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  • Jeorão
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    • de Israel. — 2 Reis 8:18, 25, 26; veja o N.° 1 acima.

      Devido, pelo menos parcialmente, à má influência de sua esposa Atalia, Jeorão não trilhou os caminhos justos de seu pai, Jeosafá. (2 Reis 8:18) Jeorão não só assassinou seus seis irmãos e alguns dos príncipes de Judá, mas também desviou seus súditos de Jeová para os deuses falsos. (2 Crô. 21:1-6, 11-14) Todo o seu reinado foi perturbado tanto por dificuldades internas como pela contenda externa. Primeiro, Edom se rebelou; daí Libna se revoltou contra Judá. (2 Reis 8:20-22) Numa carta dirigida a Jeorão, avisou-lhe o profeta Elias: “Eis que Jeová dá um grande golpe ao teu povo, e aos teus filhos, e às tuas esposas, e a todos os teus bens.” Ademais, ó Rei Jeorão, “terás muitas doenças, uma enfermidade dos teus intestinos, até que os teus intestinos saiam por causa da doença, dia após dia”. — 2 Crô. 21:12-15.

      Tudo aconteceu exatamente desse modo. Jeová permitiu que os árabes e os filisteus atacassem e vencessem decisivamente aquela nação, e levassem cativos as esposas e os filhos de Jeorão. Deus permitiu que somente escapasse o filho mais moço de Jeorão, Jeoacaz (também chamado Acazias), concessão esta, contudo, feita apenas por causa do pacto do reino celebrado com Davi. “Depois de tudo isso, Jeová o feriu [a Jeorão] nos intestinos com uma doença para a qual não havia cura.” Dois anos depois, “lhe saíram os intestinos” e ele gradualmente morreu. Assim findou a vida deste homem iníquo, que “se foi sem ser desejado”. Foi sepultado na cidade de Davi, “mas não nas sepulturas dos reis”. Acazias, seu filho, tornou-se rei em seu lugar. — 2 Crô. 21:7, 16-20; 22:1; 1 Crô. 3:10, 11.

  • Jeosafá
    Ajuda ao Entendimento da Bíblia
    • JEOSAFÁ

      [Jeová é Juiz]. Filho do Rei Asa, de Judá, e de Azuba, filha de Sili. Aos 35 anos, Jeosafá sucedeu a seu pai no trono, e reinou por vinte e cinco anos (936-911 AEC). (1 Reis 22:42; 2 Crô. 20:31) Seu bom reino era contemporâneo do reinado dos reis israelitas, Acabe, Acazias e Jeorão. (1 Reis 22:41, 51; 2 Reis 3:1, 2; 2 Crô. 17:3, 4) Foi marcado pela estabilidade, pela prosperidade, pela glória e pela paz relativa com as terras vizinhas. Jeosafá recebia presentes de seus súditos e tributo dos filisteus e dos árabes. — 2 Crô. 17:5, 10, 11.

      REALIZAÇÕES

      Este rei de Judá fortaleceu sua posição por colocar forças militares nas cidades fortificadas de Judá, e guarnições tanto na terra de Judá como no território israelita capturado por seu pai, Asa. Em Jerusalém, grande corpo de valentes guerreiros servia aos interesses régios, e, em Judá, construíram- se lugares fortificados e cidades-armazéns. — 2 Crô. 17:1, 2, 12-19.

      Jeosafá, diferente dos reis israelitas do reino setentrional, manifestou grande preocupação com a adoração verdadeira. (2 Crô. 17:4) Comissionou certos príncipes, levitas e sacerdotes a ensinar a lei de Jeová nas cidades de Judá. (2 Crô. 17:7-9) Jeosafá também santificou as ofertas sagradas (2 Reis 12:18), e, pessoalmente, viajou pelo seu reino, orientando seus súditos a retornar a Jeová em fidelidade. (2 Crô. 19:4) Corajosamente, Jeosafá continuou a campanha contra a idolatria, iniciada por Asa, e começaram a desaparecer de Judá os altos, os postes sagrados e os remanescentes varões que se prostituíam no serviço dum templo. (1 Reis 22:46; 2 Crô. 17:6) Mas a adoração incorreta nos altos estava tão arraigada entre os israelitas que os esforços de Jeosafá não a erradicaram por completo e de forma permanente. — 1 Reis 22:43; 2 Crô. 20:33.

      O reinado de Jeosafá também presenciou a instituição de melhor sistema judicial. O próprio rei inculcou nos juízes a importância de serem imparciais e isentos de suborno, visto que julgavam, não em nome do homem, mas em nome de Jeová. — 2 Crô. 19:5-11.

      Jeosafá provou-se um rei que confiava plenamente em Jeová. Quando Judá viu-se ameaçada pelas forças coligadas de Amom, de Moabe e da região montanhosa de Seir, ele humildemente reconheceu a debilidade de sua nação em face deste perigo, e orou a Jeová pedindo ajuda. Depois disso, Jeová lutou a favor de Judá, por espalhar a confusão nas fileiras inimigas, de modo que matassem uns aos outros. Por conseguinte, as nações circunvizinhas ficaram temerosas, e Judá continuou a usufruir a paz. — 2 Crô. 20:1-30.

      RELAÇÕES COM O REINO DE DEZ TRIBOS

      Jeosafá conservou a paz com o reino setentrional, e formou uma aliança matrimonial com Acabe. (1 Reis 22:44; 2 Crô. 18:1) Por este motivo, em várias ocasiões, foi arrastado a outras alianças com o reino de Israel.

      Numa visita ao reino setentrional, algum tempo depois do casamento da filha de Acabe, Atalia, com seu primogênito Jeorão, Jeosafá concordou em acompanhar o Rei Acabe numa aventura militar, para recuperar Ramote-Gileade das mãos dos sírios. Entretanto, antes de realmente partir, Jeosafá solicitou a Acabe que indagasse a Jeová. Quatrocentos profetas garantiram o sucesso a Acabe. Mas Micaías, verdadeiro profeta de Jeová, odiado por Acabe, mas chamado por insistência de Jeosafá, predisse a derrota certa. Todavia, Jeosafá, talvez para não voltar atrás em sua promessa original de acompanhar a Acabe, dirigiu-se à batalha, trajando suas vestes reais. Visto que Acabe tomara a precaução de disfarçar-se, os sírios erroneamente concluíram que Jeosafá era o rei de Israel e, assim, submeteram-no ao mais pesado ataque. Jeosafá mal conseguiu escapar com vida, e Acabe, apesar do disfarce, foi mortalmente ferido. (1 Reis 22:2-37; 2 Crô., cap. 18) Ao retornar a Jerusalém, Jeosafá foi censurado por aliar-se insensatamente

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