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  • Não se refreie de ‘praticar a verdade’
    A Sentinela — 1975 | 15 de maio
    • que cabe a cada um, mas a decisão quanto a que se está praticando a verdade cabe a Jeová Deus. Lembre-se das palavras de 1 João 1:6: “Se fizermos a declaração: ‘Temos parceria com ele’, [quer dizer, com o Deus da luz] contudo prosseguirmos andando na escuridão, estamos mentindo e não estamos praticando a verdade.” O argumento e bem claro e vigoroso. É o dever de todos os cristãos, seguidores do Amo, Jesus Cristo, acatar o conselho da Palavra de Deus, e orientar sua vida em harmonia com este conselho.

      20. Mencione outras coisas necessárias que se precisa considerar com respeito a praticar a verdade.

      20 Mas a prática da verdade envolve ainda mais do que cuidarmos de nossa conduta diária e da associação certa. Praticar a verdade exige de nós observarmos outras coisas necessárias. Por exemplo, como encara aquele que pratica a verdade sua associação com os da mesma fé preciosa, nas reuniões congregacionais? Como necessidade ou como algo para quando não se tem nada melhor para fazer? E que dizer de participar em falar a outros sobre o Deus da luz e seu Filho, que é a luz do mundo? Pode-se praticar a verdade e não estar disposto e ansioso de falar a outros sobre as bênçãos que aguardam a humanidade, conforme preditas na Palavra de Deus? Depois há a questão de ajudar os da família da fé, os que agora participam em praticar a verdade na congregação cristã. Como afeta praticarmos a verdade esta relação e suas responsabilidades? Para se ter parceria com Jeová, o Deus da luz, e seu Filho, a fim de se poder dizer realmente que se pratica a verdade e não se anda na escuridão, exige-se satisfazer certos requisitos básicos. Estes são considerados no artigo que segue.

  • ‘Continue a observar os seus mandamentos’
    A Sentinela — 1975 | 15 de maio
    • ‘Continue a observar os seus mandamentos’

      “E por meio disso temos o conhecimento de que chegamos a conhecê-lo, a saber, se continuarmos a observar os seus mandamentos.” — 1 João 2:3.

      1. Por que é necessário fazer um exame de si mesmo na prática da verdade?

      EM TODA a terra há hoje centenas de milhares de testemunhas dedicadas e batizadas de Jeová Deus, que se reúnem e participam juntamente na proclamação das boas novas do Reino de casa em casa e por muitos outros meios. Estes servos de Deus o amam e querem fazer a vontade dele. É por isso que dedicaram sua vida ao cumprimento de Seus mandamentos, observando as Suas leis. No entanto, às vezes pode haver alguns que deixam de reconhecer plenamente o que significa ‘continuar a observar os mandamentos’ de Deus. Quando não se continua com o exame de si próprio, de seu modo de vida e de suas motivações, pode-se verificar que os poderes da escuridão neste sistema cegam a pessoa para com os requisitos de Jeová. Precisamos continuar a cumprir os mandamentos de Deus. Quando alguém continua a fazer a mesma coisa, com o tempo, esta se torna um hábito para ele, algo que faz regularmente. Não a faz agora, esquecendo-se dela depois. Podemos dizer que ele pratica este “algo” habitualmente, não importa o que seja. Torna-se assim para ele um modo de vida, algo que faz sem pensar em descontinuá-lo no futuro.

      2. De que modo se chega realmente a conhecer a Jeová?

      2 Assim é com os que observam os mandamentos de Deus. Continuam neste proceder dia após dia, mês após mês, ano após ano, sabendo que é um requisito de Deus. O ponto em tudo isso é que a única maneira de se realmente ‘chegar a conhecê-lo’, isto é, a Jeová, é sempre observar o que ele quer que façamos. Isto não admite que se sirva a ele apenas quando se tem vontade, quando não interfere em outra coisa que achamos mais importante. Esta constância é que está englobada nas expressões ‘praticar a verdade’ e ‘continuar a observar os seus mandamentos’.

      NAS “MULTIDÕES CONGREGADAS”

      3. O que convoca Jeová seu povo a fazer quanto a reunir-se?

      3 O salmista escreveu: “Bendirei a Jeová no meio das multidões congregadas.” (Sal. 26:12) Jeová, o Deus da luz, ordenou que seu povo se reunisse em seu nome. As Escrituras hebraicas contêm as ordens de Jeová, dadas ao seu antigo povo de Israel, de se reunir para observar acontecimentos especiais durante o ano. Em muitos casos, era obrigatório que o povo se reunisse assim. Além disso, era para a sua bênção e seu proveito. A obrigação de ter reuniões para adoração foi transmitida à congregação cristã do povo de Deus. Basicamente, Hebreus 10:24, 25, convoca os cristãos a se reunirem e a não se esquecerem disso. Isto tem por finalidade encorajarem-se mutuamente e edificarem sua fé, estimulando-se ao amor e a obras corretas.

      4. (a) A fim de praticar a verdade, o que precisa fazer a pessoa? (b) O que se poderia argumentar a respeito das reuniões da congregação, mas o que é bom lembrar?

      4 A atual congregação cristã, no nosso século vinte, precisa ‘observar os seus mandamentos’ a respeito de reunir-se para adoração. Cada um do grupo, individualmente, precisa observar este mandamento, se há de haver uma ‘multidão congregada’. Para praticar a verdade como grupo, cada um precisa acatar os mandamentos de Jeová. Talvez se argumente que nas Escrituras não há ordem específica de que nos tenhamos de reunir por cinco horas na semana, conforme é costume entre o povo de Jeová na terra. Isto é verdade. Mas não devemos ser gratos de que nosso Deus é generoso, suprindo-nos abundantemente boas coisas espirituais? Tiramos proveito espiritual de cada reunião a que assistimos. Nossa fé é fortalecida. Quando nos reunimos com concristãos, somos ajudados a observar os mandamentos de Jeová, a praticar a verdade. Não é isto o que desejamos fazer?

      5. Então, como encarará o servo dedicado de Jeová as reuniões da congregação?

      5 É razoável, pois, que o servo dedicado de Jeová faça todo esforço para estar com seus irmãos e irmãs cristãos nas reuniões. Em vez de achar desculpas para ficar longe, procura motivos para estar em toda reunião possível da congregação. Naturalmente, usará de bom juízo, se estiver doente ou se surgir outra circunstância imprevista de importância séria. Mas, na maior parte, sua consciência treinada pela Bíblia o impelirá a praticar a verdade por seguir o mandamento de Jeová mediante sua Palavra, de não deixar de se reunir.

      6. Como podem os “motivos” para se faltar a uma reunião tornar-se “desculpas” para tornar isso um hábito?

      6 Se o servo do Senhor não tiver cuidado, poderá permitir regularmente que coisas de somenos importância o mantenham longe desta associação bendita. Às vezes, uma visita de parentes talvez impeça alguém de estar em determinada reunião, dependendo das circunstâncias. Mas, permitir-se-á que cada visita de parentes e toda ocasião desta natureza interfira em estar com os que andam na verdade no meio das multidões congregadas? Por que não convidar os parentes a acompanhá-lo? De modo similar,

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