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    A Sentinela — 1982 | 15 de abril
    • em ano, para a celebração, a menos que a dificuldade de obter um vinho apropriado torne isso aconselhável.

      Alguns, quando são passados os emblemas durante a Comemoração, têm agido como se estes tivessem poderes especiais. Por exemplo, alguns têm inclinado propositalmente a cabeça diante dos emblemas ou cheirado a eles. Isto não é apropriado.

      Durante a celebração da Refeição Noturna do Senhor, o pão e o vinho são emblemas do corpo carnal de Jesus e do seu precioso sangue. (Mateus 26:26-28) Concordemente, quando são passados, cada um deve atentar respeitosamente ao que o pão e o vinho representam. Os na assistência que não participam dos emblemas podem simplesmente passar o prato e o copo para a próxima pessoa, lembrando-se primariamente do sacrifício de Jesus, que pode cobrir os nossos pecados e torna possível a perspectiva de vida eterna. — 1 João 2:2; 1 Coríntios 11:23-26.

      ■ Na parábola dos “talentos”, quem é representado pelos três escravos? — Mateus 25:14-30

      Visto que todos os três escravos estavam na casa do “amo”, devem representar todos os prospectivos herdeiros do reino celestial, com diferentes capacidades e oportunidades de incrementar os interesses do Reino. A partir de Pentecostes de 33 E.C. e até os dias atuais, alguns escravos ungidos teriam maiores aptidões, energia e oportunidades para aumentar os “bens” do amo confiados aos seus cuidados. Os apóstolos e outros com maiores privilégios estariam na categoria dos cinco “talentos”. A situação dos outros os limitaria, em sentido comparativo, no que poderiam fazer. Não obstante, requerer-se-ia de todos empenhar-se de toda a alma na sua devoção e no seu serviço, e todos receberiam a mesma recompensa.

      Até mesmo o escravo a quem se deu um “talento” não estava predestinado a fracassar. Se tivesse pelo menos transformado aquele um “talento” em dois, é provável que tivesse recebido a mesma recompensa, de ‘entrar na alegria do amo’. Visto que ele se mostrou “indolente” e “iníquo”, ele deve representar os prospectivos herdeiros do Reino que se tornam infiéis. Estes não só perdem seus privilégios mas também toda recompensa.

      Os membros da cristandade professam ser verdadeiros escravos do Amo, Jesus Cristo, mas suas palavras e seus atos os desqualificam quanto a qualquer afirmação que talvez façam sobre pertencer à casa do Amo. De modo que não entram nesta questão de prospectivos herdeiros do reino celestial.

  • ‘Um homem muitíssimo devotado’
    A Sentinela — 1982 | 15 de abril
    • ‘Um homem muitíssimo devotado’

      William Kirk Jackson nasceu em 16 de setembro de 1901, em Galveston, Texas E.U.A. Após uma vida devotada ao serviço de Jeová Deus, terminou a sua carreira terrestre em 13 de dezembro de 1981.

      Desde o começo de sua vida, William demonstrou grande interesse na verdade bíblica. Em 1915, à idade de 14 anos, dedicou-se a Jeová por meio de Cristo Jesus. Sempre prezou a sua vocação como um dos ungidos do Senhor em união com Cristo. Em 1.º de junho de 1933 ingressou no serviço de tempo integral a Jeová como pioneiro. Depois de cumprir designações especiais em Washington, D.C., e em Chicago, Illinois, o irmão Jackson tornou-se membro permanente da família de Betel em Brooklyn, em 13 de novembro de 1937. Serviu com o conselheiro jurídico Hayden C. Covington a partir de 1941, e estava assim envolvido no grosso da luta que levou a muitas vitórias notáveis das Testemunhas de Jeová na Suprema Corte dos Estados Unidos. Ele foi designado para o Corpo Governante das Testemunhas de Jeová em 15 de outubro de 1971, e, no decorrer do tempo, foi designado para cuidar dos assuntos nas Comissões de Serviço e de Redação.

      O irmão Jackson era humilde, modesto e nunca assumiu a atitude de alguém de importância. Conhecido a milhares de pessoas em volta da terra simplesmente como “Bill”, era de temperamento brando, sempre acessível, e muito agradável e prazeroso como companheiro; sempre colocava as pessoas à vontade. No decorrer do discurso fúnebre proferido por F. W. Franz no Betel de Brooklyn, este disse: ‘Agradecemos a Jeová Deus por ter suscitado uma Testemunha tão excelente. Ele terminou a sua carreira em fidelidade e tem garantida a sua recompensa. Bill Jackson era um homem muitíssimo devotado.’

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