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  • Grandiosas perspectivas humanas num paraíso de delícias
    A Sentinela — 1989 | 1.° de agosto
    • do primeiro homem e da primeira mulher deve ter extravasado com a idéia de ter tal família!

      15, 16. (a) Por que haveria abundante alimento para a família humana? (b) À medida que a família feliz aumentasse, que trabalho haveria para eles fora do jardim do Éden?

      15 Haveria fartura de alimentos para todo membro dessa família humana, que encheria toda a terra. Já havia fartura de alimento, ali no jardim do Éden. Deus lhes fizera provisões e dera-lhes toda vegetação que dá semente para servir de alimento saudável e sustentador da vida, além das árvores frutíferas. — Compare com o Salmo 104:24.

      16 À medida que a sua família feliz aumentasse, expandiriam o jardim para as terras além dos limites do Éden, pois as palavras de Deus indicavam que, fora do jardim do Éden, a terra jazia num estado não preparado. Pelo menos, não estava sendo cuidada e não foi levada ao mesmo elevado nível de cultivo que caracterizava o jardim do Éden. Foi por isso que seu Criador disse a eles que ‘sujeitassem’ a terra à medida que a enchessem. — Gênesis 1:28.

      17. Por que haveria abundante alimento para a crescente população, e o que por fim prevaleceria à medida que o jardim se expandisse?

      17 À medida que o jardim se expandisse às mãos de cultivadores e zeladores perfeitos, a terra subjugada produziria abundantemente para a crescente população. Por fim, o jardim em constante expansão cobriria a terra toda, e haveria um paraíso global, para florescer como lar eterno da humanidade. Seria um belo lugar para se observar do céu, e o Criador celestial poderia declará-lo muito bom. — Compare com Jó 38:7.

      18. Por que estaria o jardim do Éden global isento de perturbações, e que situação pacífica prevaleceria?

      18 Tudo seria tão pacífico e isento de perturbação como era aquele jardim do Éden no qual os recém-casados homem e mulher se encontravam. Não haveria necessidade de temer perigo ou dano da parte de todos aqueles animais e criaturas voadoras aos quais o primeiro homem, Adão, inspecionara e dera nomes. Assim como seu primeiro pai e mãe humanos, os habitantes perfeitos do Paraíso global teriam em sujeição os peixes do mar, as criaturas voadoras nos céus, e toda coisa vivente que se movia sobre a terra, mesmo os animais selvagens das campinas. Com um instintivo senso de sujeição ao homem, que fora criado “à imagem de Deus”, essas criaturas viventes inferiores estariam em paz com ele. Seus amos humanos, brandos e perfeitos, ao terem essas criaturas viventes inferiores em sujeição, promoveriam um clima de paz entre a criação animal. A pacífica influência desses amos humanos de qualidades divinas se estenderia protetoramente a essas satisfeitas criaturas viventes inferiores. Acima de tudo, os da humanidade perfeita estariam em paz com Deus, cuja bênção jamais seria removida deles. — Veja Isaías 11:9.

      Deus Repousa de Suas Obras Criativas

      19. (a) No tocante ao propósito de Deus, de que o primeiro homem e a primeira mulher devem ter-se apercebido? (b) O que indicou Deus com respeito ao tempo?

      19 À medida que o casal humano perfeito visualizasse o cenário terrestre concluído, segundo o propósito de Deus, eles se aperceberiam de algo. Executarem essa maravilhosa incumbência da parte de Deus exigiria tempo. Quanto tempo? O seu Criador e Pai celestial sabia. Ele indicou-lhes que a grande série de dias criativos havia então chegado a mais um fim, e que eles estavam na “noitinha”, o ponto de partida de um novo dia segundo a maneira de o próprio Deus marcar os dias. Havia de ser um dia abençoado e santificado para o propósito puro e justo do próprio Deus. O homem perfeito, o profeta de Deus, observou isso. A narrativa inspirada nos diz:

      20. O que diz o relato bíblico sobre o “sétimo dia”?

      20 “Depois, Deus viu tudo o que tinha feito, e eis que era muito bom. E veio a ser noitinha e veio a ser manhã, sexto dia. Assim foram acabados os céus, e a terra, e todo o seu exército. E ao sétimo dia Deus havia acabado sua obra que fizera e passou a repousar no sétimo dia de toda a sua obra que fizera. E Deus passou a abençoar o sétimo dia e a fazê-lo sagrado, porque nele tem repousado de toda a sua obra que Deus criara com o objetivo de a fazer. Esta é uma história dos céus e da terra no tempo em que foram criados, no dia em que Jeová Deus fez a terra e o céu.” — Gênesis 1:31-2:4.

      21. (a) Diz a Bíblia que Deus acabou seu dia de repouso e que este era muito bom? Explique. (b) Que perguntas surgem?

      21 O relato não diz que Deus terminou seu dia de repouso e disse que era muito bom, e que veio a haver noitinha e manhã, um sétimo dia. Para corresponder com os precedentes seis dias criativos, o sétimo dia ainda terá de ser declarado muito bom, pois ainda não terminou. Pode Jeová Deus declarar esse dia muito bom até este ponto? Tem sido um dia de repouso pacífico para ele até agora? Que dizer daquela arrebatadora perspectiva que o primeiro homem e a primeira mulher visualizaram para si mesmos no dia de seu casamento no Paraíso? Vejamos isso no desenrolar da cena, no próximo artigo.

  • Perspectivas paradísicas válidas apesar da desobediência humana
    A Sentinela — 1989 | 1.° de agosto
    • Perspectivas paradísicas válidas apesar da desobediência humana

      1. Com o passar do tempo, onde se encontravam o primeiro homem e a primeira mulher, e em que tipo de ambiente?

      O TEMPO passou. O primeiro homem e a primeira mulher não mais estão inocentemente nus. Estão vestidos — com longas vestes de pele de animais. Estão perto da entrada do perfeito jardim do Éden, do lado de fora. Estão de costas para o jardim. Olham para o cenário diante de si. Vêem apenas solo não cultivado. Bem obviamente, este não tem a bênção de Deus. Diante deles vêem-se espinhos e abrolhos. Não é esta a terra que eles haviam sido incumbidos de sujeitar? Sim, mas o primeiro homem e a primeira mulher não estão ali fora com o objetivo de estender o jardim do Éden sobre tal terra não cuidada.

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