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  • Aprendendo o que o amor realmente significa
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Despertai! — 1981
g81 8/4 p. 20

Aprendendo o que o amor realmente significa

Conforme relatado por um chefe de família no Japão

AS CIRCUNSTÂNCIAS que cercaram minha infância impediram-me de criar um intenso amor às pessoas. Meu pai faleceu quando eu tinha apenas dois meses de vida. Mamãe, sem casar-se legalmente, juntou-se a outro homem, que já tinha família, mas me entregou a outros, para ser criado. Quando completei 10 anos, devolveram-me à minha mãe, mas eu, contudo, jamais senti o calor de uma vida familiar. Mamãe era viciada no jogo e me arrastava consigo para os antros da jogatina.

Na época em que me casei, aos 25 anos, eu também era um viciado no jogo. Todo dia a rotina era a mesma. Durante o dia eu trabalhava como vendedor, o que me dava oportunidades de comparecer à corridas de cavalos e de barcos. O período da noite era reservado para o Majongue (uma espécie de jogo), e eu costumava chegar em casa por volta da meia-noite. A jogatina me levou a sérias dificuldades, custou-me o emprego e representou pesada carga financeira para minha família e a da minha esposa.

Vez após vez tentei largar, mas não consegui. Eu achava que era o destino ou algo que eu tinha herdado de minha mãe. Fiquei apavorado com a idéia de que, pelo resto de minha vida, jamais poderia largar o jogo. Deprimido quanto ao meu futuro, decidi suicidar-me. Mas, quando eu subi até o topo de um edifício, a imagem de meus dois filhos me veio à mente e eu não consegui pular.

Embora casado, eu não sabia que era o amor que une a família e que é o amor que faz dela um arranjo mutuamente saudável e feliz. Jamais tendo recebido tal amor de meu pai e de minha mãe, eu realmente não sabia o que significava. Assim, não era capaz de me entrosar aos sentimentos de minha esposa, devido ao modo como fui criado — o desejo dela de formar comigo uma calorosa família, e seu empenho nisso, muito embora eu persistisse em trair sua confiança. Com o tempo, contudo, comecei a avaliar não apenas o amor de minha esposa, mas, também, um amor muito maior.

Reconhecendo o perigo de eu trabalhar longe de casa, minha esposa exigiu energicamente que eu começasse um negócio dentro de casa. Obtive rapidamente um empréstimo e remodelei a nossa casa a fim de abrir um centro de jogo Majongue. Eu gostava do Majongue, e concentrei minhas energias no negócio. O negócio prosperou e pude pagar regularmente o empréstimo. Minha esposa, porém, era muito infeliz devido aos nossos problemas familiares. Por cima de tudo, ela, às vezes, de modo histérico, achava que era necessário me vigiar, de modo que eu não caísse de novo nos velhos costumes. Convivendo com tal situação, acabei ficando completamente arrasado, mental e fisicamente.

Em meio a toda esta tensão familiar, certo dia minha esposa por acaso pegou da estante o livro intitulado Veio o Homem a Existir por Evolução ou por Criação, que eu comprara de uma Testemunha de Jeová, uns seis anos atrás. Ela, contudo, inclinava-se nessa época para a filosofia materialista marxista-leninista, e, de certo modo, era ateísta confessa. A leitura do livro, contudo, tocou-lhe o coração. Pôde ver que não há base para se negar a existência de um Todo-Poderoso e sábio Criador. Sobreveio-lhe um leve sentimento de medo. Felizmente, pouco depois uma Testemunha de Jeová nos visitou e foi iniciado um estudo bíblico regular. Usaram o livro A Verdade Que Conduz à Vida Eterna, começando com o capítulo intitulado “Estabelecendo Uma Vida Feliz em Família”. Quando minha esposa me disse o que achava do estudo, também decidi estudar.

Quanto mais lia a Bíblia, tanto mais profundamente ficava convencido de que era a verdade. Mesmo com toda minha indiferença, fiquei impressionado com as palavras de Hebreus 4:12: “A palavra de Deus é viva e exerce poder, e é mais afiada do que qualquer espada de dois gumes.” Como resultado, resolvi fazer um esforço para não mais pregar mentiras, mesmo em coisas pequenas. Aceitei, docilmente, o conselho: “Não jureis absolutamente . . . Deixai simplesmente que a vossa palavra Sim signifique Sim e o vosso Não, Não.” (Mat. 5:34, 37) A confiança de minha esposa foi rapidamente reconquistada e ela alegremente me obedecia. Dois meses depois que comecei a estudar a Bíblia, deixei de fumar e jogar. Consegui fazer uma limpeza geral na vida. Ninguém mais precisava ficar me vigiando. Jeová ouviu minhas orações fervorosas e me deu forças para ir em frente.

Agora sim, em companhia de minha esposa e de nossos dois filhos, eu sei o que o amor significa, e somos uma família feliz. Chegamos a conhecer o amor transcendente demonstrado por Jeová Deus e Jesus Cristo, e nos convencemos de que a genuína alegria provém de corresponder a tal amor.

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