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  • O Deus do “Antigo Testamento” — é ele um Deus de amor?
    A Sentinela — 1986 | 15 de setembro
    • O Deus do “Antigo Testamento” — é ele um Deus de amor?

      “O DEUS do Antigo Testamento, a saber, o Iahweh do judaísmo, é um deus de maldição, um deus de ira, um deus de ciúme, e não posso sentir-me atraído a ele.” É o que diz Youji Inoue, sacerdote católico japonês, num artigo intitulado “Os Japoneses e o Cristianismo”, num dos principais jornais do Japão, o Asahi Shimbun. Mas, prossegue ele, este Deus por fim “se desenvolveu e se transformou no que é o Deus do Novo Testamento, isto é, o Deus a respeito de quem Jesus ensinou”.

      Certamente, o clérigo Inoue não é o único que pensa assim. Mas, concorda você com ele? Também acha que o Deus do “Antigo Testamento”, ou Escrituras Hebraicas, seja um Deus duro e vingativo quando comparado com o Deus do “Novo Testamento”, ou Escrituras Gregas Cristãs?

      Nos seres humanos, a personalidade pode mudar. Por exemplo, a Bíblia insta os que amam a Deus a se “revestir[em] da nova personalidade, que foi criada segundo a vontade de Deus, em verdadeira justiça e lealdade”. (Efésios 4:24) Por estudarem a Bíblia e aplicarem o que aprenderam, muitos que antes abrigavam ciúme, ira, etc., fizeram grandes mudanças, de modo que agora manifestam no seu cotidiano os frutos do espírito de Deus — “amor, alegria, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fé, brandura, autodomínio”. — Gálatas 5:22, 23.

      Mas, pode-se dizer o mesmo sobre o Criador, Jeová Deus? Será que ele “se desenvolveu e se transformou”, passando de “um deus de ira” para um Deus cristão, um Deus de amor, como alguns o chamam?

      Jeová Sempre Foi Um Deus de Amor

      “Deus é amor”, escreveu o apóstolo João.

      (1 João 4:8) Com isto, ele declarou uma verdade eterna: O Criador, Jeová, tem sido, é e sempre será um Deus de amor imutável. E, do começo ao fim, o registro bíblico apóia esta declaração.

      Ao criar a terra, Jeová amorosamente a fez para ser um lar ideal para a humanidade. (Isaías 45:18) Mais tarde, quando criou o primeiro homem e a primeira mulher, Adão e Eva, ele os fez “à sua imagem”, isto é, dotou-os de qualidades divinas como amor, justiça, sabedoria e poder. Também lhes apresentou a perspectiva de terem filhos, transformar toda a terra num paraíso e viver nela para sempre. (Gênesis 1:27, 28) Não é tudo isso evidência de que por trás disso havia um Deus de amor?

      Quando o primeiro casal humano sucumbiu à tentação de Satanás, por meio da serpente, eles perderam bênçãos eternas não só para si mesmos mas também para sua prole ainda por nascer. Neste ponto crucial, Jeová fez a primeira profecia registrada na Bíblia, a saber, que um prometido ‘descendente da mulher’ feriria a cabeça da serpente. (Gênesis 3:15) Não foi esta promessa de esperança e libertação mais uma notável expressão do amor de Deus?

      Uns 2.000 anos depois, Jeová prometeu a seu fiel servo Abraão: “Todas as nações da terra hão de abençoar a si mesmas por meio de teu descendente”, revelando assim que ‘a semente da mulher’ viria da linhagem de Abraão. (Gênesis 22:18) Esta promessa solidificou a esperança de libertação e mostrou que o amor de Jeová pela humanidade não diminuíra com o passar do tempo. Ao fazer tal promessa ele tinha em mente um futuro abençoado para a humanidade. Ele é mui certamente um Deus de amor!

      O Amor de Deus Para com Israel

      Mais adiante, Jeová livrou os israelitas da escravidão no Egito, em 1513 AEC, e firmou com eles o pacto da Lei, por meio de Moisés. No segundo dos Dez Mandamentos, Jeová disse: “Eu, Iahweh, teu Deus, sou um Deus ciumento (um Deus que exige devoção exclusiva, Tradução do Novo Mundo], que vingo a iniqüidade dos pais nos filhos até a terceira e quarta geração daqueles que me odeiam, e faço misericórdia até mil gerações para aqueles que me amam e guardam os meus mandamentos.” — Êxodo 20:5, 6, A Bíblia de Jerusalém.

      Na qualidade de Soberano e ‘dono marital’, Jeová tinha o direito de exigir devoção exclusiva de seu povo pactuado, Israel. (Isaías 54:5; Jeremias 3:14) Quando seu povo se tornava infiel e seguidamente recorria a deuses falsos, não era razoável que Jeová, por amor a eles, os disciplinasse, expressando assim que desaprovava e condenava o mau proceder deles?

      Em muitas ocasiões, Jeová mostrou profunda preocupação para com o seu povo e apelou para que retornasse a ele. (Isaías 55:7) Embora os castigasse pelos seus pecados, permitindo por fim que se destruísse a identidade deles como nação e que fossem levados cativos para o estrangeiro, no tempo devido ele os trouxe de volta à sua terra natal. O que indica tudo isso a respeito de Jeová? É ele um Deus ciumento, odioso e vingativo? Não! Ao contrário, indica que é um “Deus misericordioso e clemente, vagaroso em irar-se e abundante em benevolência e em verdade”. — Êxodo 34:6; Neemias 9:17; Joel 2:13; Naum 1:2, 3.

      Amor Expresso por Meio de Seu Filho

      No decorrer dos séculos, Jeová forneceu detalhes adicionais sobre o ‘descendente da mulher’ e o ‘descendente de Abraão’ e, por meio de seus profetas, predisse a vinda do Messias. No tempo marcado, Deus mostrou seu amor dum modo inédito — por enviar seu Filho unigênito à terra para prover o sacrifício de resgate.

      Sobre esta maravilhosa provisão, o apóstolo João escreveu: “Deus amou tanto o mundo, que deu o seu Filho unigênito, a fim de que todo aquele que nele exercer fé não seja destruído, mas tenha vida eterna.” (João 3:16) Visto que o amor de Deus expresso através de seu Filho, Jesus Cristo, é tão magnânimo, alguns concluíram erradamente que Ele não poderia ser aquele Deus das Escrituras Hebraicas, que castiga e condena.

      Mas, é o Deus ensinado por Jesus tão diferente do Deus retratado nas Escrituras Hebraicas? Ou, será que na realidade as pessoas preferem ver apenas o que querem ver? Não mostra claramente o bem conhecido texto de João 3:16 que, se alguém não “exercer fé“ no Filho, este alguém será “destruído”? Ademais, João disse mais adiante: “Quem desobedece ao Filho não verá a vida, mas o furor de Deus permanece sobre ele.” (João 3:36) Se isto de modo algum detrai da magnitude do amor de Deus, então, por que deveria sua expressão de desagrado contra os israelitas infiéis e outros, nas Escrituras Hebraicas, fazer com que ele não fosse ali um Deus de amor?

      O Amoroso Propósito de Deus Para Você

      Por meio de seu profeta Malaquias, Deus declarou: “Eu sou Jeová; não mudei.” (Malaquias 3:6) Não só ele permaneceu imutável como Deus de amor, mas também seu amoroso propósito para com a humanidade e a terra permaneceu inalterado. Assim como Jeová apresentou a Adão e Eva a perspectiva de vida eterna numa terra paradísica, esse Deus de amor deseja que você esteja entre os que viverão felizes para sempre naquele Paraíso. (Lucas 23:43; 2 Pedro 3:13; Revelação [Apocalipse] 21:4) Mas, o que se exige? Jesus disse: “Isto significa vida eterna, que absorvam conhecimento de ti, o único Deus verdadeiro, e daquele que enviaste, Jesus Cristo.” (João 17:3) As Testemunhas de Jeová terão prazer em ajudá-lo a aprender sobre Jeová, o Deus de imutável amor.

  • Meteora — esses gigantescos rochedos
    A Sentinela — 1986 | 15 de setembro
    • Meteora — esses gigantescos rochedos

      OS GIGANTESCOS rochedos de Meteora, em Tessália, na Grécia central, são uma verdadeira maravilha! E a própria grande planície de Tessália é um museu de obras de arte naturais. A sua beleza e fertilidade são famosas. Chegando à planície vindo do leste, atravessa-se o extasiante desfiladeiro de Tempe, parecido com um portão, sob a sombra do colossal monte Olimpo, a residência mítica dos 12 deuses gregos. No seu sopé corre o rio Peneus e na extremidade oeste da planície fica Meteora.

      Este gigantesco grupo rochoso causa espanto, admiração, temor, alegria e atordoamento. Algumas dessas rochas chegam a 600 metros de altura. Elas se projetam como obeliscos. E certamente são tremendos monumentos de testemunho em favor do poderoso Criador.

      Segundo alguns geólogos, a formação de Meteora remonta aos mais remotos períodos geológicos, quando a inteira Planície de Tessália era leito de mar, pressionado dos lados para formar ondulações e superfíceis irregulares. Outros pesquisadores fixam como provável época da formação de Meteora apenas alguns milênios atrás, e atribuem sua existência a terremotos e à erosão causada por água. Todavia, todos eles admitem que o escultor destes gigantes

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