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  • Eles ‘vêem o que é bom por causa do seu trabalho árduo’
    A Sentinela — 1977 | 1.° de maio
    • lhes traria maravilhosas bênçãos espirituais.

      O trabalho tinha de ser feito às pressas, entre o fim do inverno e o começo das assembléias de circuito na primavera. E foi de fato completado em apenas dois meses! A maior parte da construção foi feita por voluntários, e as Testemunhas trabalharam tão depressa, que os vizinhos espantados nem podiam acreditar que tivessem respeitado o toque de recolher de quatro horas, à meia-noite. Mas eles o haviam respeitado. E o resultado foi um belo prédio de concreto, vistoso e alegre, que acomoda 1.200 pessoas.

      “Acomodar” — sim, à moda coreana, nos belos tacos de madeira, no chão. No dia da dedicação do salão de assembléias — 4 de abril — o lugar estava totalmente tomado pelo grupo limitado de 1.300 pessoas. Ao passo que cada um entrava, recebia um saquinho de vinil para os sapatos e a costumeira lembrança oriental — nesta ocasião, uma caneta esferográfica com uma inscrição sobre a dedicação. Todos ficaram encantados com o palco luminoso, o excelente sistema sonoro, a piscina batismal no segundo pavimento e o jardim oriental, que estava tomando forma na frente do prédio.

      O discurso de dedicação foi proferido por Milton Hamilton, um dos operosos missionários, que havia ajudado a estabelecer a obra de Jeová em Pusan, logo depois da Guerra Coreana. Uns vinte e cinco missionários haviam trabalhado em Pusan, no decorrer dos anos, e quanto estes se alegraram então com as Testemunhas nativas ali, ao ‘verem o que é bom por causa do seu trabalho árduo’! As Testemunhas de Jeová em Pusan sentem-se felizes de ter este primeiro Salão de Assembléias no Oriente, e as lágrimas de alegria deram evidência de sua gratidão. — Ecl. 2:24.

  • Perguntas dos Leitores
    A Sentinela — 1977 | 1.° de maio
    • Perguntas dos Leitores

      ● Deve-se encarar a embalsamação de Jacó como precedente a ser seguido pelos cristãos, ou, então, por que foi feita?

      Não há evidência nenhuma de que a embalsamação de Jacó fosse modelo para os verdadeiros adoradores. Antes, parece ter sido feita em confiança na promessa de Deus, de dar à descendência de Abraão uma terra.

      Quando Jacó morreu no Egito, seu filho José mandou que os médicos egípcios embalsamassem o cadáver. (Gen. 50:2, 3) Entre os antigos egípcios, a embalsamação era costumeira. Praticavam-na, evidentemente, por causa de sua crença de que o corpo preservado era necessário para que a alma da pessoa, por fim, se pudesse novamente unir com ele. Naturalmente, nem Jacó, nem José aceitavam o ensino pagão da imortalidade da alma. Ambos entendiam corretamente que os mortos, na provisão de Deus, vão para o Seol, a sepultura comum da humanidade, da qual Deus os ressuscitará no tempo devido. (Gên. 37:35; 42:38; Heb. 11:21, 39, 40) Então, por que mandou José que Jacó fosse embalsamado?

      Jeová Deus havia pactuado com Abraão dar ao descendente ou à descendência dele a terra de Canaã, a Terra da Promessa. (Gen. 15:16-21) Mesmo já antes de esta descendência herdar a terra, Abraão e Isaque haviam sido enterrados ali, numa caverna sepulcral da família. Mas, quando Jacó se aproximou da morte, ele e sua família viviam no Egito. Havia ele perdido fé na promessa de Deus, achando que os hebreus iriam morar permanentemente no Egito? De modo algum. Ele fez José prometer que o enterraria junto a seus pais, em Canaã. Jacó mostrou assim sua confiança em que Deus daria aquela terra aos descendentes de Abraão. — Gen. 49:29-33.

      Para satisfazer o pedido de Jacó José teria de levar o cadáver para a terra de Canaã. Mas, a menos

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