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    • um estratagema de batalha que pegou desprevenido o inimigo, e levou à matança deste, embora Ben-Hadade escapasse. — 1 Reis 20:1-21.

      Convencido de que Jeová era apenas um ‘deus dos montes’, Ben-Hadade retornou no ano seguinte com uma força militar de igual tamanho, mas alinhou-se para a batalha em Afeque, no vale de Esdrelom, ao invés de avançar para a região montanhosa de Samaria. Afeque situava-se próxima de Jezreel, onde Acabe possuía sua residência preferida e um palácio. ( 1 Reis 21:1) As forças israelitas avançaram para o local da batalha, mas pareciam “dois minúsculos rebanhos de caprídeos”, comparadas ao maciço acampamento sírio. Reasseguradas pela promessa de Jeová, de demonstrar que Seu poder não era controlado pela geografia, as forças de Acabe impuseram esmagadora derrota ao inimigo. (20:26-30) No entanto, bem semelhante ao que o Rei Saul fez com Agague, o amalequita, Acabe permitiu que Ben-Hadade sobrevivesse e concluiu um pacto com ele, pelo qual as cidades capturadas seriam devolvidas a Israel e ruas de Damasco seriam designadas a Acabe, evidentemente visando o estabelecimento de comissários israelitas residentes que cuidariam dos interesses comerciais e políticos do reino de Acabe naquela capital síria. (20:31-34) Similar a Saul, Acabe foi condenado por Jeová por causa disso, sendo predita a calamidade futura para ele e seu povo. — 20:35-43.

      ASSASSINATO DE NABOTE, E SUAS CONSEQÜÊNCIAS

      Durante um intervalo de paz de três anos, Acabe voltou sua atenção para a aquisição do vinhedo de Nabote, de Jezreel, um terreno muito desejado por Acabe porque se limitava com os terrenos do palácio residencial. Quando Nabote recusou a solicitação, à base da lei de Deus sobre a inviolabilidade das possessões hereditárias, Acabe petulantemente retirou-se para sua casa, onde se deitou em seu divã, com o rosto voltado para a parede, recusando-se a comer. Ao saber a causa de seu desalento, a Jezabel pagã fez arranjos para o assassínio de Nabote, sob o manto dum julgamento de blasfêmia, usando cartas escritas em nome de Acabe. Quando Acabe foi apossar-se do terreno cobiçado, encontrou-se com Elias, que o denunciou duramente como assassino, e como alguém que se vendeu para praticar a iniqüidade, movido pelas constantes aguilhoadas de sua esposa pagã. Assim como cães lamberam o sangue de Nabote, assim também os cães lamberíam o sangue de Acabe, e a própria Jezabel e os descendentes de Acabe se tornariam comida para cães e aves de rapina. Essas palavras calaram fundo, e, com profundo pesar, Acabe jejuou vestido de saco, alternadamente se sentando e andando de um lado para o outro, abatido. Á base disto, certa medida de misericórdia lhe foi estendida com respeito ao tempo em que a calamidade sobreviría à sua casa. — 1 Reis 21:1-29.

      As relações de Acabe com Judá ao S foram fortalecidas por meio duma aliança matrimonial em que Atalia, a filha de Acabe, casou-se com Jeorão, filho do Rei Jeosafá. ( 1 Reis 22:44;  2 Reis 8:18, 26; 2 Crô. 18:1) Durante uma visita amigável de Jeosafá a Samaria, Acabe o induziu a apoiá-lo no esforço de retomada de Ramote-Gileade dos sírios, que evidentemente não cumpriram de forma plena os termos do pacto feito por Ben-Hadade. Ao passo que um grupo de falsos profetas expressou em coro suas garantias de êxito, por insistência de Jeosafá, foi chamado o profeta Micaías, odiado por Acabe, que predisse certeira calamidade. Ordenando a prisão de Micaías, Acabe teimosamente prosseguiu com o ataque, embora tomando a precaução de disfarçar-se, mas foi atingido por um arqueiro sírio, de modo que morreu lentamente. Seu corpo foi levado a Samaria, para ser ali enterrado, e, quando “começaram a lavar o carro de guerra junto ao reservatório de Samaria os cães lambiam o sangue dele”. Escavou-se grande bacia artificial do lado N do espaçoso pátio do palácio em Samaria, e este talvez seja o local do cumprimento da profecia. — 1 Reis 22:1-38.

      INSCRIÇÕES MOABITAS E ASSÍRIAS

      Faz-se menção da reconstrução de Jericó durante o reinado de Acabe, talvez como parte dum programa de fortalecimento do controle de Israel sobre Moabe. ( 1 Reis 16:34; compare com  2 Crônicas 28:15.) A Pedra Moabita, do Rei Mesa, de Moabe, fala do domínio de Moabe pelo Rei Onri e seu filho (Acabe).

      As inscrições assírias que descrevem a batalha travada entre Salmaneser III e uma coalizão de doze reis em Carcar incluem o nome A-ha-ab-bu como membro da coalizão. A maioria dos peritos aceitam isto, em geral, como referência ao Rei Acabe, de Israel; contudo, quanto à evidência de que tal identificação está sujeita a dúvidas, veja o verbete SALMANASER.

  • Acacia
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    • ACACIA

      [Heb., shittáh, shittím]. As referências bíblicas a tal árvore se limitam quase que inteiramente ao período da peregrinação de Israel no deserto e ao seu uso como material de construção do tabernáculo portátil, construído na península do Sinai. Isto exigia que a árvore fosse uma das que cresciam bem no ermo, onde os israelitas peregrinaram, sendo capaz de fornecer tábuas um tanto grandes (quase 4,60 m de comprimento, segundo Êxodo 36:20, 21). Visto que esta árvore praticamente desaparece do registro bíblico após a entrada na Terra Prometida, isto podería também indicar que tal árvore não é comumente encontrada por toda a Palestina. Tal descrição enquadra-se nas espécies de acácia conhecidas como Acacia seyal e Acacia tortílis muito mais do que qualquer outra vida vegetal daquela área. Tais acácias ainda são comuns no Negebe e na zona do Sinai, e encontram-se algumas ao longo do vale do Jordão, ao S do mar da Galiléia, mas não na Palestina setentrional.

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