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  • O que se requer para agradar a Deus?
    A Sentinela — 1964 | 1.° de julho
    • O Que se Requer Para Agradar a Deus?

      O que requer Deus de sua pessoa? Como pode ter a certeza?

      MUITAS pessoas levam o que seria chamado de uma vida “boa”. Elas não furtam, não cometem imoralidade, não matam nem se metem em qualquer conduta anti-social. Elas vêem a necessidade de religião e freqüentam a igreja que escolheram.

      Crê-se comumente que levar esta espécie de vida é o que Deus requer dos humanos. Visto que esta opinião é tão divulgada, é pertinente perguntar: É isto realmente o que se requer para agradar a Deus?

      Talvez responda imediatamente: Sim. Mas, antes de fazer isto, seria bom considerar outra pergunta mais fundamental: Sabe realmente o que se requer para agradar a Deus?

      Deve ter o cuidado de não permitir que outros pensem no seu lugar no que concerne a esta questão. É a sua responsabilidade. Permitir que outrem, mesmo um clérigo lhe responda isto, seria perigosíssimo. Por quê? Porque muitos reconhecem agora que nem mesmo as igrejas estão equipando os seus membros para entender os propósitos e os requisitos de Deus. Disse a revista Look de 24 de setembro de 1963, referente às igrejas da América: “Também elas falharam em suprir liderança moral, e, por ser a responsabilidade delas a maior, a falha delas é a pior. O Deão Miller, da Escola de Divindade de Harvard, diz: ‘A igreja simplesmente não tem o lado que corta. Ela tomou a cultura de nossos tempos e a absorveu. É horrível que a igreja funciona, não para servir as realidades do ser humano, mas para conservar instituições.’ O Capelão Coffin, de Yale, concorda: ‘Nós clérigos temos o dom de tornar o vinho em água — tornando aguada a religião.’”

      Com tais admissões, faria bem em não presumir que está aprendendo o que agrada a Deus só porque freqüenta regularmente a igreja.

      FONTE DE RESPOSTAS

      Como pode determinar o que Deus requer de sua pessoa para agradar-lhe? Onde pode encontrar a resposta? Como pode ter a certeza de estar fazendo o que Deus requer?

      A Palavra escrita do próprio Deus aconselha: “Confia em Jeová de todo o teu coração e não te estribes no teu próprio entendimento.” (Pro. 3:5) Sim, Deus deseja que o homem confie nêle. Visto que êle o deseja, é razoável concluir que êle deve ter feito alguma provisão para o homem conhecê-lo e saber o que êle requer, sem precisar ficar batendo-se no escuro. Se um filho perguntasse ao pai:‘Papai, o que eu tenho de fazer para agradar-lhe?’ será que acharia razoável que o pai o empurrasse de lado sem uma resposta, sem nada dizer sôbre o que êle requer? Não, o pai amoroso teria o cuidado de explicar ao filho o que êle requer. Se o filho desconsiderasse a instrução, então êle poderia ser punido. Se a cumprisse, então poderia ser recompensado com uma palavra bondosa, com um abraço afetuoso ou, às vêzes, até com dádivas materiais.

      Será que Deus, que criou o homem e que lhe deu a faculdade do raciocínio, não seria até mais cuidadoso em mostrar ao homem como agradar ao seu Criador? Certamente, o amoroso Criador não abandonaria o homem depois de o ter criado e lhe dado mente inquisitiva. Mui certamente êle proveria o que o homem precisasse para guiar seus passos de modo que fôsse agradável ao seu Pai celestial.

      Proveu Deus tal assistência? Sim. A um homem temente a Deus nos tempos antigos foi mostrado a que se dirigir em busca de assistência, dizendo-se-lhe: “Tôda a Escritura é inspirada por Deus e proveitosa para ensinar, para repreender, para endireitar as coisas, para disciplinar em justiça, a fim de que o homem de Deus seja plenamente competente, completamente equipado para tôda a boa obra.” Deus, mediante seu espírito, inspirou homens a registrar seus propósitos e requisitos, de modo que todos os que quisessem agradar a Deus pudessem aprender a respeito dêle e soubessem com certeza o que êle requer do homem. — 2 Tim. 3:16, 17.

      COMO USAR?

      Que papel desempenha a Palavra de Deus, a Bíblia, em sua vida? Ter uma Bíblia é excelente, mas como a usar é outra questão. É como ter um poço cheio de água refrescante e salutar. Para servir-se do poço, precisa tirar de seu conteúdo. Dá-se similarmente com a Bíblia. Tê-la não significa que lhe será refrescante e benéfica. Como no caso do poço, precisa dirigir-se à Bíblia e tirar dela as suas refrescantes e salutares águas da verdade.

      Requerem-se esfôrço e regularidade para adquirir a verdade contida na Bíblia. O mesmo se dá para tirar água do poço. A água não sairá automàticamente do poço, enchendo o seu copo. Além disso, é preciso beber daquela água com regularidade, dia após dia, visto que uma só vez não seria suficiente. Semelhantemente, precisa esforçar-se para estudar a Palavra de Deus, e isto regularmente.

      Não fique desanimado pelo fato de que a maioria hoje, inclusive os freqüentadores de igreja, não estuda regularmente a Bíblia. Para agradar a Deus, precisamos beber destas águas da verdade. Se desviarmo-nos do que Deus tem a dizer, então lhe desagradaremos. Provérbios 28:9 (ALA) declara: “O que desvia os seus ouvidos de ouvir a lei, até a sua oração será abominável.” O que se desvia das instruções contidas na Palavra de Deus desagrada a Deus até mesmo se orar! É como um filho que recusa escutar o conselho do seu pai, mas sempre espera favores dêle.

      Se soubesse onde se encontra enterrado um tesouro que lhe pudesse pertencer, não iria cavar diligentemente? A Bíblia é um depósito de tesouro espiritual. Ela equipará os seus leitores para conhecerem a Deus. Provérbios 2:1-5 diz: “Filho meu, se aceitares as minhas declarações e entesourares em ti os meus próprios mandamentos, de modo que, com o teu ouvido, prestes atenção à sabedoria, a fim de inclinares o teu coração ao discernimento; se, além disso, clamares pelo próprio entendimento e elevares a tua voz em busca, do próprio discernimento, se continuares a buscá-lo como a prata, e se continuares a procurá-lo como a tesouros escondidos, neste caso entenderás o temor de Jeová e acharás o próprio conhecimento de Deus.”

      Sim, poderá determinar o proceder que agrada a Deus, mas terá que usar a sua Palavra para fazer isto. Há hoje centenas de milhares de pessoas em todo o mundo que estudam sistemàticamente a Bíblia com ministros cristãos treinados para ajudar. Quão felizes estão em adquirir êste conhecimento vitalizador!

      VIVER SEGUNDO ÊLE

      Devemos contentar-nos em encher a mente com o conhecimento e deixá-lo ficar ali? Não, precisamos colocar em prática as coisas que aprendemos sôbre a vontade de Deus. “Os estatutos e os juízos, a lei e o mandamento que êle vos escreveu, tereis cuidado de os observar todos os dias.” (2 Reis 17:37, ALA) Não fazer isto traz desaprovação de Deus. Quando o antigo Israel foi levado ao cativeiro pela Segunda Potência Mundial, Assíria, a razão pela qual Deus o permitiu foi: “Porquanto não obedeceram à voz do SENHOR [Jeová] seu Deus, antes violaram a sua aliança, e tudo quanto Moisés, servo do SENHOR [Jeová], tinha ordenado; não o ouviram nem o fizeram.” — 2 Reis 18:12, ALA.

      Jesus Cristo demonstrou a importância de se viver segundo os requisitos de Deus, quando declarou: “Nem todo o que me disser: ‘Senhor, Senhor’, entrará no reino dos céus, senão aquêle que fizer a vontade de meu Pai, que está nos céus.” (Mat. 7:21) Tiago, um escritor bíblico comprovou êste princípio de fazer, bem como de ouvir, dizendo: “A fé sem obras está morta.” — Tia. 2:26.

      A vontade de Deus para com os que lhe querem agradar foi resumida na resposta que Jesus deu à pergunta sôbre qual era o maior mandamento da Lei. Êle declarou: “ ‘Tens de amar a Jeová, teu Deus, de todo o teu coração, de tôda a tua alma e de tôda a tua mente: Êste é o maior e primeiro mandamento. O segundo, semelhante a êste, é:‘Tens de amar o teu próximo como a ti mesmo.”’ (Mat. 22:37-39) Amar a Deus significa que daremos a êle o primeiro lugar em nossa vida, aprendendo dêle e obedecendo voluntàriamente a todos os seus mandamentos. Ao passo que vamos aprendendo sôbre o seu grande propósito para com o homem, não queremos ser egoístas e guardar esta informação vital para nós mesmos, mas queremos passá-la ao nosso próximo, a nossos semelhantes na terra. Isto é demonstrar o maior dos amôres ao nosso próximo. Assim, também êle terá a oportunidade de conhecer e servir a Deus para agradar-lhe.

      Êste amor a Deus e ao homem significa que cultivaremos as qualidades cristãs, de modo a nos vestirmos da nova personalidade cristã, tendo o cuidado de associarmo-nos com os que fazem o mesmo, para edificação mútua de nossa fé em Deus. Deus abençoará êste esfôrço sincero e produzirá em nós os frutos do seu espírito santo. Qual será o resultado? “Os frutos do espírito são amor, alegria, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fé, brandura, autodomínio.” — Gál. 5:22, 23.

      Em breve Deus derramará bênçãos materiais sôbre os que lhe agradam, dando-lhes vida eterna e saúde perfeita em seu Paraíso restaurado. “O temor de Jeová é uma fonte de vida.” “Espera em Jeová e guarda os seus caminhos, e êle te exaltará para tomares posse da terra. Quando os iníquos forem cortados, tu o verás.” Que grande esperança para os que agradam a Deus! — Pro. 14:27; Sal. 37:34.

      A vida em tal nova ordem justa é realmente o único alvo digno de se trabalhar por êle. Mas não será alcançado por meramente fazermos o bem que achamos que dá certo, mas por edificarmos fé em Deus mediante estudo de sua Palavra e, então, fazermos o que Êle considera ser bom. “Sem fé é impossível agradar-lhe bem, pois aquêle que se aproxima de Deus tem de crer que êle existe e que se torna o recompensador dos que sèriamente o buscam.” (Heb. 11:6) Sim, a vida eterna será a sorte feliz dos que têm fé em Deus e que ‘estão observando os seus mandamentos e estão fazendo as coisas que são agradáveis aos seus olhos’. — 1 João 3:22.

  • Cartão de lapela suscita interesse
    A Sentinela — 1964 | 1.° de julho
    • Cartão de Lapela Suscita Interêsse

      Observando o cartão de lapela de uma testemunha de Jeová que viajava de Fortaleza, Ceará, certo senhor se aproximou e perguntou: “Estou curioso sôbre êstes cartões. O que representam?” A Testemunha explicou que se tratava do congresso “Boas Novas Eternas” que se realizaria em São Paulo. Assim o cartão de lapela proporcionou-lhe contato com a verdade da Palavra de Deus.

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