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  • Como deuses falsos engodaram o antigo Israel
    A Sentinela — 1975 | 1.° de fevereiro
    • julgamento de Deus. Jeová Deus não poupou o Israel infiel, e, sendo o imutável, ele se tornará novamente “testemunha veloz contra os feiticeiros, e contra os adúlteros, e contra os que juram falsamente, e contra os que agem fraudulentamente com o salário do assalariado, com a viúva e com o menino órfão de pai, e os que repelem o residente forasteiro, ao passo que não [o] temeram”. — Mal. 3:5, 6.

      Portanto, é urgente que todos os que buscam a aprovação de Deus evitem ser enlaçados pela idolatria ou por qualquer outra obra da carne pecaminosa. Se este for seu desejo, cultive ódio intenso ao que Deus condena, não deixando que sua mente pense muito nos desejos carnais. Fazendo isso, poderá escapar dos engodos mortíferos deste mundo. Conforme escreveu o apóstolo João: “Não estejais amando nem o mundo, nem as coisas do mundo. Se alguém amar o mundo, o amor do Pai não está nele; porque tudo o que há no mundo — o desejo da carne, e o desejo dos olhos, e a ostentação dos meios de vida da pessoa — não se origina do Pai, mas origina-se do mundo. Outrossim, o mundo está passando, e assim também o seu desejo, mas aquele que faz a vontade de Deus permanece para sempre.” — 1 João 2:15-17.

      “Por fim, irmãos, todas as coisas que são verdadeiras, todas as que são de séria preocupação, todas as que são justas, todas as que são castas, todas as que são amáveis, todas as coisas de que se fala bem, toda virtude que há e toda coisa louvável que há, continuai a considerar tais coisas. . . . e o Deus de paz estará convosco.” — Fil. 4:8, 9.

  • Perguntas dos Leitores
    A Sentinela — 1975 | 1.° de fevereiro
    • Perguntas dos Leitores

      ● Na Bíblia, Êxodo 4:11 diz: “Quem designa o mudo, ou o surdo, ou o de vista clara, ou o cego? Não sou eu, Jeová?” Significa isso que Deus é responsável por cada caso de tais deficiências da surdez e da cegueira?

      Não, pois isso estaria em desacordo com toda a personalidade de Deus. A Bíblia nos diz: “Por coisas más, Deus não pode ser provado, nem prova ele a alguém.” (Tia. 1:13) Seus atos sempre têm um objetivo. Ele nunca traz uma calamidade sobre alguém sem bom motivo. Ele é a fonte de “toda boa dádiva e todo presente perfeito”. (Tia. 1:17) “Perfeita é a sua atuação, pois todos os seus caminhos são justiça. Deus de fidelidade e sem injustiça; justo e reto é ele.” — Deu. 32:4.

      Em harmonia com isso, vemos que foi pela própria escolha do primeiro casal humano, Adão e Eva, que eles perderam a perfeição e por isso a capacidade de ter filhos perfeitos. (Jó 14:4) Ao passo que seus descendentes se casavam, surgiam cada vez mais imperfeições entre os homens, inclusive defeitos físicos tais como a cegueira e a surdez. Visto que Jeová Deus permitiu que isso se desenvolvesse, ele podia dizer que ele mesmo havia ‘designado’ o mudo, o surdo e o cego. (Veja Romanos 8:20, 21.) Além disso, ele entende plenamente tais impedimentos e suas causas.

      Jeová Deus tampouco protegeu as pessoas contra as conseqüências tristes que a desobediência pode trazer ao organismo físico. A lei imutável de Deus é: “O que o homem semear, isso também ceifará.” (Gál. 6:7) Assim, os filhos resultantes de relações incestuosas podem nascer defeituosos; podem ser cegos, surdos e de outro modo sofrer impedimentos por nascença. Os que se entregam a imoralidades sexuais podem contrair uma doença venérea que pode resultar em ficarem cegos, surdos ou mesmo dementes. O mesmo pode acontecer às crianças dadas à luz por uma mulher que tem doença venérea.

      Quando está em harmonia com o seu propósito e seu modo de proceder, Jeová Deus pode fazer literalmente que pessoas fiquem cegas, surdas ou mudas. Um exemplo disso é Zacarias, pai de João Batista. Quando Zacarias expressou dúvidas ao saber que se tornaria pai dum filho de sua idosa esposa Elisabete, o anjo Gabriel lhe disse: “Ficarás mudo e não poderás falar até o dia em que estas coisas ocorram, porque não acreditaste nas minhas palavras, as quais se cumprirão no seu tempo designado.” (Luc. 1:20) Zacarias foi então, por um tempo tornado mudo, sem poder falar, até a circuncisão de seu filho de oito dias de idade. — Veja também Atos 13:8-11.

      Ainda outro modo em que Deus ‘designa’ o mudo, o surdo e o cego é em sentido espiritual. Quando alguém prefere estar surdo e cego para com a Sua mensagem, ele lhe permite persistir na descrença. Isto se deu com o infiel Israel, no tempo do profeta Isaías. Isaías foi informado: “Vai, e tens de dizer a este povo: ‘Ouvi vez após vez, mas não entendais; e vede vez após vez, mas não obtenhais conhecimento.’ Torna embotado o coração deste povo e torna insensíveis os próprios ouvidos deles, e gruda os próprios olhos deles, para que não vejam com os seus olhos e não ouçam com os seus ouvidos, e para que seu próprio coração não entenda, e para que realmente não recuem e obtenham para si a cura.” — Isa. 6:9, 10.

      Visto que Jeová Deus conhecia a condição do coração dos israelitas infiéis, sabia de antemão que combateriam Sua mensagem. Quanto mais Isaías trouxesse a palavra de Jeová à atenção deles, tanto mais ficariam endurecidos contra ela. Deste modo, a profecia de Isaías revelava ou tornava evidente o pleno alcance de sua cegueira e surdez espirituais. O efeito disso era como se tivessem sido feitos espiritualmente surdos e cegos.

      Portanto, em vista do que Jeová Deus tem feito e pode fazer, as Escrituras falam dele como ‘designando’ o mudo, o surdo e o cego. Mas ele não é diretamente responsável por todos os casos de tais impedimentos físicos. Estes defeitos físicos surgiram principalmente por Deus permitir que viesse à existência uma raça humana pecadora. Em alguns poucos casos e para fins específicos, Jeová Deus causou cegueira e mudez físicas; ele fez com que a cegueira e a surdez espirituais se evidenciassem nos que deixam de ter fé na sua palavra ou na sua mensagem. Por outro lado, concedeu também visão e audição espirituais aos que procuram fazer a sua vontade, e, mediante o governo do seu reino por Cristo, livrará a humanidade de todos os impedimentos físicos. — Isa. 61:1, 2; Rev. 21:3, 4.

      ● Visto que as testemunhas de Jeová consideram o fumar como contrário ao proceder cristão, impedem que outros fumem quando vêm aos seus lares ou estabelecimentos comerciais?

      O que a Testemunha individual decide fazer neste respeito é assunto pessoal, governado pela sua consciência treinada pela Bíblia.

      Em geral, porém, as testemunhas de Jeová preferem que ninguém fume no seu lar. Assim protegem a saúde de sua família e impedem que seu lar seja poluído pelo cheiro do fumo. Também, visto que as testemunhas de Jeová se interessam em ajudar outros a se ‘purificar de toda imundície da carne e do espírito’, seria coerente se permitissem o fumar indiscriminado no seu lar? (2 Cor. 7:1) Se fizessem isso, não dariam a entender aos outros que não encaram o fumar como assunto sério?

      Quando os visitantes são informados bondosamente sobre o conceito das testemunhas de Jeová, costumam respeitar o desejo do dono da casa. Mas, se o seu vício do fumo for tão grande, que sentem absoluta necessidade de fumar um cigarro, talvez possam fumar onde for menos ofensivo e prejudicial para os outros. O que as Testemunhas individuais providenciariam ou permitiriam neste caso é algo que terão de decidir, e será influenciado por ser o chefe da família Testemunha ou não.

      Nos estabelecimentos comerciais não é incomum ver o letreiro “Proibido Fumar”. Naturalmente, a lei do país talvez não proíba especificamente o fumar em certos estabelecimentos comerciais, e talvez se espere que os fumantes possam entregar-se ao seu hábito enquanto esperam ser servidos. Visto que o cristão presta serviços pessoais a todos os que vêm a ele, talvez ache que não está necessariamente em condições de estabelecer regras para os seus fregueses. Sabe que está no mundo e que, por isso, não pode evitar o contato com os que têm hábitos que ele não aprova. (1 Cor. 5:9, 10) Em vista disso, algumas testemunhas de Jeová talvez concluam que a situação impede que proíbam o fumar nos seus estabelecimentos comerciais. Por isso, talvez se sintam obrigados a prover cinzeiros para os fregueses que fumam. Outras Testemunhas, porém, talvez decidam pôr um letreiro, pedindo que não se fume. Talvez pensem que isso tornará a situação mais agradável para si mesmas e para os muitos não-fumantes que patrocinam seu estabelecimento comercial.

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