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  • O maravilhoso útero
    Despertai! — 1974 | 8 de agosto
    • em espiral em seu redor, tanto na direção dos ponteiros do relógio como na contrária. Ondas peristálticas, iniciadas nas paredes das trompas de Falópio, atuam como marca-passos laterais para as contrações uterinas que partem desde o alto do cérvix. Interessante fato é que este arranjo poderia dar origem a padrões irregulares de contrações, se não fosse pelo útero apresentar certa medida independente de ritmicidade.

      Depois de o bebê nascer, sai o cordão umbilical, com a placenta ligada a ele. Se posta de lado, ela se secaria em cerca de uma semana. Mas, usualmente, o médico parteiro corta o cordão depois de dar-lhe um nó. Há perigo de profuso sangramento? Não normalmente. Isto se dá por causa de certa substância gelatinosa no cordão umbilical se expandir automaticamente para fechar os vasos sangüíneos como um torniquete. Também, uma válvula se fecha dentro do coração, de modo que este possa realizar sua nova função de bombear o sangue até os pulmões do bebê, que agora funcionam. Se não fosse esta provisão, o bebê morreria imediatamente.

      O bebê geralmente nasce de cabeça. O saco amniótico se rompe, mas seu fluido ainda protege o bebê de ferimentos localizados por criar um equilíbrio hidrostático, de modo que a pressão das contrações do útero sejam exercidas igualmente sobre todas as partes do corpo. Quando o bebê nasce, está limpo e não se acha coberto de sangue. Terá um pouco de líquido amniótico sobre si. Também, quando a placenta se solta do revestimento uterino, o útero então se contrai rapidamente ao seu tamanho original ou quase original, sem apreciável perda de sangue.

      Órgãos Reprodutivos Merecem Respeito

      É deveras uma maravilha contemplar o trabalho realizado no útero. Nesta consideração, só se tocou de “leve” no assunto. Os biólogos e os especialistas em medicina podem explicar muito pouco de suas operações. Quem as compreende de forma plena? Aquele que modelou a inteira operação — o Criador Jeová Deus. Observe quão verazmente o salmista bíblico escreveu sob inspiração (Salmo 139:13, 15, 16):

      “Tu mesmo produziste meus rins.”

      Sim, cada órgão do corpo foi imaginado pelo Criador e diretamente modelado no útero para sua função específica.

      “Mantiveste-me abrigado no ventre de Minha mãe.”

      Até mesmo hoje muitos processos do nascimento não podem ser observados pelos homens. Deus arranjou os assuntos de modo que o processo estrutural parte do qual não é agradável aos olhos humanos, não fosse visto. O bebê é dado à luz do útero como produto acabado, limpo, lindo, amável. — Compare com 1 Coríntios 12:23, 24.

      “Meus ossos não te estavam ocultos, Quando fui feito às escondidas, Quando fui tecido nas partes mais baixas da terra.”

      Na sexta semana, o embrião ganha um esqueleto completo, não ainda de ossos, mas de cartilagem flexível, que mais tarde se transforma em ossos. O salmista fala de ‘tecer’ nervos, músculos, tecidos — as milhares de diferentes ‘linhas’ que se acham tecidas no mais intrincado padrão de cor, beleza e função. É feito na completa escuridão do útero, tão oculto e misterioso para os homens como as profundezas da terra.

      “Teus olhos viram até mesmo meu embrião, E todas as suas partes estavam assentadas por escrito no teu livro, Referente aos dias em que foram formadas, E ainda não havia nem sequer uma dentre elas.”

      Os cientistas agora sabem que o código genético se acha primariamente contido nos “genes” situados no núcleo do óvulo fecundado. Deus, que inventou o padrão para a humanidade, pode também saber de antemão as características específicas, físicas e mentais, que uma criança terá por herança. — Compare com Gênesis 16:11, 12; 25:23; Romanos 9:10-12.

      O salmista prossegue dizendo:

      “Portanto, quão preciosos são para mim os teus pensamentos! Ó Deus, a quanto ascende a soma total deles!” — Sal. 139:17.

      Conhecendo a maravilhosa complexidade de nossos corpos e de suas qualidades reprodutivas, e a alta consideração de Deus para com eles, os homens e as mulheres devem realmente evitar usá-los mal. A esterilização deliberada e desnecessária certamente refletiria desrespeito pela criação de Deus. (Compare com Deuteronômio 23:1.) Por outro lado, há doenças que talvez exijam o sacrifício de certos órgãos a fim de salvar a vida da pessoa. Esta situação ocorre às vezes com respeito aos órgãos reprodutivos femininos. Os cristãos confiam tais assuntos às consciências dos envolvidos. A decisão seria baseada em seu próprio conhecimento do problema e no conselho dos médicos quanto à necessidade ou a urgência de tal operação. Sempre, porém, deve-se ter presente que este “berço” da vida é obra de Deus, e deve ser tratado com grande respeito.

  • São quaisquer órgãos realmente “vestigiais”?
    Despertai! — 1974 | 8 de agosto
    • São quaisquer órgãos realmente “vestigiais”?

      POR muitos anos, vários órgãos do corpo humano foram chamados de “vestigiais” pelos evolucionistas, isto é, os últimos vestígios de órgãos que supostamente tinham alguma utilidade outrora, mas que não mais eram necessários por causa do pretenso avanço na escala evolucionária. De interesse neste respeito é a pequena glândula de formato duma pinha, e por isso chamada de “pineal”. Embora localizada próximo do centro do cérebro, não faz parte do cérebro. “Até bem recentemente”, pensava-se que “a pineal no homem não tinha nenhum propósito biológico, e era simples órgão vestigial”, relatou o jornal Hospital Practice (Prática Hospitalar). Agora se mostrou que a pineal “possui uma faculdade única de produzir a melatonina”. Trata-se duma substância que influi no cérebro, no sistema reprodutivo, bem como nas glândulas pituitária, supra-renais e tireóide.

      Os cientistas crêem que, no homem, a pineal “exerça um controle sobre o corpo, especificamente regulando o relógio do corpo”. (Science Digest, setembro de 1972) A pineal faz isso evidentemente por segregar várias substâncias químicas. Assim, crê-se que a glândula pineal talvez supervisione quimicamente muitas das atividades involuntárias do corpo humano, tais como ajudando a elevar as temperaturas do corpo durante o período do dia e a baixá-las à noite.

      Outra glândula que por muito tempo se pensava ser inútil é o timo. Num artigo intitulado “A Glândula ‘Inútil’ Que Guarda Nossa Saúde”, declarou o Reader’s Digest:

      “Pelo menos por 2.000 anos, os médicos ficaram intrigados com a função dum pedacinho de tecido rosa-cinzento que se situa logo abaixo do pescoço e por trás do esterno — a glândula timo. . . . Os médicos modernos vieram a considerá-la como o apêndice, como um órgão inútil e vestigial, que perdera sua função original, se é que já teve uma.

      “Nos anos recentes, contudo, o obstinado trabalho de detetive dum pequeno grupo de estadunidenses, ingleses, australianos e suecos solvera o enigma do timo. Tais homens provaram que longe de ser inútil, o timo é realmente a glândula mestra que regula o intrincado sistema imunológico que nos protege das doenças infecciosas. . . .

      “Mas, será o timo o único órgão que regula nosso sistema imunológico? Recentes experiências têm levado os pesquisadores a crer que o apêndice, as amígdalas e as adenóides [que certa vez também foram chamadas de vestigiais] talvez também figurem nas respostas dos anticorpos.”

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