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  • Sobrevivência e vida por harmonizar-se com o propósito de Deus
    A Sentinela — 1975 | 15 de junho
    • de hoje, mas não tão ruim como a nossa agora. A situação lá naquele tempo existia apenas 1.656 anos depois da criação do homem, ao passo que hoje se passaram um pouco menos de seis mil anos desde a criação e a queda do homem.

      26 Por causa do constante declínio no comportamento humano, o estado depravado, imoral, egoísta, da humanidade, deve ser agora muito pior do que há quatro mil e trezentos anos atrás. Este fato constitui um motivo mais justificável para Deus, o Criador, agir agora, do que havia há tanto tempo atrás. Chegou o tempo de ele fazer isso, com o fim de vindicar-se.

  • Um drama profético que prefigurava a sobrevivência
    A Sentinela — 1975 | 15 de junho
    • Um drama profético que prefigurava a sobrevivência

      1. No segundo milênio da existência humana, por que se tornará a terra um lugar perigoso para se viver?

      LÁ NAQUELE tempo, no segundo milênio da existência humana, a terra se tornara um lugar perigoso em que viver. Sim, tal como se dá hoje, isto se dava porque a violência enchia a terra. Era assim embora os homens lá naquele tempo não tivessem espingardas, revólveres, canhões e armas nucleares. Deus tinha a visão geral das coisas durante aquele período antigo, e foi assim que descreveu a situação mundial. Mais de um século antes de se alcançar o pior estágio nos assuntos humanos, ele decidiu tomar a ação devida e fixou o tempo exato para isso.

      2. Que limite de tempo fixou Deus para aquela geração de vida longa, a fim de que sofresse que espécie de morte?

      2 Numa declaração revelada ao homem, Deus disse: “Meu espírito não há de agir por tempo indefinido para com o homem, porquanto ele é carne. Concordemente, seus dias hão de somar cento e vinte anos.” (Gên. 6:3) Não iria agir com tolerância para com a geração de longa vida por um período indefinido de tempo, mas fixou então um limite para aquela geração se aprofundar cada vez mais na sua degradação, tão afastada da imagem e semelhança de Deus, na qual ele criara o primeiro homem de carne e sangue. Conceder-se-iam mais doze décadas antes de haver mundialmente um “ato de Deus”. Não haveria para aquela geração uma morte natural!

      3. Que declaração fez Deus a respeito da maldade da humanidade de então e que pergunta fazemos em comparação a respeito de nossa geração?

      3 Em comparação, examinemos a atual geração humana com respeito à sua moralidade, ao lermos agora como Deus encara a condição da humanidade, por cuja criação ele foi responsável: “Por conseguinte, Jeová viu que a maldade do homem era abundante na terra e que toda inclinação dos pensamentos do seu coração era só má, todo o tempo. E Jeová deplorou ter feito os homens na terra e sentiu-se magoado no coração. De modo que Jeová disse: ‘Vou obliterar da superfície do solo os homens que criei, desde o homem até o animal doméstico, até o animal movente e até a criatura voadora dos céus, porque deveras deploro tê-los feito. . . . Chegou o fim de toda a carne diante de mim, porque a terra está cheia de violência por causa deles; e eis que os arruíno juntamente com a terra.’” (Gên. 6:5-7, 13) Podemos dizer que a geração humana da atualidade seja melhor do que aquela antiga, que se acaba de descrever, ou que haja qualquer motivo para crermos que ainda seja pior?

      4. Que pergunta devemos fazer a nós mesmos individualmente, e em que caso seria bem fora de questão escaparmos do ato mundial de Deus?

      4 Não é que, virtuosos aos nossos próprios olhos, queiramos condenar outros e desconsiderar a nós mesmos. Cabe-nos dirigir a pergunta a nós mesmos: Estou eu mesmo no nível corruto daquela geração antiga? Devemos fazer tal pergunta a nós individualmente, porque estamos neste mundo e vivemos com a atual geração. O que se dará se verificarmos que somos parte integrante da sociedade deste mundo e gostamos de ser parte dela, apesar de seu registro histórico até agora? Ora, se o coerente apego de Deus à mesma série de princípios e ao mesmo proceder o obriga agora a agir, por causa da semelhança desta geração com aquela antiga, então não poderemos escapar quando o Criador de novo realizar mundialmente um “ato de Deus”. Sobrevivermos a ele estaria fora de questão para nós. Seríamos classificados junto com os demais.

      5. Que família foi uma exceção àquela sociedade mundial, e o que diz o relato bíblico a respeito daquela família?

      5 Naturalmente, nem todos lá naquele tempo faziam parte daquela sociedade corruta do mundo; senão, a raça humana não existiria hoje. Havia uma família que era exceção, e Deus reconheceu isso. A família excecional era a de Noé, filho de Lameque, filho de Metusalém. (Gên. 5:25-32) Notemos a diferença entre Noé e a sociedade mundial dos seus dias, segundo este relato bíblico: “Noé era homem justo. Mostrou-se sem defeito entre os seus contemporâneos. Noé andou com o verdadeiro Deus. Com o tempo, Noé tornou-se pai de três filhos: Sem, Cã e Jafé. E a terra veio a estar arruinada à vista do verdadeiro Deus, e a terra ficou cheia de violência. Deus viu, pois, a terra e eis que estava arruinada, porque toda a carne havia arruinado seu caminho na terra.” “Após isso, Jeová disse a Noé: ‘Entra na arca, tu e todos os da tua casa, porque tu és quem eu vi ser justo diante de mim no meio desta geração.’” — Gên. 6:9-12; 7:1.

      6. Com que classe predita por Enoque não queria ser classificado Noé, e como andava ele com o verdadeiro Deus?

      6 Noé lembrou-se de que seu bisavô Enoque havia profetizado sob inspiração divina: “Eis que Jeová vem com as suas santas miríades, para executar o julgamento contra todos e para declarar todos os ímpios culpados de todas as suas ações ímpias que fizeram de modo ímpio, e de todas as coisas chocantes que os pecadores ímpios falaram contra ele.” (Jud. 14, 15; Gên. 5:18-24) Noé não queria ser classificado com tal grupo ímpio de pecadores, nem que se executasse nele o julgamento divino. Por isso, Noé andava com o verdadeiro Deus, Jeová, por manter-se em harmonia com ele. Tinha prazer em harmonizar seu proceder na vida com o propósito de Deus por se mostrar digno de ser aquele por meio de quem se havia de preservar a raça humana dos descendentes de Adão e Eva durante o tempo em que se daria o mundial “ato de Deus”. É por Noé ter harmonizado seu proceder na vida com o propósito de Deus que nos encontramos hoje aqui, mais de quatro mil e trezentos anos depois. Temos hoje diante de nós uma oportunidade similar à de Noé.

      7. A que sobreviveram Noé e sua família por harmonizarem de que modo sua vida com o propósito de Deus?

      7 Damo-nos conta a que Noé e sua família, ao todo oito almas humanas, sobreviveram lá naquele tempo? Foi o fim dum mundo! O dilúvio global de águas que arrasou toda a geração corruta e ímpia da humanidade de cima da superfície da terra naturalmente não destruiu nosso globo terrestre. Este ainda está aqui debaixo de nossos pés. A fim de sobreviver àquele dilúvio, Noé teve de harmonizar seu proceder com o propósito imutável de Deus por construir a enorme arca segundo as instruções de Deus, para a preservação de sua família e as espécies básicas de animais terrestres e de aves. (Gên. 6:14 até 8:22) Que se tratava da destruição de um mundo, à qual Noé e sua família sobreviveram, é claramente dito sob inspiração divina nos seguintes textos descritivos:

      8. Como atesta Pedro que foi à destruição de um mundo que Noé e sua família sobreviveram?

      8 “Certamente, se Deus não se refreou . . . de punir um mundo antigo, mas preservou a Noé, pregador da justiça, junto com mais sete, quando trouxe um dilúvio sobre um mundo de pessoas ímpias; . . . Jeová sabe livrar da provação os de devoção piedosa, mas reservar os injustos para o dia do julgamento, para serem decepados, . . . Pois, segundo o desejo deles, escapa-lhes este fato, de que nos tempos antigos havia céus, e uma terra sobressaindo compactamente à água e no meio da água, pela palavra de Deus; e, por esses meios, o mundo daquele tempo sofreu destruição, ao ser inundado pela água.” — 2 Ped. 2:4-9; 3:5, 6.

      SOBREVIVÊNCIA À DESTRUIÇÃO MUNDIAL

      9. De que modo foi a sobrevivência de Noé e sua família mais do que apenas uma ilustração da sobrevivência a uma destruição mundial e mais do que a sobrevivência em que hoje a maioria das pessoas pensa?

      9 É possível! A sobrevivência à destruição mundial é possível na terra! A sobrevivência de Noé e de sua família durante o dilúvio global de 2370-2369 A.E.C. É uma ilustração disso. Mas, é mais do que isso! É uma profecia ou um drama profético representando a sobrevivência de alguns aqui na terra à destruição mundial que se aproxima rapidamente, ao fim do mundo atual de pessoas ímpias. Significa sua sobrevivência ao fim completo deste sistema iníquo e poluído de coisas. A maioria das pessoas hoje na terra se contentam em sobreviver aos atuais tempos difíceis, e passam por uma crise após outra, morrendo finalmente, depois de terem esperado tempos melhores, que nunca se materializaram. Esta é a única sobrevivência que conhecem ou em que pensam, ao procurarem apegar-se à vida humana enquanto puderem. Isto nem se compara à sobrevivência prefigurada pela passagem segura de Noé através do dilúvio.

      10. O que significa a sobrevivência que Deus agora oferece às criaturas humanas, e por meio de que proceder se dará ela, como no caso de Noé?

      10 A sobrevivência que Deus oferece agora às criaturas humanas na terra é a sobrevivência ao fim deste sistema iníquo de coisas, com a oportunidade de os sobreviventes viverem para sempre na terra, sob o Seu novo sistema de coisas. Não vale a pena sobreviver para isso? Mas esta sobrevivência maravilhosa não será por meio de quaisquer métodos humanos de salvação de si próprio, de resgate de si próprio, nem por qualquer evolucionária “sobrevivência do mais apto”. Novamente, será por harmonizar o proceder com o propósito de Deus. No caso de Noé, ele teve de exercer muita fé no aviso de Deus a respeito da destruição do “mundo antigo” e fazer o que Deus lhe disse, para a preservação de si mesmo e de sua família. Recebeu o aviso com bastante antecedência. Foi no sexto século de sua vida, quando era pai de três filhos casados, que foi mandado construir uma ampla arca de madeira, à prova das intempéries, na qual poderia agüentar as águas do dilúvio global. Ele obedeceu.

      11, 12. Por que não bastaria uma arca impermeável de madeira para sobreviver a vindoura “grande tribulação” conforme indicado em que palavras de Pedro?

      11 Para sobreviver ao fim do “mundo daquele tempo” bastava uma arca impermeável de madeira. Tal arca não bastaria para a “grande tribulação”, com que findará o atual “mundo” ou sociedade humana. Há mais do que apenas uma família envolvida. Os que esperam e se preparam para sobreviver estão em todo o nosso globo terrestre. Além disso, a destruição total deste sistema de coisas não será por água. Deus disse isso, após o Dilúvio. (Gên. 9:8-16; Isa. 54:9) Vinte e quatro séculos depois desta garantia de Deus, o inspirado apóstolo Pedro escreveu sua última carta e disse:

      12 “O mundo daquele tempo sofreu destruição, ao ser inundado pela água. Mas, pela mesma palavra [de Deus], os céus e a terra que agora existem estão sendo guardados para o fogo e estão sendo reservados para o dia do julgamento e da destruição dos homens ímpios. . . . O dia de Jeová virá como ladrão, sendo que nele passarão os céus com som sibilante, mas os elementos, estando intensamente quentes, serão dissolvidos, e a terra e as obras nela serão descobertas.” — 2 Ped. 3:6, 7, 10.

      13. O que fez o dilúvio global com respeito a terra e o que fará a ela o “fogo” do vindouro dia de julgamento?

      13 Estaria em harmonia com o propósito original de Deus a respeito do homem e seu lar terreno, se Deus incinerasse esta terra com fogo literal e a reduzisse a um montão crestado, desabitado? Isto significaria Deus admitir a derrota de seu propósito causada pelo seu Adversário Principal, Satanás, o Diabo. Isto nunca acontecerá, porque o Deus Todo-poderoso pode levar seu propósito a um glorioso bom êxito. O dilúvio aquoso dos dias de Noé não destruiu a terra, mas apenas arrasou o “mundo de pessoas ímpias” da superfície da terra e a purificou, dando-lhe uma boa lavagem. Do mesmo modo, o fogo do dia de Jeová, o vindouro dia de julgamento, não destruirá a terra, nem toda a vida das criaturas nela, mas destruirá da superfície da terra a sociedade de pessoas ímpias e também suas obras fora da harmonia com o propósito de Deus. Nosso planeta terrestre, e também nosso sol e os bilhões de outros sóis na nossa Via-láctea, que já são bolas de fogo, sobreviverão àquele dia de julgamento.

      14. Que espécie de fogo será que poderá cuidar dos “céus” bem como da “terra”, e com que resultado?

      14 Fogo literal, tal como é comum na nossa terra e no nosso sistema solar, nunca poderia afetar o invisível Satanás, e seus demônios espirituais, nem destruí-los para deixarem de ser céus invisíveis, espirituais, que têm dominado a humanidade desde a expulsão de Adão e Eva do Éden, até agora. Uma abundância de textos bíblicos indica que o “fogo” do vindouro dia de julgamento mundial é simbólico, mas destrutivo como fogo; e até que ponto Jeová Deus empregará naquele dia fogo literal de coisas tais como os relâmpagos não sabemos agora. O poder executor de Jeová eliminará Satanás e seus demônios de sua posição celestial de controle sobre a humanidade e destruirá a sociedade terrestre (ou: “mundo”) de pessoas ímpias. Assim, a terra literal será novamente purificada do mesmo modo como se purificam ouro e prata com fogo. A terra será então um belo lar para os sobreviventes.

      15. Como nos assegura o apóstolo Pedro que haverá algo pelo qual valerá a pena sobreviver?

      15 Que então haverá algo excelente para o qual vale a pena sobreviver nos é assegurado pelo apóstolo Pedro, que prossegue, dizendo: “Aguardando e tendo bem em mente a presença do dia de Jeová, pelo qual os céus, estando incendiados, serão dissolvidos, e os elementos, estando intensamente quentes, se derreterão! Mas há novos céus e uma nova terra que aguardamos segundo a sua promessa, e nestes há de morar a justiça.” — 2 Ped. 3:12, 13.

      16. No drama profético cumprido aqui mesmo, a quem representavam Noé, sua esposa e seus três filhos bem como as esposas destes?

      16 A questão agora é sobreviver para aquela “nova terra” sob os “novos céus” do reino de Cristo. A fim de sobreviver à destruição daquele “mundo antigo”, Noé construiu a arca conforme mandado por Jeová Deus. Por harmonizar seu proceder com o propósito de Deus, para preservar a raça humana, Noé e sua família encenaram um drama profético que tem seu cumprimento na nossa geração. Concordemente, Noé representava a Jesus Cristo, e a esposa dele representava a “Noiva” de Cristo, ou mais especificamente, o restante daquela “Noiva” coletiva que ainda se encontra na terra. Os três filhos de Noé e suas esposas representam os adoradores batizados de Jeová Deus, que agora se associam com o restante da classe da “Noiva” e que esperam tornar-se filhos terrestres do Pai Eterno, Jesus Cristo, sob o seu reinado milenar. (Isa. 9:6, 7) Neste drama profético, conforme cumprido aqui nos

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