a vossos pais, pois isso é bem agradável no Senhor.” “Ouve a teu pae que te gerou”, diz o Provérbio, “e não desprezes a tua mãe quando ella for velha”. — Efé. 6:1; Col. 3:20, NM; Pro. 23:22.

      18. Em que sentido é a organização das testemunhas de Jeová semelhante ao jardim do Éden nos seus belos frutos, e como se torna isso possível?

      18 Portanto, quer sejam casados, quer solteiras, quer sejam adultos, quer juvenis, do restante ou da “grande multidão”, superintendentes ou não, todas as testemunhas de Jeová, com a ajuda do espírito santo de Deus e pelo exercício da mansidão e do autocontrole, podem produzir uma safra abundante e interminável de frutos pacíficos. Sob os cuidados amorosos de Jeová, a organização delas é semelhante ao jardim do Éden, na beleza da paz e da união. Isto se dá porque cada um tem profundo respeito e amor pelas leis e pelos mandamentos de Jeová, junto com zelo e devoção para a execução da vontade divina em tudo. “Filho meu, não te esqueças da minha lei, e o teu coração guarde os meus mandamentos. Porque eles aumentarão os teus dias, e te acrescentarão anos de vida e paz.” “Muita paz têm os que amam a tua lei, e para eles não há tropeço.” — Pro. 3:1, 2; Sal 119:165, Al.

      19. De que modo podem os que amam a paz e o contentamento ter a certeza de usufrui-las eternamente?

      19 Todas as pessoas, em toda a parte, que forem de boa vontade e amarem a paz e a união, e que quiserem participar na inigualável felicidade e vida em eterna paz e contentamento, numa terra paradísica sob o domínio do reino de Deus, precisam, então, associar-se prontamente com as testemunhas de Jeová que amam a paz, e precisam ser, junto com elas, de temperamento manso, calmos, amorosamente pacientes e ter domínio sobre si mesmos. Continue a obedecer à vontade divina, a qual inclui o Salmo 37: “Não te indignes por causa dos malfeitores. . . . Pois murcharão prontamente como a relva . . . Deixa a ira e abandona o furor . . . Pois os próprios malfeitores serão cortados, mas os que esperam em Jeová,são os que hão de possuir a terra. Apenas mais, um pouco, e não existirá o iníquo, e prestarás certamente atenção ao seu lugar, e ele não existirá. Mas os mansos [os de temperamento manso] é que possuirão a terra e terão grande deleite na abundância de paz.” — Sal. 37:1, 2, 8-11, NM.

  • O que é a sua alma?
    A Sentinela — 1960 | 15 de agosto
    • O que é a sua alma?

      PARA muitos não-cristãos da Malaia, a alma humana é um pequeno homem invisível, cerca do tamanho dum polegar, correspondendo em forma, proporção e tez ao homem em cujo corpo reside. Pensa-se que a alma dum homem gordo seja gorda, e que a alma dum homem magro seja magra. Outros povos primitivos pensam nela como sendo um passarinho, como sendo a sua sombra ou como sendo o seu reflexo. Estas pessoas crêem usualmente que a alma abandona o corpo através da boca ou das narinas durante o sono da pessoa, e volta quando esta desperta. Para algumas pessoas em Bombaim era um crime pintar o rosto duma pessoa adormecida, pois achavam que a sua alma não a reconheceria ao voltar e não entraria assim novamente no seu corpo, fazendo-a morrer.

      Em Célebes tem sido o costume prender anzóis no nariz, no umbigo e nos pés dum doente, para que a, sua alma pudesse ser apanhada se tentasse escapar. Em Bornéu pensa-se que ela seja um passarinho invisível, e quando um homem é ferido, sua esposa ou parenta vai ao lugar onde foi ferido e procura atrair de novo a alma dele por espalhar arroz no chão e chamar a sua alma. Ela ajunta então o arroz, leva-o para casa e o espalha sobre a cabeça do homem ferido, chamando novamente a sua alma, assim como se chamaria um passarinho.

      É pouco provável que forme o mesmo conceito sobre a alma que estas pessoas formam. Em vez de pensar nela como um pequeno homem ou um passarinho dentro de sua pessoa, que gostaria de fugir pelo seu nariz ou boca para andar vagueando, é possível que pense nela como sendo algo muito pequeno e invisível que permanece em seu corpo até a morte, ocasião em que abandona o corpo para continuar a sua existência consciente em outra parte.

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