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  • Seu espírito — como poderá controlá-lo?
    A Sentinela — 1981 | 15 de março
    • calmante. Pelo menos seremos capazes de compreender, até certo ponto, porque ele poderia sentir-se ou agir da maneira como faz. De fato, ao fazermos isso, aplicamos o conselho sábio dado pelo apóstolo Paulo aos filipenses, de considerar ‘os outros superiores a nós, não visando, em interesse pessoal, apenas os nossos próprios assuntos, mas também, em interesse pessoal, os dos outros’ — Fil. 2:3, 4.

      Isto nos ajuda a evitar a armadilha de pré-julgar sem realmente considerar ambos os lados. (Pro. 18:13) A primeira vista, talvez nos pareça que estamos 100 por cento certos e que nosso irmão está completamente errado. Mas, quando examinamos as coisas mais cuidadosamente, geralmente descobrimos que raras vezes é assim tão simples. Provérbios 18:17 observa sabiamente: “O que advoga primeiro a sua causa, parece ter razão, sobrevêm a parte adversa e refuta-o.” — Missionários Capuchinhos.

      CONTINUE A ESFORÇAR-SE NISSO

      Ao seguirmos estas sugestões, realmente nos estamos esforçando para resolver nosso problema. Não estamos adotando a atitude derrotista e dizendo: “Não posso fazer nada a respeito.” O próprio ato de nos esforçarmos a resolver o problema reduzirá a probabilidade de perdermos o controle. Também nos mantém cônscios da necessidade de ajustarmos nossa maneira de pensar, especialmente se as falhas dos outros nos deixam constantemente irritados.

      É necessário, quando enfrentamos nossos sentimentos, buscar a ajuda de nosso Deus, Jeová, a todo momento. Uma jovem senhora de Nova Jersey (E.U.A.) passou por um sério problema neste respeito. Perdia a calma com freqüência e ofendia-se com facilidade. Ao passo que batalhava vigorosamente contra estas tendências, ela nos conta também: “Eu orava muito a Jeová para que, por favor, apagasse minhas dúvidas. Pedia que ele examinasse profundamente meu coração, até mesmo a parte mais íntima do meu corpo e que, por favor, removesse quaisquer pensamentos maus “ Jeová evidentemente respondeu à sua oração sincera, pois ela acrescenta: “Já faz meses que eu não digo nenhum palavrão; meu temperamento é muito mais brando.”

      Mas, que fazer se depois de aplicar estas sugestões e ter relativo êxito nos sentirmos às vezes seriamente agitados? Em primeiro lugar, nunca devemos permitir que isto nos deixe desanimados a ponto de querermos desistir. Depois, enquanto estamos realmente perturbados, é proveitoso nos lembrarmos do conselho do Salmo 4:4: “Ficai agitados, mas não pequeis. Falai no vosso coração, na vossa cama, e ficai quietos.”

      É ESTA A MELHOR MANEIRA?

      Alguém talvez pergunte: ‘Não é melhor desabafar-se quando se sente irritado?’ É assim que muitos pensam. No entanto, certa esposa que tentou fazer isso no café da manhã, certo dia, para fazer seu marido pendurar o chapéu, admitiu depois de perder a calma: “Naturalmente, é difícil eu ficar realmente furiosa, e, quando acontece, fico doente por dois ou três dias. Para falar a verdade, senti-me horrível após aquele café da manhã, e, acredite ou não, meu marido ainda deixa o chapéu na mesa com mais freqüência do que o guarda.” Diria que dar vazão à ira beneficiou esta senhora ou talvez o seu marido?

      Outros, que perderam a calma, relataram as conseqüências: “Distúrbio estomacal.” “Fico todo tremendo, e nem enxergo bem.” “Fico mesmo furioso.” São benéficas estas conseqüências?

      Mas isto não é tudo. Além dos danos físicos, há também o dano causado nas relações pessoais com outros. Muitas coisas ditas e feitas no acesso de ira causam mágoa profunda e irreparável. Por fim, há o sentimento de culpa por saber que perder o controle desagrada a Jeová.

      Ninguém pode negar a veracidade das declarações bíblicas: “Quem prontamente se irar cometerá tolice.” “Quem é vagaroso em irar-se é abundante em discernimento.” — Pro. 14:17, 29.

      Também, quão veraz na vida é o provérbio: “O homem enfurecido suscita contenda, mas aquele que é vagaroso em irar-se sossega a altercação”! (Pro. 15:18) Não há dúvida de que o homem que deixa de controlar seu espírito ‘põe lenha no fogo’, complicando assim o problema, enquanto que aquele que manifesta um espírito brando pode acalmar as coisas. “Uma resposta, quando branda, faz recuar o furor, mas a palavra que causa dor faz subir a ira.” — Pro. 15:1.

      Deveras, controlarmos nosso espírito pode ser de real benefício. Não só evitamos assim maus efeitos, mas aprendemos a nos dar bem com os outros. Aprendemos também a acreditar em nossos irmãos espirituais, e a ter confiança neles. Não é isto muito melhor do que repisar constantemente as fraquezas deles? Derivamos alegria de procurarmos as boas qualidades neles e as imitarmos. Isto certamente resulta num ambiente mais amoroso.

      De fato, quando um grupo de pessoas se reúne para algum propósito, manifesta certo “espírito” ou atitude predominante. (Filêm. 25) Se este será construtivo e encorajador, ou negativo e desencorajador, muito dependerá das pessoas que constituem o grupo. As Testemunhas de Jeová, em dezenas de milhares de congregações em todo o mundo, manifestam em geral um espírito sadio que atrai os outros.

      Se for Testemunha de Jeová, por que não toma por alvo contribuir para o espírito sadio da congregação com a qual se associa? Poderá fazer isso por controlar seu próprio espírito e por ser cordial, amigável e edificante nos seus tratos com outros. Desta maneira ajudará a propagar um espírito de família feliz entre seus irmãos e irmãs espirituais. Ao passo que você da generosamente desta maneira, colherá os dividendos acrescidos de ser ajudado a controlar seu espírito. Isto se dá porque um bom espírito é contagioso, e generosidade gera generosidade. Como disse o sábio: “Far-se-á que a própria alma generosa engorde.” — Pro. 11:25.

  • Ninguém está eximido de mostrar arrependimento
    A Sentinela — 1981 | 15 de março
    • Ninguém está eximido de mostrar arrependimento

      A PROFECIA de Joel indica vigorosamente a importância de se ter uma condição limpa perante Deus. Os israelitas eram culpados de pecado sério, e, por isso, precisavam arrepender-se para não sofrerem uma calamidade. Não bastavam expressões externas de pesar. O que Jeová Deus queria era o reconhecimento do pecado, no íntimo do coração. O profeta Joel declarou: “Rasgai os vossos corações e não as vossas vestes; e retornai a Jeová, vosso Deus, porque ele é clemente e misericordioso, vagaroso em irar-se e abundante em benevolência, e certamente deplorará a calamidade.” — Joel 2:13.

      Visto que todos eram pecadores, a idade não eximia ninguém de estar entre os reunidos no templo para se humilharem perante Jeová Deus. Até mesmo as criancinhas precisavam estar presentes, e a alegria do dia de casamento não devia interferir na súplica pelo perdão de Deus. A profecia de Joel declara: “Ajuntai o povo. Santificai uma congregação. Reuni os homens idosos. Ajuntai as crianças e os que mamam aos peitos. Saia o noivo do seu quarto interior e a noiva da sua câmara nupcial.” (Joel 2:16) Em harmonia com o espírito destas palavras, não se deve permitir nada ser mais importante na vida do que ter uma condição limpa perante o Criador.

      Visto que as crianças de peito são pecadores natos, os pais têm a séria responsabilidade de manter uma condição correta perante Deus, para que os seus filhinhos sejam encarados como santos ou puros. — Veja 1 Coríntios 7:14

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