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    • e era osso de seus ossos, e carne de sua carne. (Gên. 2:22, 23) Ela foi criada por causa do homem, e não o homem por causa dela. (1 Cor. 11:9) Portanto, a mulher, no arranjo de Deus para a família, sempre deveria estar sujeita ao seu marido, e não deveria usurpar a autoridade dele. (Efé. 5:22, 23; 1 Ped. 3:1) Também, na congregação cristã, a mulher não deveria ensinar a outros varões dedicados, nem exercer autoridade sobre eles. — 1 Tim. 2:12.

      Entre os hebreus dos tempos antigos, reconhecia-se a posição superior ocupada pelo homem na família e no arranjo tribal. Sara era submissa, chamando de “senhor” a Abraão, e é mencionada de modo favorável por tal reconhecimento da posição dele como cabeça. (Gên. 18:12; 1 Ped. 3:5, 6) Sob o pacto da Lei, sublinhava-se a posição prioritária do varão. Somente dos varões se exigia, por mandamento expresso, que se reunissem para as três festividades de Jeová, no local que Deus escolhera, embora as mulheres também comparecessem a elas. (Deut. 16:16) A mulher se tornava “impura” em sentido cerimonial por um período duplamente maior depois de dar à luz uma menina do que ao dar à luz um menino. — Lev. 12:2, 5.

      O LUGAR DA MULHER

      Nos tempos antigos, havia circunstâncias sob as quais a mulher colocava uma cobertura para a cabeça, para indicar submissão. (Gên. 24:65) Ao considerar o arranjo de chefia na congregação cristã, o apóstolo Paulo explicou que, se uma mulher orar ou profetizar na congregação, ocupando uma posição que Deus designou ao homem, ela deve ter a cabeça coberta. Ao fazer por algum tempo essas coisas, por não haver nenhum varão cristão dedicado presente para fazê-las, mesmo que ela tenha cabelos compridos, a mulher não deve argumentar que bastam seus cabelos compridos para indicar a sua sujeição. Antes, deve deixar que suas próprias ações demonstrem sua submissão e seu reconhecimento de que o homem o cabeça. A mulher cristã faz isso por usar uma cobertura para a cabeça, como “sinal de autoridade”. Isto deve ser feito “por causa dos anjos”, que observam as ações do cristão e que estão interessados na congregação cristã, como sendo aqueles que ministram a ela. Por usar uma cobertura para a cabeça quando necessário, por motivos espirituais, a mulher cristã reconhece o arranjo de cabeças, feito por Deus. — 1 Cor. 11:5-16; Heb. 1:14.

      Esta ordem teocrática correta na congregação e no arranjo familiar não estorva a mulher em seu serviço a Deus, nem restringe ou cerceia seus esforços de executar suas atividades e responsabilidades familiares. Concede-lhe liberdade plena e bíblica de servir em seu lugar, ao passo que ainda é agradável a Deus, em harmonia com o princípio: “Deus pôs . . . os membros no corpo, cada um deles assim como lhe agradou.” (1 Cor. 12:18) Muitas mulheres nos tempos antigos tinham excelentes privilégios, ao passo que reconheciam que o homem era o cabeça, e usufruíam uma vida feliz e satisfatória, entre elas, Sara, Rebeca, Abigail, e mulheres cristãs tais como Priscila e Febe.

      RESPONSABILIDADE

      O exercício da posição autorizada como cabeça concede certos direitos, mas também envolve deveres ou obrigações. ‘Cristo é cabeça da congregação’, e assim tem o direito de fazer decisões que a envolvem, e de demonstrar autoridade sobre ela. (Efé. 5:23) Mas a posição de cabeça também o obriga a aceitar o dever de cuidar da congregação e de assumir a responsabilidade por suas decisões. De modo similar, um marido que exerce sua posição como cabeça tem certos direitos, no que tange a fazer decisões finais e a prover supervisão. Além disso, porém, tem o dever de aceitar a responsabilidade por sua família. Ele tem a obrigação primária de fazer provisões materiais e espirituais para sua família. — 1 Tim. 5:8.

  • Cabelo (Pêlo)
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    • CABELO (PÊLO)

      Historicamente, os homens e as mulheres, em geral, consideravam seus cabelos como um ornamento, realçando sua atratividade, e como um sinal, em muitos casos, de força e de juventude. Por conseguinte, os cabelos têm merecido grandes cuidados.

      HEBREUS

      Desde o princípio, os homens hebreus costumavam deixar a barba crescer, mas ela era bem cuidada; e aparavam os cabelos em um comprimento moderado. Um exemplo disso era Absalão; embora seus cabelos crescessem com tamanha abundância que, quando ele os cortava, uma vez por ano, pesavam 200 siclos — cerca de dois quilos (sem dúvida se tornando mais pesados pelo uso de óleo ou de ungüentos). (2 Sam. 14:25, 26) A Lei de Deus ordenava que os varões israelitas não deviam ‘cortar curtas suas madeixas laterais (ou costeletas)’, nem destruir a “extremidade” de sua barba. Não se tratava duma injunção contrária a se aparar os cabelos ou a barba, mas isso visava, evidentemente, impedir que imitassem os costumes pagãos. (Lev. 19:27; Jer. 9:25, 26; 25:23; 49:32) Deixar de cuidar dos cabelos ou da barba, provavelmente não os aparando ou deixando-os descuidados, era sinal de pranto. (2 Sam. 19:24) Deus ordenou aos sacerdotes, em instruções fornecidas mediante o profeta Ezequiel, que eles aparassem, mas não rapassem, os cabelos de sua cabeça, e que não usassem cabelos soltos quando servissem no templo. — Eze. 44:15, 20.

      As mulheres hebréias cuidavam bem de seus cabelos, como sinal de beleza (Cân. 7:5), permitindo que ficassem bem compridos. (João 11:2) Cortar uma mulher os seus cabelos era sinal de pranto ou de aflição. (Isa. 3:24) Quando um soldado israelita capturava uma virgem numa cidade inimiga e desejava casar-se com ela, exigia-se que ela primeiramente rapasse a cabeça e cuidasse de suas unhas, e passasse

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