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Humildade — ajuda em tempos de adversidadeA Sentinela — 1971 | 15 de fevereiro
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A compreensão, que foi bem definida como sendo o apreço correto da relação da pessoa com Jeová Deus, é mais outra grande ajuda para se cultivar a humildade. Significa reconhecer que ele, como Soberano Universal e Legislador Supremo, tem o direito de mandar que obedeçamos. E não só isso, mas em vista de sua onipotência, pode fazer cumprir a sua vontade e seus decretos. Quão ínfimos somos, quão insignificantes, em comparação com ele! Nações inteiras são à vista dele como apenas uma gota de água que cai dum balde vazio! (Isa. 40:15) Quando chegamos a reconhecer isto, obtemos compreensão, mas o maior inimigo da compreensão é o orgulho, ou estar cheio de si mesmo. Por isso não é sem bom motivo que está escrito: “Com tudo o que adquirires, adquire compreensão.” — Pro. 4:7.
Tampouco se deve desperceber o amor, o amor altruísta segundo princípios, como ajuda para se cultivar a humildade. “O amor . . . não se gaba, não se enfuna.” O amor se manifesta por induzir a pessoa a ter humildade mental e a considerar os outros superiores a si mesmo. — 1 Cor. 13:4; Fil. 2:2, 3.
ESFORÇO DIÁRIO PELA HUMILDADE
Para que a humildade nos possa ajudar em tempos de adversidade, precisa ser exercida na vida diária, em tudo o que pensamos, dizemos e fazemos. A humildade significa humildade mental, não ter grandes idéias e ambições, e não ter a tendência de menosprezar os outros. Significa pensar como o apóstolo Paulo, que falou de si mesmo como “homem menor que o mínimo de todos os santos” e “mínimo dos apóstolos”. — Efé. 3:8; 1 Cor. 15:9.
A nossa conversação deve ser assinalada pela humildade. Estamos sempre querendo falar sobre nós mesmos, o que nós achamos das coisas, o que nós realizamos ou planejamos fazer? Criticamos amiúde os outros? A humildade induz a pessoa a querer focalizar a atenção em Jeová Deus, na sua Palavra, na sua obra e nas suas qualidades maravilhosas, e falar dos conservos de modo favorável.
Verificamos que amiúde somos nós os que monopolizamos a conversa? A humildade nos induz a dar aos outros a oportunidade de falar. Se os outros são vagarosos em expressar-se, ajude-os nisso de modo humilde, com tato e amor, para a própria felicidade deles e para a sua edificação. Há mais felicidade em dar aos outros a oportunidade de falar do que sempre ser o único a falar. — Atos 20:35.
Caracteriza a humildade as nossas ações? A humildade impede que empurremos os outros ou sempre queiramos ser os primeiros, se por acaso estivermos numa fila. Ajudar-nos-á a desempenhar tarefas manuais, coisas a fazer no lar ou na limpeza do Salão do Reino. Procura servir outros em vez de esperar ser servido. Lembre-se do exemplo de Jesus. Ele veio, não para ser servido, mas para servir os outros. — Mat. 20:28.
Deveras, a humildade é muito recomendável. Produz relações pacíficas com Jeová, nosso Criador. Resulta em paz mental. Produz relações pacíficas com nosso próximo. E ela é de muita ajuda quando mais precisamos dela — em tempos de adversidade.
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Reis assírios e IsraelA Sentinela — 1971 | 15 de fevereiro
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Reis assírios e Israel
● Diversos reis assírios, tais como Salmaneser e Senaqueribe, estavam envolvidos em ações militares contra Israel, e a Bíblia registra tal informação. (2 Reis 17:1-6; 18:9-16) É também de interesse notar que se descobriram recentemente muitos registros de reis assírios sobre este período geral. Estes registros mencionam pelo menos oito dos reis judeus e israelitas mencionados na Bíblia, inclusive Ezequias, Acaz, Manassés, Onri, Jeú, Menaém, Peca e Oséias.
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